Bula de Prednisolon (Antiinflamatório)

PrednisolonBula do PREDNISOLON:

fosfato sódico de prednisolona

Via oral

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Forma farmacêutica e apresentação

Cartucho com 1 frasco contendo 100 mL de solução oral + copo medida.

Composição

Cada 1 mL de solução oral contém:

fosfato sódico de prednisolona(*)………………………………………………………1,34 mg

excipientes q.s.p. ………………………………………………………………………………..1 mL

(metilparabeno, sorbitol (solução 70%), edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, fosfato de sódio monobásico, essência de framboesa, água purificada). (*) equivalente a 1 mg de prednisolona base A solução oral de PREDNISOLON não contém corante ou álcool.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

PREDNISOLON é um glicocorticóide sintético com as propriedades gerais dos corticosteróides. A prednisolona é um potente agente terapêutico que influencia o comportamento bioquímico da maioria dos tecidos do organismo. A prednisolona possui uma atividade antiinflamatória potente.

POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

PREDNISOLON está indicado nas seguintes condições abaixo. Desordens das glândulas: alterações das funções da glândula supra-renal; nível aumentado de cálcio associado ao câncer; tireoidite não supurativa.

Desordens reumáticas: processos inflamatórios da articulação como: artrite psoriásica; artrite reumatóide, inclusive artrite reumatóide juvenil e outras doenças reumáticas como: espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenosinovite inespecífica aguda; artrite gotosa aguda; osteoartrite após traumatismos; sinovite osteoartrítica; epicondilite.

Doenças do colágeno: lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite (polimiosite) sistêmica; cardite reumática aguda.

Doenças da pele: pênfigo; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multifore severo (síndrome de Stevens-Johnson); dermatite esfoliativa; micose fungóide; psoríase severa; dermatite seborréica severa. Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes que não respondem aos meios convencionais de tratamento em: rinite alérgica permanente ou – 1 – intermitente; asma brônquica; dermatite de contato; dermatite atópica; doença do soro; reações de alergia a medicamentos.

Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho e seus anexos, tais como: conjuntivite alérgica; inflamação da córnea; úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; inflamação da íris; inflamação da íris e corpo ciliar; infecção da retina; inflamação do segmento anterior; inflamação do plexo coróide e úvea; inflamação do nervo óptico, oftalmia simpática.

Doenças respiratórias: sarcoidose sintomática; síndrome de Loëffler não controlável por outros meios; beriliose; tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia antituberculosa adequada; pneumonite por aspiração.

Desordens no sangue: alteração nas plaquetas em adultos e alguns tipos de anemia.

Neoplasias: para o tratamento paliativo de: leucemias e linfomas em adultos; leucemia aguda na infância. Estados que cursam com inchaço: para aumentar a quantidade de urina eliminada ou remissão da perda de proteínas pela urina da síndrome nefrótica idiopática, sem altas taxas de uréia no sangue, ou aquela devida ao lúpus eritematoso.

Doenças gastrintestinais: doenças inflamatórias intestinais.

Sistema nervoso: esclerose múltipla. Miscelânea: meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio eminente, quando utilizada concomitantemente à quimioterapia apropriada para tratamento da tuberculose; triquinose com envolvimento neurológico ou miocárdico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

PREDNISOLON é contra-indicado em infecções não controladas; infecções por micoses generalizadas; e também em casos de alergia conhecida à prednisona, prednisolona ou a qualquer componente da fórmula. Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.

ADVERTÊNCIAS

O médico deve avaliar o risco/ benefício para cada paciente quanto à dose e à duração do tratamento e quanto ao uso diário ou intermitente da medicação, pois as complicações devidas ao tratamento com glicocorticóides são dependentes da concentração da dose e da duração do tratamento. Durante a terapia a longo prazo com corticosteróide, podem ocorrer supressão e diminuição do tamanho da adrenal e a secreção de corticotropina (hormônio da hipófise) pode ser suprimida. A duração do tratamento e a dose são fatores importantes na determinação da supressão do eixo pituitário adrenal e na resposta ao “stress” no término do tratamento com esteróide. A suscetibilidade do paciente à supressão é também variável. Alguns pacientes podem recuperar rapidamente a sua função normal. Em outros, a produção de hidrocortisona (glicocorticóide) em resposta ao “stress” das infecções, operações cirúrgicas ou acidentes pode ser insuficiente, resultando em óbito. Portanto, a interrupção dos corticosteróides sempre deve ser feita de forma gradativa. A interrupção abrupta do tratamento com corticosteróide pode precipitar uma diminuição da função da glândula supra-renal (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS). Em alguns casos, – 2 – os sintomas da interrupção podem parecer a reincidência clínica da doença para a qual o paciente estava em tratamento. Como a prednisolona apresenta pequena atividade de retenção de sódio, os primeiros sinais habituais de superdose de hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdose de prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis da dose não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON. Verifique sempre o prazo de validade que se encontra na embalagem e confira o nome para não haver enganos. Não utilize PREDNISOLON caso haja sinais de violação ou danificações da embalagem. Cautela nas seguintes situações Em casos de colite ulcerativa não-específica, se houver probabilidade de perfuração, abcesso ou outras infecções piogênicas iminentes. O medicamento deve ser usado com cautela também em pacientes com processo inflamatório de divertículos intestinais, cirurgias com anastomose intestinal recente, úlcera gástrica ou duodenal ativa ou latente, insuficiência dos rins, pressão sangüínea alta e miastenia grave, quando esteróides são utilizados como terapia direta ou complementar. Em pacientes com epilepsia, diabete mellitus, aumento da uréia no sangue e na presença de função cardíaca diminuída ou insuficiência cardíaca congestiva (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS). A possibilidade de desenvolvimento de osteoporose deve ser uma consideração importante no início e na manutenção do tratamento com corticosteróide, especialmente no período pós-menopausa (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS). O risco de ulceração gastrintestinal ou hemorragia é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente com os glicocorticóides. Embora estudos clínicos controlados tenham demonstrado que os corticosteróides são eficazes na rapidez da resolução de exarcebações agudas de escleroses múltiplas, eles não demonstram que os corticosteróides afetam o último resultado ou a história natural da doença. Os estudos demonstram que doses relativamente elevadas de corticosteróides são necessárias para demonstrar um efeito significativo. O uso prolongado de corticosteróides pode provocar catarata subcapsular posterior, aumento da pressão nos olhos com possível lesão do nervo óptico e pode intensificar o estabelecimento das infecções nos olhos causadas por fungos ou vírus. Os corticosteróides devem ser usados com cautela nos pacientes com herpes simples ocular, devido à possível perfuração da córnea. Infecção: os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecções (tais como: febre e inflamação) e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. O uso de corticosteróides pode diminuir a resistência às infecções e pode haver incapacidade em se localizar a infecção. A suscetibilidade à infecção não é específica para qualquer bactéria ou fungo. Os pacientes não devem receber vacinas de vírus vivos enquanto estiverem sob tratamento com corticosteróide. Outros procedimentos de imunização não devem ser utilizados nos pacientes em tratamento com corticosteróides, especialmente em doses elevadas, devido aos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica. Procedimentos de imunização podem ser realizados em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de reposição.

Adultos recebendo tratamento com medicamentos imunossupressores e que não tenham contraído doenças como varicela e sarampo, devem ter cautela especial para evitar estas exposições. Em caso de exposição, procure seu médico. Foi relatado Sarcoma de Kaposi em pacientes recebendo tratamento com corticosteróides. A descontinuação dos corticosteróides pode resultar em debilitação clínica. Cuidados a serem considerados antes do uso de PREDNISOLON Durante o tratamento a longo prazo, deve-se realizar estudos laboratoriais e metabólicos. A retenção de líquidos deve ser monitorada pelo balanço de líquidos e pesagem diária. Pode ser necessário reduzir a ingestão de sódio para menos do que 1 g diário e também de suplementos de potássio. Risco de uso por via de administração não recomendada. Não há estudos dos efeitos de PREDNISOLON administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral. Gravidez Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento com PREDNISOLON ou após o seu término. Nas experiências realizadas com animais, os corticosteróides causaram malformações de diversos tipos (fenda palatina, malformações esqueléticas) e aborto. Estes resultados não parecem ser relevantes em humanos. Após tratamento em longo prazo, foi relatada redução da placenta e do peso fetal em animais e em humanos. Devido à possibilidade de supressão do córtex adrenal do recém-nascido, após tratamento prolongado da mãe, a prescrição pelo médico de corticosteróides a mulheres grávidas deve ser feita com cautela, considerando o risco ao feto. No período pré-parto, o uso de corticosteróides em curto prazo, para a prevenção da síndrome de insuficiência respiratória, não causou risco ao feto ou ao recém-nascido. Edema pulmonar materno com tocólise e excesso de líquidos foram relatados com o uso de PREDNISOLON. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Informar ao médico se estiver amamentando. A administração de PREDNISOLON não é recomendada durante a amamentação. O fármaco é excretado no leite materno, portanto, não se recomenda a administração a mulheres que estejam amamentando.

INFORME AO MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO. NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

PRECAUÇÕES

Pacientes idosos

Pacientes idosos devem ter cautela com o uso de PREDNISOLON, pois são mais suscetíveis a reações adversas. Crianças As crianças que utilizam esteróides a longo prazo devem ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento, osteoporose e supressão da glândula supra-renal. As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções do que as crianças saudáveis. Varicela e sarampo, por exemplo, podem apresentar conseqüências mais graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, procure seu médico.

Restrições a grupos de risco

Nos pacientes com insuficiência do fígado, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento com PREDNISOLON em doenças crônicas ativas do fígado, as principais reações adversas, como fratura vertebral, diabetes, pressão sangüínea alta, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes. Nos pacientes com diminuição da função da tireóide e naqueles com cirrose existe efeito acentuado dos corticosteróides. Pacientes com tuberculose ativa ou não-ativa duvidosa, não devem utilizar PREDNISOLON, exceto como complemento ao tratamento com medicamentos tuberculostáticos, pois pode ocorrer reincidência da doença. Um tratamento preventivo contra a tuberculose é indicado durante o tratamento prolongado com corticosteróide. Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento. Atenção diabéticos: contém solução de sorbitol 70% (567,12 mg/mL).

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Com base no seu potencial de significância clínica, foram selecionadas as seguintes interações medicamentosas com corticosteróides: antiácidos; agentes antidiabéticos (oral ou insulina); glicosídeos digitálicos; diuréticos; medicamentos que induzem enzimas microssomais do fígado, tais como: barbitúricos, fenitoína e rifampicina; suplementos de potássio; ritodrina; medicações ou alimentos contendo sódio; somatropina; vacinas de vírus vivos ou outras imunizações. Convulsões foram relatadas durante o uso concomitante de metilprednisolona e ciclosporina. Visto que o uso concomitante destes agentes resulta em inibição mútua do metabolismo, é possível que os efeitos adversos associados ao uso isolado de cada medicamento sejam mais propensos a ocorrerem. Os medicamentos que induzem as enzimas do fígado, como fenobarbital, fenitoína e rifampicina, podem aumentar a eliminação dos corticosteróides e podem requerer aumento da dose de corticosteróide para atingir a resposta desejada. Medicamentos como troleandomicina e cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteróides e conseqüentemente diminuir a eliminação. Portanto, a dose de corticosteróide deve ser adequada para evitar toxicidade esteroidal. Pode ocorrer aumento do risco de toxicidade com salicilatos quando da interrupção da terapia com corticosteróides. Pacientes portadores de hipoprotrombinemia devem ter cautela quando do uso concomitante de aspirina com corticosteróides. O efeito dos corticosteróides sobre os anticoagulantes orais é variável. Foram observados tanto aumento como diminuição dos efeitos dos anticoagulantes, quando administrados concomitantemente com corticosteróides. Portanto, os índices de coagulação devem ser monitorados para manter o efeito anticoagulante desejado. Em pacientes tratados com corticosteróides sistêmicos, o uso de relaxantes musculares não-despolarizantes pode resultar em relaxamento prolongado. O uso concomitante de estrogênios pode diminuir o metabolismo dos corticosteróides, incluindo a hidrocortisona. A necessidade de corticosteróide pode ser reduzida em pacientes que utilizam estrogênios (por exemplo: medicamentos contraceptivos).

Álcool

O risco de ulceração gastrintestinal ou hemorragia é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente aos glicocorticóides. Exames de laboratório Os glicocorticóides podem diminuir a absorção de iodo e as concentrações de iodo ligado às proteínas, dificultando a monitoração da resposta terapêutica dos pacientes recebendo medicamento para tireoidite. Os glicocorticóides podem produzir resultados falso-negativos no teste para infecções bacterianas sistêmicas. Os glicocorticóides podem suprimir as reações de testes cutâneos.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

PREDNISOLON deve ser administrado por via oral com o auxílio do copo medida que acompanha o medicamento.

POSOLOGIA

A dose inicial de PREDNISOLON poderá variar de 5 a 60 mL (5 a 60 mg de prednisolona básica) por dia, dependendo da doença específica em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas podem ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma resposta clínica favorável. Se após um período razoável de tempo não houver uma resposta clínica favorável, o tratamento com a prednisolona deverá ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada. Deve ser enfatizado que as necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas, tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento. Após a obtenção de uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada diminuindo gradativamente a dose inicial a intervalos apropriados, até atingir a dose mínima efetiva. É necessário que o médico observe constantemente o paciente em relação à posologia. Dentre as situações que tornam necessário o ajuste de dosagem incluem-se as alterações do quadro clínico por remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente à medicação e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença sob tratamento. Neste último caso, poderá ser necessário o aumento da dose de prednisolona por um período de tempo adequado à condição do paciente. Caso seja necessário interromper o tratamento com PREDNISOLON 1 mg/mL após um longo período de tempo, recomenda-se que a dose seja reduzida gradualmente, e nunca abruptamente. Procedimentos terapêuticos que devem ser realizados em todo tratamento com corticosteróides A dose deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias para evitar o risco de insuficiência relativa da supra-renal (ver item ADVERTÊNCIAS). É essencial uma supervisão contínua do paciente após a finalização do tratamento com corticosteróide, pois pode ocorrer reincidência de graves manifestações da patologia para a qual o paciente foi tratado. Em geral, a dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta seja observada. A dose deve então ser gradualmente reduzida até que se alcance a menor dose que mantém uma resposta clínica adequada. Posologia para casos especiais “Stress” e Doença intercorrente Nos pacientes sob tratamento prolongado com corticosteróide sujeitos ao “stress” por traumatismos ou infecção, geralmente, a dose de esteróide deve ser aumentada para cobrir o período de “stress”. Para infecções moderadas sem febre, nenhum aumento é necessário. Para infecções mais graves, a dose de prednisolona deve ser duplicada (para um máximo de 20 mg ao dia, caso a dose usual seja inferior a esta). Insuficiência adrenocortical Insuficiência adrenocortical secundária induzida por medicamentos pode ser resultante de uma retirada muito brusca de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução gradual da dose (ver item ADVERTÊNCIAS). Este tipo de insuficiência relativa pode persistir durante meses após a descontinuação do tratamento; portanto, em qualquer situação de “stress” durante este período, pode ser necessário retomar a terapia hormonal. Se o paciente já está recebendo esteróides, pode ser necessário aumento de dose. Conduta necessária caso haja esquecimento de administração Em caso de esquecimento de alguma dose, consultar o médico sobre a conduta a ser adotada.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO. NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO. ASPECTO FÍSICO Solução límpida, incolor a levemente amarelada.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS

Odor e sabor framboesa.

QUAIS AS REAÇÕES ADVERSAS QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Efeitos prejudiciais são pouco prováveis de ocorrerem com a administração em curto prazo de PREDNISOLON, mesmo em altas doses. A maioria das reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes de interrupção ou de uso prolongado em doses elevadas. Em doses elevadas necessárias para produzir a resposta esperada, os efeitos adversos associados ao uso dos corticosteróides são resultantes da: – ação excessiva sobre a troca de eletrólitos; – ação excessiva em outros aspectos do metabolismo incluindo formação de glicose; – ação sobre a reconstituição das células e cicatrização; – efeito inibitório da secreção de hormônio pela supra-renal através da hipófise. A alteração do balanço entre água e eletrólitos manifesta-se na retenção de sódio: com inchaço e aumento da pressão sangüínea; e na maior perda de potássio pela urina: com o desenvolvimento de alcalose com baixo potássio. Em casos extremos, pode induzir à insuficiência cardíaca. Alterações no balanço eletrolítico são naturalmente comuns com hormônios da supra-renal e hipófise, mas ocorrem menos freqüentemente com derivados sintéticos como a prednisona e prednisolona. Outros efeitos do metabolismo incluem mudança de posição de cálcio e fósforo, com osteoporose e fraturas espontâneas; perda de nitrogênio e aumento da glicose, com piora ou precipitação de estado diabético. As necessidades de insulina dos pacientes diabéticos são aumentadas e freqüentemente ocorre aumento do apetite. Os efeitos sobre a reconstituição das células manifestam-se como ulceração no estômago e/ou duodeno com sangramento e perfuração, retardando a cicatrização de feridas e aumentando a predisposição para infecção. Foi relatado aumento na suscetibilidade para todos os tipos de infecções, incluindo infecção generalizada, infecções por fungos e vírus. Doses elevadas de corticosteróides ou corticotropinas podem produzir sintomas típicos de aumento da atividade da supra-renal, como “cara de lua”, “corcova de búfalo”, estrias e acne, algumas vezes levando ao desenvolvimento completo da síndrome de Cushing. Se a administração do hormônio for imediatamente suspensa na presença destes sintomas, eles são geralmente reversíveis, mas a brusca suspensão pode ser perigosa. A dose de corticosteróide necessária para causar diminuição ou ausência da corticotropina no sangue, com conseqüente atrofia da supra-renal e o tempo necessário para isto ocorrer são variáveis. A insuficiência aguda da supra-renal, com perda de consciência, pode ocorrer durante o tratamento prolongado ou na interrupção do tratamento e pode ser precipitada por infecção ou traumatismos. Foi relatado retardo do crescimento em crianças e neste aspecto a cortisona apresenta 1/10 da potência quando comparada à prednisona e prednisolona. Outros efeitos tóxicos incluem alterações mentais e neurológicas, aumento da pressão sangüínea dentro do crânio e na redução abrupta da dose durante o tratamento de artrite reumatóide, fatalidades atribuídas a lesões de pequenas artérias e arteríolas. Infecções podem ser mascaradas, visto que os corticosteróides apresentam propriedades antiinflamatórias e para diminuição da febre e podem produzir sensação de bem-estar. A administração dos corticosteróides pode também causar redução no número de células brancas do sangue responsáveis pela imunidade. Fraqueza muscular é um evento adverso ocasional da maioria dos corticosteróides, principalmente quando administrados em doses elevadas. Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteróides e sua incidência eleva-se se a dose aumenta muito acima de 8 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente. – Freqüência de incidência de reações pós-comercialização (> 5%)

Gastrintestinais: aumento de apetite; indigestão.

Neurológicas: nervosismo ou cansaço; insônia. (1-5%)

Dermatológicas: reações alérgicas locais.

Gastrintestinais: podem ocorrer inflamação do pâncreas e ulceração no esôfago. Ulceração em estômago e/ou duodeno é uma complicação ocasional. A elevada incidência de sangramento e perfuração nestas úlceras e o seu desenvolvimento natural tornaram-se problemas graves. Alguns investigadores acreditam que a evidência disponível não suporta a conclusão que os esteróides causam úlcera. Outros acreditam que apenas os pacientes com artrite reumatóide apresentam maior incidência de úlcera. Foi proposto que os glicocorticóides alteram o mecanismo de defesa da mucosa.

Oftalmológicas: o uso prolongado dos glicocorticóides pode resultar em catarata (particularmente em crianças), projeção do globo ocular para frente, ou aumento da pressão dentro do olho que pode resultar em glaucoma ou pode, ocasionalmente, danificar o nervo óptico e em casos raros, levar à cegueira. O estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos pode também ser intensificado.

Bioquímicas: todos os glicocorticóides aumentam a formação de glicose. A tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina são diminuídas; desde que a função do pâncreas seja normal, o metabolismo dos carboidratos não é visivelmente perturbado. 1/5 dos pacientes tratados com elevadas doses de glicocorticóides desenvolveu diabetes por esteróide. O tratamento com doses elevadas de corticosteróides pode induzir ao aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso. (< 1%)

Dermatológicas: os efeitos adversos dermatológicos dos corticosteróides incluem retardo da cicatrização das feridas, face avermelhada, aumento do suor, facilidade em ter hematoma, barba, acne na face, peito e costas, estrias das coxas avermelhadas, nádegas e ombros. Após vários meses de tratamento com doses elevadas, pode ocorrer diminuição da espessura da pele. Manifestações dermatológicas alérgicas a corticosteróides incluem erupção cutânea e/ ou dermatite alérgica, urticária e angioedema. Áreas arroxeadas normalmente ocorrem em superfícies extensoras, no dorso da mão e na parte radial do antebraço.

Neurológicas: incluem dor de cabeça, tontura, atividade motora aumentada, alterações isquêmicas de nervos, alterações no eletroencefalograma (EEG) e crises. Doses elevadas podem causar alterações comportamentais e de personalidade, variando de nervosismo, euforia ou alterações no humor a episódios psicóticos que podem incluir tanto estado maníaco quanto depressivo, estado paranóico e psicose tóxica aguda. Há muito não se acredita que problemas psiquiátricos anteriores predispõem alterações comportamentais durante o tratamento com glicocorticóides. Inversamente, a ausência de uma história de doença psiquiátrica não é garantia contra a ocorrência de psicose durante a terapia hormonal.

Endócrinas: envolvem variavelmente o eixo entre o hipotálamo, no cérebro, e a glândula supra-renal; a paratireóide e tireóide. Existem também efeitos metabólicos, envolvendo principalmente os carboidratos. Pode ocorrer supressão do crescimento nas crianças. A síndrome de Cushing pode resultar de elevação prolongada dos níveis de glicocorticóide no sangue. Em alguns homens, o uso de corticosteróides resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozóides. Irregularidades menstruais são comuns. Ocorre antagonismo entre a paratireóide e hipercorticismo. O hipoparatireoidismo latente pode não ser mascarado pela administração dos corticosteróides. A retenção de fosfato decorrente de insuficiência renal causada pela insuficiência adrenal pode também provocar manifestações de hipoparatireoidismo.

Gastrintestinais: incluem náusea, vômitos, perda do apetite (que pode resultar em perda de peso), diarréia ou prisão de ventre, distensão abdominal e irritação do estômago.

Cardiovascular: retenção de sal e água, que pode resultar também em aumento da pressão sangüínea. Queda dos níveis de potássio no sangue pode causar arritmia e parada cardíaca.

Músculo-esqueléticas: osteoporose e fraturas por compressão de vértebras podem ocorrer em pacientes de todas as idades. A osteoporose é uma indicação para a suspensão do tratamento. Miopatia, caracterizada por enfraquecimento da musculatura proximal dos braços, pernas e da sua musculatura da bacia e do ombro associadas, é ocasionalmente relatada em pacientes que estão sob tratamento com doses elevadas de corticosteróides e pode ser causada por relaxantes musculares não-despolarizantes. Isto pode ocorrer logo após o início do tratamento e pode ser suficientemente grave, impedindo os movimentos. Isto é uma indicação para a suspensão do tratamento. Morte de células dos ossos foi freqüentemente descrita e envolve preferencialmente a cabeça do fêmur e úmero.

Efeitos adversos causados pela interrupção do tratamento: fraqueza muscular, queda da pressão sangüínea, queda da taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia), dor de cabeça, náusea, vômitos, cansaço e dores musculares e nas articulações. Fraqueza muscular e endurecimento nas articulações podem persistir por um período de 3 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes da interrupção ou do uso prolongado em altas doses. As seguintes reações adversas foram relatadas; entretanto, não existe nenhuma informação sobre sua incidência.

Gerais: retardo do crescimento em crianças pelo tratamento a longo prazo com corticosteróides.

No sangue: aumento da contagem total de leucócitos, com aumento nos neutrófilos e diminuição nos monócitos, linfócitos e eosinófilos.

Imunológicas: a freqüência e a gravidade das infecções clínicas aumentam durante a terapia com glicocorticóide.

Reações graves ou com risco de vida: supressão do eixo entre o hipotálamo e a suprarenal é uma das conseqüências de administrações repetidas de glicocorticóides (ver item ADVERTÊNCIAS). Em alguns casos, a insuficiência adrenal aguda após um período de tratamento com glicocorticóides foi fatal.

Neurológicas: epilepsia latente pode ser manifestada pelo tratamento com corticosteróide. Tratamento em longo prazo pode resultar em aumento da pressão sangüínea benigna dentro do crânio.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

Os primeiros sinais habituais de superdose de hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdose de prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis da dose não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON. Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência. O tratamento da superdose é sintomático, sendo que a dose deve ser diminuída ou o tratamento com o produto ser interrompido.

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

PREDNISOLON deve ser mantido em sua embalagem original, com a tampa bem fechada e em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Propriedades farmacodinâmicas

A prednisolona é um glicocorticóide sintético com as propriedades gerais dos corticosteróides. Comparado à hidrocortisona, a prednisolona possui uma atividade glicocorticóide e antiinflamatória três vezes mais potente, porém é consideravelmente menos ativa no que diz respeito à sua atividade mineralocorticóide. A prednisolona, assim como a hidrocortisona, é um potente agente terapêutico que influencia a atividade bioquímica da maioria dos tecidos corpóreos. O mecanismo de ação dos corticosteróides parece ser por controle da síntese das proteínas. Os corticosteróides reagem com os receptores de proteínas no citoplasma das células sensíveis na maioria dos tecidos para formar um complexo receptor-esteróide. Propriedades farmacocinéticas O fosfato sódico de prednisolona é um pró-fármaco, hidrolisado in vivo para prednisolona, pela fosfatase alcalina em toda parede intestinal antes da absorção. – 11 – A prednisolona é rapidamente e bem absorvida (tmáx = 1-2 horas) pelo trato gastrintestinal após sua administração oral; 90-95% da prednisolona liga-se às proteínas plasmáticas, tanto menos em doses maiores. O volume aparente de distribuição para a prednisolona livre é 1,5 ± 0,2 L/kg. A prednisolona é eliminada do plasma com meia-vida de 2 a 4 horas. A prednisolona é metabolizada principalmente no fígado. Aproximadamente 7-15% de uma dose oral de prednisolona é excretada na urina como prednisolona inalterada, sendo o restante recuperado como metabólitos, incluindo sulfatos e conjugados glicuronídeos. Carcinogenicidade/Mutagenicidade Em ratos machos, a administração de prednisolona com água em nível de dose diário de 0,4mg/kg durante 2 anos causou um aumento na incidência de tumores hepatocelulares. Resultados similares foram obtidos com a acetonida de triancinolona e budesonida, indicando um efeito da classe dos glicocorticóides. A resposta hepatocarcinogênica a estes fármacos não parece ser relacionada à atividade genotóxica. RESULTADOS DE EFICÁCIA A eficácia de prednisolona está demonstrada nos seguintes estudos: “A pharmacological and clinical comparison of prednisolone and betamethasone in rheumatoid arthritis.” (MARWAH, R. J. 1982); “Dose response of patients to oral corticosteroid treatment during exacerbations of asthma.” (WEBB R. W. 1986).

INDICAÇÕES

PREDNISOLON está indicado nas seguintes condições abaixo.

Desordens Endócrinas: insuficiência adrenocortical primária ou secundária (hidrocortisona ou cortisona na primeira escolha; os análogos sintéticos poderão ser utilizados em associação com mineralocorticóides quando necessário; em lactentes a suplementação mineralocorticóide é de particular importância): hiperplasia adrenal congênita; hipercalcemia associada ao câncer; tireoidite não supurativa.

Desordens reumáticas: como terapia auxiliar para administração a curto prazo (para o paciente superar um episódio agudo ou exacerbação) em: artrite psoriásica; artrite reumatóide, inclusive artrite reumatóide juvenil (casos selecionados poderão necessitar de terapia de manutenção em doses baixas); espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenosinovite inespecífica aguda; artrite gotosa aguda; osteoartrite pós-traumática; sinovite osteoartrítica; epicondilite.

Colagenoses: durante uma exacerbação ou como terapia de manutenção em casos selecionados de lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite (polimiosite) sistêmica; cardite reumática aguda. Doenças dermatológicas: pênfigo; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multiforme severo (síndrome de Stevens-Johnson); dermatite esfoliativa; micose fungóide; psoríase severa; dermatite seborréica severa.

Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes não responsivas aos meios convencionais de tratamento em: rinite alérgica sazonal ou perene; asma brônquica; dermatite de contato; dermatite atópica; doença do soro; reações de hipersensibilidade a fármacos.

Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho e seus anexos, tais como: conjuntivite alérgica; ceratite; úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; irite e iridociclite; corioretinite; inflamação do segmento anterior; coroidite e uveite posterior difusa; neurite ótica, oftalmia simpática.

Doenças respiratórias: sarcoidose sintomática; síndrome de Loëffler não controlável por outros meios; beriliose; tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia antituberculosa adequada; pneumonite por aspiração.

Desordens hematológicas: púrpura trombocitopênica idiopática em adultos; trombocitopenia secundária em adultos; anemia hemolítica adquirida (autoimune); eritroblastopenia (anemia eritrocítica); anemia hipoplásica (eritróide) congênita.

Neoplasias: para o tratamento paliativo de: leucemias e linfomas em adultos; leucemia aguda na infância.

Estados edematosos: para induzir a diurese ou remissão da proteinúria da síndrome nefrótica idiopática, sem uremia, ou aquela devida ao lúpus eritematoso.

Doenças gastrintestinais: para auxiliar o paciente a superar um período crítico da doença em: colite ulcerativa, enterite regional.

Sistema nervoso: exacerbações agudas de esclerose múltipla.

Miscelânea: meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio eminente, quando utilizada concomitantemente à quimioterapia antituberculosa apropriada; triquinose com envolvimento neurológico ou miocárdico.

CONTRA-INDICAÇÕES

PREDNISOLON é contra-indicado em infecções não controladas; infecções micóticas sistêmicas; e também em casos de hipersensibilidade conhecida a prednisona, prednisolona ou a qualquer componente da fórmula.

MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO

DEPOIS DE ABERTO PREDNISOLON deve ser administrado, por via oral, com o auxílio do copo medida que acompanha o medicamento. Depois de aberto, PREDNISOLON deve ser mantido em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C).

POSOLOGIA

A dose inicial de PREDNISOLON por via oral poderá variar de 5 a 60 mL (5 a 60 mg de prednisolona básica) por dia dependendo da doença específica em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas podem ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma resposta clínica favorável. Se após um período razoável de tempo não houver uma resposta clínica favorável, o tratamento com a prednisolona deverá ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada.Deve ser enfatizado que as necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento. Após a obtenção de uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada diminuindo gradativamente a dose inicial a intervalos apropriados, até atingir a dose mínima efetiva. A observação constante do paciente em relação à posologia é necessária. Dentre as situações que tornam necessário o ajuste de dosagem incluem-se as alterações do quadro clínico por remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente à medicação e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença sob tratamento. Neste último caso, poderá ser necessário o aumento da dose de prednisolona por um período de tempo adequado à condição do paciente. Caso seja necessário interromper o tratamento com PREDNISOLON após um longo período de tempo, recomenda-se que a dose seja reduzida gradualmente, e nunca abruptamente. A prednisolona encontra-se na fórmula como fosfato sódico de prednisolona, sendo que 1 mg de prednisolona equivale a 1,34 mg de fosfato sódico de prednisolona. Procedimentos terapêuticos que devem ser realizados em todo tratamento com corticosteróides A dose deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias para evitar o risco de insuficiência adrenal relativa (ver item ADVERTÊNCIAS). É essencial uma supervisão contínua do paciente após a finalização do tratamento com corticosteróide, pois pode ocorrer recidiva de graves manifestações da patologia para a qual o paciente foi tratado. Em geral, a dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta seja observada. A dose deve então ser gradualmente reduzida até que se alcance a menor dose que mantém uma resposta clínica adequada. Posologia em casos especiais “Stress” e Doença intercorrente Nos pacientes sob tratamento prolongado com corticosteróide sujeitos ao “stress” por trauma ou infecção, geralmente, a dose de esteróide deve ser aumentada para cobrir o período de “stress”. Para infecções moderadas sem febre, nenhum aumento é necessário. Para infecções mais graves, a dose de prednisona/ prednisolona deve ser duplicada (para um máximo de 20 mg ao dia, caso a dose usual seja inferior a esta).

Insuficiência adrenocortical

Insuficiência adrenocortical secundária induzida por medicamentos pode ser resultante de uma retirada muito brusca de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução gradual da dose (ver item ADVERTÊNCIAS). Este tipo de insuficiência relativa pode persistir durante meses após a descontinuação do tratamento; portanto, em qualquer situação de “stress” durante este período, pode ser necessário retomar a terapia hormonal. Se o paciente já está recebendo esteróides, pode ser necessário aumento de dose.

ADVERTÊNCIAS

Deve-se fazer uma avaliação risco/ benefício para cada paciente quanto à dose e à duração do tratamento e quanto ao uso diário ou intermitente da medicação, visto que complicações devidas ao tratamento com glicocorticóides são dependentes da concentração da dose e da duração do tratamento. Durante a terapia a longo prazo com corticosteróide, podem ocorrer supressão e atrofia da adrenal e a secreção de corticotropina pode ser suprimida. A duração do tratamento e a dose são fatores importantes na determinação da supressão do eixo pituitário adrenal e na resposta ao “stress” no término do tratamento com esteróide. A suscetibilidade do paciente à supressão é também variável. Alguns pacientes podem recuperar rapidamente a sua função normal. Em outros, a produção de hidrocortisona em resposta ao “stress” das infecções, operações cirúrgicas ou acidentes pode ser insuficiente, resultando em óbito. Portanto, a interrupção dos corticosteróides sempre deve ser feita de forma gradativa. A interrupção abrupta do tratamento com corticosteróide pode precipitar insuficiência adrenal aguda (ver item “REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS”). Em alguns casos, os sintomas da interrupção podem simular a recidiva clínica da doença para a qual o paciente tenha sido tratado. Como a prednisolona apresenta pequena atividade de retenção de sódio, os primeiros sinais habituais de superdosagem da hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdosagem da prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis de dosagem não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON. Cautela nas circunstâncias a seguir Em casos de colite ulcerativa não-específica, se houver probabilidade de perfuração, abcesso ou outras infecções piogênicas iminentes. O medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão e miastenia gravis, quando esteróides são utilizados como terapia direta ou adjuvante. Em pacientes com epilepsia, diabetes mellitus, uremia e na presença de função cardíaca diminuída ou insuficiência cardíaca congestiva (ver item “REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS”). A possibilidade de desenvolvimento de osteoporose deve ser uma consideração importante no início e na manutenção do tratamento com corticosteróide, especialmente no período pós-menopausa (ver item “REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS”). O risco de ulceração gastrintestinal ou hemorragia é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente aos glicocorticóides. Embora estudos clínicos controlados tenham demonstrado que os corticosteróides são eficazes na rapidez da resolução de exarcebações agudas de escleroses múltiplas, eles não demonstram que os corticosteróides afetam o último resultado ou a história natural da doença. Os estudos demonstram que doses relativamente elevadas de corticosteróides são necessárias para demonstrar um efeito significativo. O uso prolongado de corticosteróides pode provocar catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão do nervo óptico e pode intensificar o estabelecimento das infecções oculares secundárias causadas por fungos ou vírus. Os corticosteróides devem ser usados com cautela nos pacientes com herpes simples ocular, devido à possível perfuração da córnea.

Infecção: os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecções (tais como: febre e inflamação) e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. O uso de corticosteróides pode diminuir a resistência e pode haver incapacidade em se localizar a infecção. A suscetibilidade à infecção não é específica para qualquer bactéria ou patógeno fúngico. Os pacientes não devem receber vacinas de vírus vivos enquanto estiverem sob tratamento com corticosteróide. Outros procedimentos de imunização não devem ser utilizados nos pacientes em tratamento com corticosteróides, especialmente em doses elevadas, devido aos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica. Procedimentos de imunização podem ser realizados em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de reposição. Adultos recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores e que não tenham contraído doenças como varicela e sarampo, devem ter cautela especial para evitar estas exposições. Em caso de exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina anti-varicelazoster (VZIG) ou “pool” de imunoglobulina intravenosa (IVIG), quando apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela, pode ser considerado o tratamento com agentes antivirais. Foi relatado Sarcoma de Kaposi em pacientes recebendo corticoterapia. A descontinuação dos corticosteróides pode resultar em debilitação clínica. Cuidados a serem considerados antes do uso de PREDNISOLON Durante o tratamento a longo prazo, devem-se realizar estudos laboratoriais e metabólicos. A retenção de líquidos deve ser monitorada pelo balanço de líquidos e pesagem diária. Pode ser necessário reduzir a ingestão de sódio para menos do que 1 g diário e também de suplementos de potássio. Risco de uso por via de administração não recomendada. Não há estudos dos efeitos de PREDNISOLON administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral. Gravidez Nas experiências realizadas com animais, os corticosteróides demonstraram causar malformações de diversos tipos (fenda palatina, malformações esqueléticas) e aborto. Estes resultados não parecem ser relevantes em humanos. Após tratamento a longo prazo, foi relatada redução da placenta e do peso fetal em animais e em humanos. Devido à possibilidade de supressão do córtex adrenal do recém-nascido, após tratamento prolongado da mãe, deve-se considerar com cautela o risco ao feto quando da prescrição de corticosteróides a mulheres grávidas. No período pré-parto, o uso de corticosteróides a curto prazo, para a prevenção da síndrome de insuficiência respiratória, não causou risco ao feto ou ao recém-nascido. Edema pulmonar materno com tocólise e excesso de líquidos foram relatados com o uso de PREDNISOLON. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Categoria de risco na gravidez: categoria C.

Lactação

O fármaco é excretado no leite materno; portanto, a administração a lactantes não é recomendada.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

Idosos

É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.

Crianças

As crianças que utilizam esteróides em longo prazo devem ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento, osteoporose e supressão adrenal. As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções do que as crianças saudáveis. Varicela e sarampo, por exemplo, podem apresentar conseqüências mais graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina anti-varicela-zoster (VZIG) ou “pool” de imunoglobulina intravenosa (IVIG), quando apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela, pode ser considerado o tratamento com agentes antivirais. Grupos de risco Nos pacientes com insuficiência hepática, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento de doenças hepáticas crônicas ativas com PREDNISOLON, as principais reações adversas, como fratura vertebral, diabete, hipertensão, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes. Nos pacientes com hipotireoidismo e naqueles com cirrose existe efeito acentuado dos corticosteróides Pacientes com tuberculose ativa ou quiescente duvidosa, não devem utilizar PREDNISOLON, exceto como adjuvante ao tratamento com fármacos tuberculostáticos, pois pode ocorrer recidiva da doença. A quimioprofilaxia é indicada durante o tratamento prolongado com corticosteróide. Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.

Atenção diabéticos: contém solução de sorbitol 70% (567,12 mg/mL).

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Com base no seu potencial de significância clínica, foram selecionadas as seguintes interações medicamentosas com corticosteróides: antiácidos; agentes antidiabéticos (oral ou insulina); glicosídeos digitálicos; diuréticos; fármacos que induzem as enzimas microssomais hepáticas, tais como: barbitúricos, fenitoína e rifampicina; suplementos de potássio; ritodrina; medicações ou alimentos contendo sódio; somatropina; vacinas de vírus vivos ou outras imunizações. Convulsões foram relatadas durante o uso concomitante de metilprednisolona e ciclosporina. Visto que o uso concomitante destes agentes resulta em inibição mútua do metabolismo, é possível que os efeitos adversos associados ao uso isolado de cada medicamento sejam mais propensos a ocorrerem. Os fármacos que induzem as enzimas hepáticas, tais como fenobarbital, fenitoína e rifampicina, podem aumentar o “clearance” dos corticosteróides e podem requerer aumento da dose de corticosteróide para atingir a resposta desejada. Fármacos como troleandomicina e cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteróides e conseqüentemente diminuir o seu “clearance”. Portanto, a dose de corticosteróide deve ser adequada para evitar toxicidade esteroidal. Pode ocorrer aumento do risco de toxicidade com salicilatos quando da interrupção da corticoterapia. Pacientes portadores de hipoprotrombinemia devem ter cautela quando do uso concomitante de aspirina com corticosteróides. O efeito dos corticosteróides sobre os anticoagulantes orais é variável. Foram observados tanto aumento como diminuição dos efeitos dos anticoagulantes, quando administrados concomitantemente a corticosteróides. Portanto, os índices de coagulação devem ser monitorados para manter o efeito anticoagulante desejado. Em pacientes tratados com corticosteróides sistêmicos, o uso de relaxantes musculares não-despolarizantes pode resultar em relaxamento prolongado. O uso concomitante de estrogênios pode diminuir o metabolismo dos corticosteróides, incluindo a hidrocortisona. A necessidade de corticosteróide pode ser reduzida em pacientes que utilizam estrogênios (por exemplo: medicamentos contraceptivos).

Álcool

O risco de ulceração gastrintestinal ou hemorragia é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente com os glicocorticóides.

Testes laboratoriais

Os glicocorticóides podem diminuir a absorção de I131 e as concentrações de iodo ligado às proteínas, dificultando a monitoração da resposta terapêutica dos pacientes recebendo medicamento para tireoidite. Os glicocorticóides podem produzir resultados falso-negativos no teste de tetrazólio nitroazul (NBT) para infecções bacterianas sistêmicas. Os glicocorticóides podem suprimir as reações de testes cutâneos.

REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS

Efeitos prejudiciais são pouco prováveis de ocorrerem com a administração a curto prazo de PREDNISOLON, mesmo em altas doses. A maioria das reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes de interrupção ou de uso prolongado em doses elevadas. Os efeitos adversos associados ao uso dos corticosteróides em doses elevadas necessárias para produzir a resposta terapêutica são resultantes da ação excessiva sobre o balanço de eletrólito: ação excessiva em outros aspectos do metabolismo incluindo gliconeogênese; ação sobre a reconstituição tecidual e cicatrização e efeito inibitório da secreção de corticotropina pela glândula pituitária anterior. A alteração do balanço hidroeletrolítico manifesta-se na retenção de sódio com edema e hipertensão e na excreção aumentada de potássio com o desenvolvimento de alcalose hipopotassêmica. Em casos extremos, pode induzir insuficiência cardíaca. Alterações no balanço eletrolítico são naturalmente comuns com corticotropinas, cortisona, desoxicortona e hidrocortisona, mas ocorrem menos freqüentemente com derivados sintéticos como a prednisona e prednisolona. Outros efeitos metabólicos incluem mobilização de cálcio e fósforo, com osteoporose e fraturas espontâneas; depleção de nitrogênio e hiperglicemia, com acentuação ou precipitação de estado diabético. As necessidades de insulina dos pacientes diabéticos são aumentadas e freqüentemente ocorre aumento do apetite. Os efeitos sobre a reconstituição tecidual manifestam-se como ulceração péptica com hemorragia e perfuração, retardando a cicatrização de feridas e aumentando a predisposição para infecção. Foi relatado aumento na suscetibilidade para todos os tipos de infecções, incluindo septicemia, infecções fúngicas e virais. Doses elevadas de corticosteróides ou corticotropinas podem produzir sintomas típicos de hiperatividade do córtex adrenal, como “cara de lua”, “corcova de búfalo”, estrias e acne, algumas vezes levando ao desenvolvimento completo da síndrome de Cushing. Se a administração do hormônio for imediatamente descontinuada na presença destes sintomas, eles são geralmente reversíveis, mas a brusca descontinuação pode ser perigosa. A dose de corticosteróide necessária para causar diminuição ou ausência da corticotropina no sangue, com conseqüente atrofia do córtex adrenal e o tempo necessário para isto ocorrer são variáveis. A insuficiência adrenal aguda, com perda de consciência, pode ocorrer durante o tratamento prolongado ou na interrupção do tratamento e pode ser precipitada por infecção ou trauma. Foi relatado retardo do crescimento em crianças e neste aspecto a cortisona apresenta 1/10 da potência quando comparada à prednisona e prednisolona. Outros efeitos tóxicos incluem alterações mentais e neurológicas, hipertensão intracraniana e na redução abrupta da dose durante o tratamento de artrite reumatóide, fatalidades atribuídas a lesões de pequenas artérias e arteríolas similares à poliarterite. Infecções podem ser mascaradas, visto que os corticosteróides apresentam propriedades antiinflamatórias e antipiréticas acentuadas e podem produzir sensação de bem-estar. A administração dos corticosteróides pode também causar redução no número de linfócitos circulantes. Fraqueza muscular é um efeito adverso ocasional da maioria dos corticosteróides, principalmente quando administrados em doses elevadas. Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteróides e sua incidência eleva-se se a dose aumenta muito acima de 8 mg/ dia de prednisolona ou seu equivalente. – Freqüência de incidência de reações pós-comercialização (> 5%)

Gastrintestinais: aumento de apetite; indigestão.

Neurológicas: nervosismo ou cansaço; insônia. (1-5%)

Dermatológicas: reações alérgicas locais.

Gastrintestinais: podem ocorrer pancreatite e esofagite ulcerativa. Ulceração péptica é uma complicação ocasional. A elevada incidência de hemorragia e perfuração nestas úlceras e o seu desenvolvimento natural tornaram-se problemas terapêuticos graves. Alguns investigadores acreditam que a evidência disponível não suporta a conclusão que os esteróides causam úlcera. Outros acreditam que apenas os pacientes com artrite reumatóide apresentam maior incidência de úlcera. Foi proposto que os glicocorticóides alteram o mecanismo de defesa da mucosa.

Oftalmológicas: o uso prolongado dos glicocorticóides pode resultar em catarata subcapsular posterior (particularmente em crianças), exoftalmia, ou aumento da pressão intraocular que pode resultar em glaucoma ou pode, ocasionalmente, danificar o nervo óptico e em casos raros, levar à cegueira. O estabelecimento de infecções secundárias fúngicas ou virais dos olhos pode também ser intensificado.

Bioquímicas: todos os glicocorticóides aumentam a gliconeogênese. A tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina são diminuídas; desde que a função das ilhotas pancreáticas seja normal, o metabolismo dos carboidratos não é visivelmente perturbado. 1/5 dos pacientes tratados com elevadas doses de glicocorticóides desenvolveu diabete por esteróide. O tratamento com doses elevadas de corticosteróides pode induzir hipertrigliceridemia acentuada, com plasma leitoso. (< 1%)

Dermatológicas: os efeitos adversos dermatológicos dos corticosteróides incluem retardo da cicatrização das feridas, eritema facial, aumento da sudorese, facilidade em ter hematoma, hirsutismo, erupção acneiforme na face, peito e costas, rubor nas estrias das coxas, nádegas e ombros. Após vários meses de tratamento com doses elevadas, pode ocorrer diminuição da espessura da pele. Manifestações dermatológicas de hipersensibilidade a corticosteróides incluem erupção cutânea e/ ou dermatite alérgica, urticária e angioedema. Corticosteróides induziram púrpura semelhante à púrpura senil. Esta púrpura normalmente ocorre em superfícies extensoras, no dorso da mão e na parte radial do antebraço.

Neurológicas: os efeitos adversos neurológicos incluíram cefaléia, vertigem, atividade motora aumentada, neuropatia isquêmica, anormalidades no EEG e crises. Doses elevadas podem causar alterações comportamentais e de personalidade, variando de nervosismo, euforia ou alterações no humor a episódios psicóticos que podem incluir tanto estado maníaco quanto depressivo, estado paranóico e psicose tóxica aguda. Há muito não se acredita que problemas psiquiátricos anteriores predispõem alterações comportamentais durante o tratamento com glicocorticóides. Inversamente, a ausência de uma história de doença psiquiátrica não é garantia contra a ocorrência de psicose durante a terapia hormonal.

Endócrinas: os efeitos endócrinos dos glicocorticóides envolvem variavelmente o eixo hipotalâmico-pituitário adrenal; a paratireóide e tireóide. Existem também efeitos metabólicos, envolvendo principalmente os carboidratos. Pode ocorrer supressão do crescimento nas crianças. A síndrome de Cushing pode resultar de elevação prolongada dos níveis plasmáticos de glicocorticóide. Em alguns homens, o uso de corticosteróides resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozóides. Irregularidades menstruais são comuns. Ocorre antagonismo entre a paratireóide e hipercorticismo. O hipoparatireoidismo latente pode não ser mascarado pela administração dos corticosteróides. A retenção de fosfato decorrente de insuficiência renal causada pela insuficiência adrenal pode também provocar manifestações de hipoparatireoidismo.

Gastrintestinais: os efeitos adversos gastrintestinais dos corticosteróides incluem náusea, vômitos, anorexia (que pode resultar em perda de peso), diarréia ou constipação, distensão abdominal e irritação gástrica.

Cardiovascular: a atividade mineralocorticóide de um esteróide pode levar a retenção de sal e água, que pode resultar também em hipertensão. Hipopotassemia pode causar arritmia e parada cardíaca. – 20 –

Músculo-esqueléticas: osteoporose e fraturas por compressão vertebral podem ocorrer em pacientes de todas as idades. A osteoporose é uma indicação para a suspensão do tratamento. Miopatia, caracterizada por enfraquecimento da musculatura proximal dos braços, pernas e da sua musculatura pélvica e do ombro associadas, é ocasionalmente relatada em pacientes que estão sob tratamento com doses elevadas de corticosteróides e pode ser causada por relaxantes musculares não-despolarizantes. Isto pode ocorrer logo após o início do tratamento e pode ser suficientemente grave, impedindo os movimentos. Isto é uma indicação para a suspensão do tratamento. Necrose asséptica avascular dos ossos foi freqüentemente descrita e envolve preferencialmente a cabeça do fêmur e úmero.

Efeitos adversos causados pela interrupção do tratamento: fraqueza muscular, hipotensão, hipoglicemia, cefaléia, náusea, vômitos, cansaço e dores musculares e nas articulações. Fraqueza muscular e rigidez nas articulações podem persistir por um período de 3 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes da interrupção ou do uso prolongado em altas doses. As seguintes reações adversas foram relatadas; entretanto, não existe nenhuma informação sobre sua incidência:

Gerais: retardo do crescimento em crianças pelo tratamento a longo prazo com corticosteróides.

Hematológicas: aumento da contagem total de leucócitos, com aumento nos neutrófilos e diminuição nos monócitos, linfócitos e eosinófilos.

Imunológicas: a freqüência e a gravidade das infecções clínicas aumentam durante a terapia com glicocorticóide.

Reações graves ou com risco de vida: supressão do eixo hipotalâmico-pituitário adrenal é uma das conseqüências de administrações repetidas de glicocorticóides (ver item ADVERTÊNCIAS). Em alguns casos, a insuficiência adrenal aguda após um período de tratamento com glicocorticóides foi fatal.

Neurológicas: epilepsia latente pode ser manifestada pelo tratamento com corticosteróide. Tratamento a longo prazo pode resultar em hipertensão intracraniana benigna.

SUPERDOSE

O tratamento da superdose é sintomático, sendo que a dose deve ser diminuída ou o tratamento com o produto ser interrompido.

ARMAZENAGEM

PREDNISOLON deve ser armazenado em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

DIZERES LEGAIS VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Esta bula é continuamente atualizada.

Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

MS 1.1300.0282 Farm. Resp.: Antonia A. Oliveira CRF-SP no 5854 Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Rua Conde Domingos Papais, 413 Suzano – São Paulo CEP 08613-010 C.N.P.J. 02.685.377/0008-23 Indústria Brasileira

Bula do Pred Mild (Antiinflamatório)

Pred-MildBula do Pred Mild ®:

acetato de prednisolona 0,12%

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Frasco plástico conta-gotas contendo 10 ml de suspensão oftálmica estéril.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

SUSPENSÃO OFTÁLMICA

Cada ml contém: 1,2 mg de acetato de prednisolona. Veículo: cloreto de benzalcônio, polissorbato 80, ácido bórico, citrato de sódio diidratado, metabissulfito de sódio, cloreto de sódio, edetato dissódico e hidroxipropilmetilcelulose e água purificada q.s.p.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

• Ação esperada do medicamento: ação antiinflamatória. • Cuidados de armazenamento: o produto deve ser armazenado a temperatura ambiente (entre 15˚C e 30˚C) e ao abrigo da luz. Manter o frasco na posição vertical.

• Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

• Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando.

• Cuidados de administração: agite o frasco antes de usar. Instile a dose recomendada, no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

• Interrupção do tratamento: não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. As doses devem ser reduzidas gradualmente, conforme orientação médica.

• Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

• Contra-indicações e precauções: informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE

Informação Técnica

Pred Mild® (acetato de prednisolona) suspensão oftálmica estéril contém o acetato de prednisolona, glicocorticóide sintético, que apresenta 3 a 5 vezes a potência antiinflamatória da hidrocortisona. Os glicocorticóides inibem o edema, a deposição da fibrina, a dilatação capilar e a migração fagocítica da resposta inflamatória aguda, bem como a proliferação capilar, depósito de colágeno e formação de cicatriz.

Indicações

Nas inflamações da conjuntiva bulbar e palpebral, nas inflamações da córnea e segmento anterior do globo, suscetíveis a esteróides.

Contra-indicações

Infecções oculares purulentas agudas, herpes simplex superficial agudo (ceratite dendrítica), vacínia, varicela e muitas outras doenças virais da córnea e conjuntiva, tuberculose ocular, doenças fúngicas do olho e sensibilidade a qualquer dos componentes da formulação.

Precauções e Advertências

Tem sido relatada a formação de catarata subcapsular posterior após o uso prolongado de corticosteróides oftálmicos tópicos. Os pacientes com história de ceratite por herpes simplex devem ser tratados com precaução.

Gravidez

Não foram realizados estudos bem controlados com a prednisolona em gestantes. No entanto, como os estudos experimentais mostraram que os corticóides, em geral, apresentam ação teratogênica em camundongos, tendo ocorrido aumento da incidência de fenda palatina nos animais tratados com aplicação tópica ocular repetida, recomenda-se que o produto seja utilizado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto.

Lactação

Não se sabe se a aplicação tópica ocular de corticosteróides resulta em absorção sistêmica de quantidades suficientes para serem detectadas no leite humano. No entan-to, está demonstrado que corticosteróides administrados por via sistêmica passam para o leite materno e poderiam interferir no crescimento, na produção endógena de corticosteróides, ou causar outros efeitos indesejáveis no lactente. Por causa das po-tenciais reações adversas graves da prednisolona para os lactentes, recomenda-se avaliar a importância do tratamento para a mãe e decidir sobre a interrupção do tratamento com a prednisolona ou do aleitamento.

Advertências gerais

Nas doenças que causam afinamento de córnea, podem ocorrer perfurações com o uso de esteróides tópicos. Devido à ausência de agente antimicrobiano, se ocorrer uma infecção, devem ser toma-das medidas para combater os organismos envolvidos. Em infecções oculares purulentas, o uso de esteróide tópico pode mascarar ou aumentar a infecção existente. O uso de medicação esteróide em presença de herpes simplex requer precaução e deve ser acompanhado de freqüentes exames com microscópio com lâmpada de fenda. Como tem sido relatado o aparecimento de infecções fúngicas com o uso prolongado de esteróides tópicos, deve-se suspeitar de invasões fúngicas em qualquer ulceração da córnea, quando o esteróide foi usado ou está em uso. O uso de corticosteróides tópicos pode provocar o aumento da pressão intra-ocular em certos pacientes, o que pode ocasionar dano ao nervo óptico e falhas no campo visual. É aconselhável a monitorização freqüente da pressão intra-ocular.

Interações Medicamentosas

Não são conhecidas interações com outros medicamentos.

Posologia

Agite o frasco antes de usar. Instile 1 a 2 gotas no saco conjuntival, 2 a 4 vezes por dia. Durante as 24 a 48 horas iniciais, a posologia pode ser aumentada para 2 gotas a cada hora. Deve ser tomado cuidado a fim de não se descontinuar prematuramente o tratamento.

Superdosagem

Em geral, superdosagens não provocam problemas agudos. Se, acidentalmente, for ingerido, beba bastante líquido para diluir, ou procure orientação médica. Pacientes Idosos Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias. Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. ANVISA/ MS – 1.0147.0006 Farm. Resp.: Dra Flávia Regina Pegorer – CRF-SP nº 18.150 Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA Av. Guarulhos, 3272 – CEP 07030-000 – Guarulhos -SP CNPJ 43.426.626/0009-24 Indústria Brasileira

Bula do Pred Fort Colírio (Antiinflamatório)

Pred-FortBula do Pred Fort®:

acetato de prednisolona 1,0%

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de suspensão oftálmica estéril.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

SUSPENSÃO OFTÁLMICA

Cada ml contém 10 mg de acetato de prednisolona. Veículo: polisorbato 80, ácido bórico, citrato de sódio hidratado, bissulfito de sódio, cloreto de sódio, edetato dissódico, hidroxipropilmetilcelulose, cloreto de benzalcônio como preservativo e água purificada q.s.p.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

• Ação esperada do medicamento: ação antiinflamatória.

• Cuidados de armazenamento: o produto deve ser armazenado a temperatura ambiente (entre 15˚C e 30˚C) e ao abrigo da luz. Manter o frasco na posição vertical. Após a abertura do frasco, não tocar a ponta do mesmo a fim de evitar contaminação. Fechar o frasco imediatamente após o uso.

• Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

• Gravidez e lactação: informar seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

• Cuidados de administração: instilar a dose recomendada, no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

• Interrupção do tratamento: o uso do produto não deve ser interrompido abruptamente, mas a dose deve ser reduzida gradualmente, conforme orientação médica.

• Reações adversas: informar ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

• Contra-indicações e precauções: infecções oculares purulentas agudas, infecções virais, fúngicas e hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Informar ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Informação Técnica

Pred Fort® (acetato de prednisolona) suspensão oftálmica estéril contém o acetato de prednisolona, glicocorticóide sintético, que apresenta 3 a 5 vezes a potência antiinflamatória da hidrocortisona. Os glicocorticóides inibem o edema, a deposição da fibrina, a dilatação capilar e a migração fagocítica da resposta inflamatória aguda, bem como a proliferação capilar, depósito de colágeno e formação de cicatriz.

Indicações

Nas inflamações da conjuntiva bulbar e palpebral, nas inflamações da córnea e segmento anterior do globo, suscetíveis a esteróides.

Contra-Indicações

Infecções oculares purulentas agudas, herpes simplex superficial aguda (ceratite dendrítica), vaccinia, varicela e muitas outras doenças virais da córnea e conjuntiva, tuberculose ocular, doenças fúngicas do olho e sensibilidade a qualquer dos componentes da formulação.

Precauções e Advertências

Tem sido relatada a formação de catarata subcapsular posterior após o uso prolongado de corticosteróides oftálmicos tópicos. Os pacientes com história de ceratite por herpes simplex devem ser tratados com precaução.

1 – Nas doenças que causam afinamento de córnea, podem ocorrer perfurações com o uso de esteróides tópicos.

2 – Devido à ausência de agente antimicrobiano, se ocorrer uma infecção, devem ser tomadas medidas para combater os organismos envolvidos.

3 – Em infecções oculares purulentas, o uso de esteróide tópico pode mascarar ou aumentar a infecção existente.

4 – O uso de medicação esteróide em presença de herpes simplex requer precaução e deve ser acompanhado de freqüentes exames com microscópio com lâmpada de fenda.

5 – Como tem sido relatado o aparecimento de infecções fúngicas com o uso prolongado de esteróides tópicos, deve-se suspeitar de invasões fúngicas em qualquer ulceração da córnea, quando o esteróide foi usado ou está em uso.

6 – O uso de corticosteróides tópicos pode provocar o aumento da pressão intra-ocular em certos pacientes, o que pode ocasionar dano ao nervo óptico e falhas no campo visual. É aconselhável a monitorização freqüente da pressão intra-ocular.

7 – Gravidez: não foram realizados estudos controlados com a prednisolona em gestantes. No entanto, como os estudos experimentais mostraram que os corticóides, em geral, apresentam ação teratogênica em camundongos, tendo ocorrido aumento da incidência de fenda palatina nos animais tratados com aplicação tópica ocular repetida, recomenda-se que o produto seja utilizado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto. 8 – Lactação: não se sabe se a aplicação tópica ocular de corticosteróides resulta em absorção sistêmica de quantidades suficientes para serem detectadas no leite humano. No entanto está demonstrado que corticosteróides administrados por via sistêmica passam para o leite materno, e poderiam interferir no crescimento, na produção endógena de corticosteróides, ou causar outros efeitos indesejáveis no lactente. Por causa das potenciais reações adversas graves da prednisolona em lactentes, recomenda-se avaliar a importância do tratamento para a mãe, e decidir sobre a interrupção do tratamento com a prednisolona ou do aleitamento.

Interações Medicamentosas

Não são conhecidas interações com outros medicamentos.

Reações Adversas

Podem ocorrer ardor interno, prurido intenso, inchaço ou vermelhidão das pálpebras.

Posologia

Agitar o frasco antes de usar. Instilar 1 a 2 gotas no saco conjuntival, 2 a 4 vezes por dia. Durante as 24 a 48 horas iniciais, a posologia pode ser aumentada para 2 gotas a cada hora. Deve ser tomado cuidado a fim de não se descontinuar prematuramente o tratamento.

Superdosagem Em geral, superdosagens não provocam problemas agudos. Se, acidentalmente, for ingerido, beber bastante líquido para diluir, ou procurar orientação médica.

Pacientes Idosos

Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias. Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0006 Farm. Resp.: Dra. Fávia Regina Pegorer CRF-SP nº 18.150 Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA Av. Guarulhos, 3.272 – CEP 07030-000 – Guarulhos – SP CNPJ 43.426.626/0009-24 Indústria Brasileira ® Marca Registrada Texto adaptado à portaria 110/97 71840BR10X – Laetus: 170

Bula do Ponstan (Antiinflamatório)

PonstanBula do Ponstan®:

ácido mefenâmico

PARTE I

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Nome: Ponstan®

Nome genérico: ácido mefenâmico

Forma farmacêutica e apresentação: Ponstan® 500 mg em embalagens contendo 24 comprimidos.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 14 ANOS DE IDADE

USO ORAL

Composição: Cada comprimido contém o equivalente a 500 mg de ácido mefenâmico.

Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, povidona 30, vanilina, corante amarelo FDC nº 5 de alumínio laca, dióxido de silício coloidal.

PARTE II

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ponstan® (ácido mefenâmico) é indicado para o alívio sintomático de artrite reumatóide, osteoartrite, dor (muscular, traumática, dentária, dor de cabeça de várias origens, pós-operatória e pós-parto), dismenorréia primária, menorragia por causas disfuncionais ou por uso de DIU (dispositivo intrauterino) quando excluído doença pélvica de causa orgânica e síndrome pré-menstrual. Ponstan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. Ponstan® não é recomendado a mulheres grávidas. Mulheres sob tratamento com Ponstan® devem consultar o médico caso decidam engravidar. Ponstan® não deve ser usado durante a amamentação. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. O tratamento em pacientes pediátricos (acima de 14 anos de idade) não deve se prolongar por mais de 7 dias. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe ao seu médico quanto ao aparecimento de reações tais como reações alérgicas, nervosismo, visão turva, convulsões, tontura, sonolência, dor de cabeça, insônia, irritação ocular, perda reversível de visão das cores, dor de ouvido, palpitação, hipotensão (queda da pressão arterial), asma, falta de ar, dor na região do abdômen, diarréia e náuseas com ou sem vômitos, anorexia (perda do apetite), constipação, flatulência (gases), dor abdominal com ou sem perda de sangue, queimação, dificuldade para respirar, edema de face, sudorese, coceira, erupções cutâneas (rash) (manchas avermelhadas ou bolhas na pele) (vide demais reações no item “Reações Adversas”). Se ocorrer diarréia, outros problemas digestivos (como sangramento, ulceração e perfuração) ou erupção cutânea (rash), o tratamento deve ser descontinuado imediatamente e o médico deve ser consultado. Os antiinflamatórios não-esteróides, incluindo Ponstan®, devem ser usados com cautela se você tem hipertensão. A pressão sangüínea deve ser cuidadosamente monitorada pelo seu médico no início e durante o tratamento com Ponstan®. Ponstan® pode ser administrado junto às refeições, e não deve ser ingerido com bebidas alcoólicas.

Ponstan® contém o corante amarelo de TARTRAZINA (amarelo FD&C nº 5) que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Ponstan® não deve ser usado se você já apresentou hipersensibilidade (alergia) ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula. Devido à possibilidade de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios nãoesteróides (AINEs), Ponstan® não deve ser administrado se você apresenta sintomas de broncoespasmo (chiado no peito), rinite alérgica ou lesões avermelhadas na pele com coceira induzidos por estes medicamentos. Ponstan® é contra-indicado se você tem úlcera ativa ou inflamação crônica do trato gastrintestinal superior ou inferior. Ponstan® deve ser evitado se você tem disfunção renal preexistente. Ponstan® é contra-indicado no tratamento da dor peri-operatória em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio. Ponstan® também é contra-indicado se você tem insuficiência renal, hepática e cardíaca graves. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento (vide “Interações Medicamentosas”). O efeito na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi sistematicamente avaliado.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

PARTE III INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Propriedades Farmacodinâmicas

O ácido mefenâmico é um agente não-esteróide, com atividade antiinflamatória, analgésica e antipirética demonstrada experimentalmente em animais de laboratório. Em modelos animais, verificou-se que o ácido mefenâmico inibe a síntese de prostaglandinas e compete pelo sítio de ligação dos receptores de prostaglandinas.

Propriedades Farmacocinéticas

Absorção

O ácido mefenâmico é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Após uma dose oral de 1 g a adultos, níveis plasmáticos máximos de 10 mcg/mL ocorrem no intervalo de 1 a 4 horas, com uma meia-vida de 2 horas. Após doses múltiplas, os níveis plasmáticos são proporcionais à dose, sem acúmulo do fármaco. Um grama de ácido mefenâmico administrado 4 vezes ao dia produz níveis plasmáticos máximos de 20 mcg/mL por volta do segundo dia de tratamento.

Distribuição

O ácido mefenâmico liga-se extensivamente às proteínas plasmáticas. Eliminação Após uma única dose oral, 52-67% da dose é recuperada na urina sob a forma inalterada ou sob forma de um dos dois metabólitos. Após três dias de tratamento, 20-25% da dose administrada é eliminada nas fezes, principalmente como metabólito II não-conjugado. Dados de Segurança Pré-clínicos Ratas que receberam até 10 vezes a dose recomendada para humanos mostraram diminuição da fertilidade, atraso no parto e taxa de sobrevivência ao desmame reduzida. Não foram observadas anormalidades fetais neste estudo e nem em outro no qual utilizou cães recebendo 10 vezes a dose recomendada para humanos.

INDICAÇÕES

Ponstan® (ácido mefenâmico) é indicado para: 1. Alívio sintomático de artrite reumatóide (inclusive doença de Still), osteoartrite e dor incluindo dor muscular, traumática e dentária, cefaléias de várias etiologias, dor pósoperatória e pós-parto. 2. Alívio sintomático da dismenorréia primária. 3. Menorragia por causas disfuncionais ou por uso de DIU (dispositivo intrauterino), tendo sido afastadas as demais causas de doença pélvica.

4. Síndrome pré-menstrual.

CONTRA-INDICAÇÕES

Ponstan® (ácido mefenâmico) não deve ser utilizado por pacientes com história prévia de hipersensibilidade ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula. Devido à possibilidade de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), Ponstan® não deve ser administrado a pacientes que apresentam sintomas de broncoespasmo, rinite alérgica ou urticária induzidos por estes medicamentos. Ponstan® é contra-indicado a pacientes com úlcera ativa ou inflamação crônica do trato gastrintestinal superior ou inferior. Ponstan® deve ser evitado em pacientes com disfunção renal preexistente. Ponstan® é contra-indicado no tratamento da dor peri-operatória de cirurgia para revascularização do miocárdio. Ponstan® é contra-indicado a pacientes com insuficiência renal e hepática grave. Ponstan® é contra-indicado a pacientes com insuficiência cardíaca grave.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Deve-se evitar o uso concomitante de Ponstan® (ácido mefenâmico) com AINEs, incluindo os inibidores da COX-2. Efeitos Cardiovasculares Os AINEs podem causar o aumento do risco de desenvolvimento de eventos cardiovasculares trombóticos graves, infarto do miocárdio e derrame, que pode ser fatal. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular podem estar sob risco maior. A fim de minimizar o risco potencial de eventos adversos cardiovasculares em pacientes tratados com Ponstan®, deve-se utilizar a menor dose eficaz e o tratamento deve ser feito no menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos, mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados dos sinais e/ou sintomas da toxicidade cardiovascular grave e da conduta caso ocorram (vide “Contra-indicações”).

Hipertensão

Assim como todos os AINEs, Ponstan® pode levar ao início de uma hipertensão ou piora de hipertensão preexistente, ambos dos quais podem contribuir para o aumento da incidência de eventos cardiovasculares. Os AINEs, incluindo Ponstan®, devem ser usados com cautela em pacientes com hipertensão. A pressão sangüínea deve ser cuidadosamente monitorada no início e durante o tratamento com Ponstan®.

Retenção de Líquido e Edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foi observada retenção de líquido e edema em alguns pacientes recebendo AINEs, incluindo Ponstan®. Portanto, Ponstan® deve ser utilizado com cautela em pacientes com comprometimento da função cardíaca e outras condições que predisponham, ou piorem pela retenção de líquidos. Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos Gastrintestinais

Se ocorrer diarréia, a dose deve ser reduzida ou o medicamento temporariamente suspenso. Os sintomas podem reaparecer em caso de reexposição ao medicamento em certos pacientes. Os AINEs, incluindo Ponstan®, podem causar reações adversas gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que pode ser fatal. Se ocorrer sangramento ou ulceração gastrintestinal durante o tratamento com Ponstan®, o uso do medicamento deve ser interrompido. Os pacientes com maior risco de desenvolverem este tipo de complicação gastrintestinal com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes utilizando ácido acetilsalicílico concomitantemente ou pacientes com história anterior ou ativa de doença gastrintestinal, como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Ponstan® deve ser utilizado com cautela nestes pacientes (vide “Contra-indicações”).

Reações na Pele

Reações cutâneas graves, algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica foram relatadas muito raramente em associação ao uso de AINEs, incluindo Ponstan®. Os pacientes parecem estar sob maior risco de desenvolverem estas reações no início do tratamento; o início da reação ocorre, na maioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. Ponstan® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo, lesão da mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. Testes Laboratoriais Ponstan® pode produzir reação falso-positiva na pesquisa de compostos biliares na urina. Ao suspeitar-se de biliúria, devem ser realizados outros procedimentos diagnósticos, como o teste de Harrison.

Efeitos Renais

Em raros casos os AINEs, incluindo Ponstan®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas que servem para manter a perfusão renal em pacientes com fluxo sangüíneo renal e volume sangüíneo diminuídos. Nesses pacientes, a administração de AINEs pode precipitar descompensação renal evidente, reversível após a suspensão do tratamento. Pacientes sob maiores riscos são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica, doença renal evidente e os idosos. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados enquanto estiverem sendo tratados com AINEs. A interrupção do tratamento com antiinflamatórios não-esteróides (AINEs) é caracteristicamente seguida de retorno ao estado pré-tratamento. Uma vez que os

metabólitos do Ponstan® são eliminados principalmente pelos rins, o fármaco não deve ser administrado a pacientes com função renal significativamente prejudicada. Efeitos Hematológicos Ponstan®, pode inibir a agregação plaquetária e pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes sob tratamento com varfarina (vide “Interações Medicamentosas”).

Efeitos Hepáticos

Pode haver elevações limítrofes em um ou mais testes de função hepática em alguns pacientes recebendo Ponstan®. Estas elevações podem progredir, manterem-se inalteradas ou podem ser transitórias com a continuação do tratamento. Pacientes com sintomas e/ou sinais sugestivos de disfunção hepática ou teste funcional hepático alterado, devem ser avaliados para detectar o desenvolvimento de reações hepáticas mais graves, quando em tratamento com Ponstan®. Caso os testes funcionais hepáticos alterados persistam, piorem ou apareçam sinais ou sintomas clínicos de doença hepática, ou ainda, se ocorrerem manifestações sistêmicas, o tratamento com Ponstan® deve ser descontinuado. Ponstan® contém o corante amarelo de TARTRAZINA (amarelo FD&C nº 5) que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Uso durante a Gravidez

Vide “Informações Técnicas – Dados de Segurança Pré-clínicos”. Como não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas, Ponstan® deve ser utilizado apenas se o potencial benefício para a mãe justificar o possível risco para o feto. Não se sabe se Ponstan® ou seus metabólitos atravessam a placenta. Entretanto, devido aos efeitos dessa classe de medicamentos (por ex., inibidores da síntese de prostaglandina) sobre o sistema cardiovascular fetal (por ex., fechamento prematuro do ducto arterioso), não é recomendado utilizar a medicação nestas pacientes. Ponstan® inibe a síntese de prostaglandinas que pode resultar no prolongamento da gestação e interferência no parto quando o medicamento é administrado na gravidez mais avançada. Mulheres devem consultar um médico se decidirem engravidar e estiverem sob tratamento com Ponstan®.

Uso durante a Lactação

Quantidades mínimas de ácido mefenâmico podem estar presentes no leite materno e passar para o lactente; assim sendo, Ponstan® não deve ser utilizado por mulheres em fase de amamentação.

Uso em Pacientes Pediátricos

Ponstan® demonstrou ser eficaz para dor em adolescentes acima de 14 anos de idade. O tratamento em pacientes pediátricos (acima de 14 anos) não deve se prolongar por mais de 7 dias. Uso em Pacientes Idosos pon04com 7 25/04/07 Foi relatada diminuição da função renal, algumas vezes levando à insuficiência renal aguda. Pacientes idosos ou debilitados parecem incapazes de tolerar ulceração ou sangramento em relação a outros pacientes. A maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais encontra-se nesta população. Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas O efeito de Ponstan® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi sistematicamente avaliado.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS – anticoagulantes: o ácido mefenâmico desloca a varfarina dos sítios de ligação à proteína e pode aumentar a resposta aos anticoagulantes orais. Portanto, a administração concomitante de ácido mefenâmico com fármacos anticoagulantes requer monitoração freqüente do tempo de protrombina. – anti-hipertensivos incluindo os diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) e antagonistas da angiotensina II: os AINEs podem diminuir a eficácia dos diuréticos e de outros fármacos anti-hipertensivos. Em pacientes com comprometimento da função renal (por ex., pacientes desidratados ou idosos com a função renal comprometida), a co-administração de inibidores da ECA ou de antagonistas da angiotensina II com inibidores da ciclooxigenase, pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é geralmente reversível. A ocorrência destas interações deve ser considerada em pacientes sob administração de Ponstan® (ácido mefenâmico) com diuréticos, inibidores da ECA ou de antagonistas da angiotensina II. Portanto, a administração concomitante destes medicamentos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser adequadamente hidratados e deve-se avaliar a necessidade de monitoramento da função renal no início do tratamento concomitante e periodicamente depois disso. – corticosteróides: aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento. – ciclosporina: devido aos efeitos nas prostaglandinas renais, os inibidores de ciclooxigenase como o diclofenaco, podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com a ciclosporina. – agentes hipoglicêmicos: há relatos de alterações no efeito dos agentes hipoglicemiantes orais na presença de AINEs. Portanto, Ponstan® deve ser administrado com cautela em pacientes recebendo insulina ou agentes hipoglicêmicos orais. – lítio: Ponstan® produziu elevação do nível plasmático de lítio e redução no clearance renal de lítio. Sendo assim, quando Ponstan® e lítio são co-administrados, os pacientes devem ser cuidadosamente observados com relação aos sinais de toxicidade por lítio. – metotrexato: deve-se ter cautela na administração concomitante de metotrexato e AINEs, incluindo Ponstan®, já que a administração de AINEs pode resultar no aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato. pon04com 8 25/04/07 – tacrolimo: possibilidade de aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são coadministrados com tacrolimo.

REAÇÕES ADVERSAS

Distúrbios nos sistemas sangüíneo e linfático: agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica auto-imune*, hipoplasia da medula óssea, decréscimo do hematócrito, eosinofilia, leucopenia, pancitopenia e púrpura trombocitopênica. Distúrbios do sistema imunológico: anafilaxia. Distúrbios metabólicos e nutricionais: intolerância à glicose em pacientes diabéticos, hiponatremia. Distúrbios psiquiátricos: nervosismo. Distúrbios do sistema nervoso: meningite asséptica, visão turva, convulsões, tontura, sonolência, cefaléia e insônia. Distúrbios oculares: irritação ocular, perda reversível de visão das cores. Distúrbios auditivos: otalgia.

Distúrbios cardíacos: palpitação. Distúrbios vasculares: hipotensão.

Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal: asma, dispnéia.

Distúrbios gastrintestinais: os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados, associados ao uso de Ponstan® (ácido mefenâmico), referem-se ao trato gastrintestinal. A diarréia parece ser o efeito colateral mais comum; na maioria das vezes está relacionada à dose. Geralmente diminui com a redução da dose, desaparecendo rapidamente ao término do tratamento. Alguns pacientes não estão aptos a continuarem o tratamento. Os efeitos colaterais gastrintestinais mais comumente relatados são: dor abdominal, diarréia e náuseas com ou sem vômitos. Os efeitos colaterais gastrintestinais/hepatobiliares menos freqüentes incluem: anorexia, icterícia colestática, colite, constipação, enterocolite, flatulência, ulceração gástrica com ou sem hemorragia, toxicidade hepática leve, hepatite, síndrome hepatorrenal, pirose, pancreatite e esteatorréia. Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: angioedema, edema da laringe, eritema multiforme, edema de face, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), sudorese, prurido, erupções cutâneas (rash), síndrome de Stevens-Johnson e urticária.

Distúrbios renais e urinários: disúria, hematúria, insuficiência renal incluindo necrose papilar. * Segundo relatos de tratamento com Ponstan® por mais de 12 meses e a ocorrência de anemia, mostrando que a mesma é reversível na descontinuação do tratamento.

POSOLOGIA

As reações adversas podem ser minimizadas utilizando a menor dose eficaz para o controle dos sintomas no menor tempo de tratamento possível. Ponstan® (ácido mefenâmico) pode ser ingerido com alimentos em caso de desconforto gastrintestinal. Dor Leve à Moderada/Artrite Reumatóide/Osteoartrite em adultos e pacientes pediátricos acima de 14 anos de idade: a dose recomendada é de 500 mg, 3 vezes ao dia.

Dismenorréia: Ponstan® 500 mg, 3 vezes ao dia, administrado no início da dor menstrual e enquanto persistir a sintomatologia de acordo com o julgamento médico.

Menorragia: Ponstan® 500 mg, 3 vezes ao dia, administrado no início da menstruação e sintomatologia associada enquanto os sintomas persistirem e de acordo com o julgamento médico.

Síndrome Pré-menstrual: Ponstan® 500 mg, 3 vezes ao dia, começando no início da sintomatologia e continuando até o término antecipado da mesma, de acordo com o julgamento médico.

Uso em Pacientes Idosos: vide “Advertências e Precauções – Uso em Pacientes Idosos e Efeitos Gastrintestinais”.

SUPERDOSAGEM

Em caso de superdosagem acidental, deve-se proceder ao esvaziamento gástrico imediatamente por indução da emese ou lavagem gástrica, seguida de administração de carvão ativado. Devem ser tomadas as medidas necessárias para a manutenção e monitoração das funções vitais. Uma vez que Ponstan® (ácido mefenâmico) e seus metabólitos apresentam forte ligação com as proteínas plasmáticas, a hemodiálise pode ser de pouca valia no tratamento da superdosagem. Convulsões, disfunção renal aguda e coma foram relatados com a superdosagem de Ponstan®. A superdosagem levou à fatalidade.

PARTE IV

MS – 1.0216.0093 Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim – CRF-SP nº 7009 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa. LABORATÓRIOS PFIZER LTDA. Av. Monteiro Lobato, 2.270 CEP 07190-001 – Guarulhos – SP CNPJ n° 46.070.868/0001-69 Indústria Brasileira. S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575

Bula do Plurair (Antiinflamatório)

plurairBula do PLURAIR®:

propionato de fluticasona

Suspensão tópica nasal 50 mcg/dose

USO INTRANASAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 4 ANOS DE IDADE)

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

Spray nasal contendo suspensão tópica com 50 mcg de propionato de fluticasona em cada dose liberada. Frasco spray nebulizador com 6 mL (equivalente a 60 doses) ou com 12 mL (equivalente a 120 doses).

COMPOSIÇÃO

Cada dose de PLURAIR® contém:

propionato de fluticasona……………………………………………………………………………………………………….. 50 mcg

veículo q.s.p………………………………………………………………………………………………………………………… 1 dose

(celulose microcristalina, carmelose sódica, polissorbato 80, glicose e água)

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO

PLURAIR® é uma suspensão estéril de propionato de fluticasona para uso tópico nasal. PLURAIR® é indicado no tratamento de rinite alérgica e não alérgica e rinite crônica em adultos e crianças com mais de 4 anos de idade.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO

Conservar o medicamento em sua embalagem original em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade.

PRAZO DE VALIDADE

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde.

GRAVIDEZ E LACTAÇÃO

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO

PLURAIR® deve ser utilizado exclusivamente via intranasal. Evite que o medicamento alcance os olhos durante as aplicações. O alívio esperado dos sintomas poderá não ser obtido até que se completem três ou quatro dias do início do tratamento. Antes de usar PLURAIR®, você deve realizar uma limpeza nasal, de preferência utilizando soro fisiológico (solução salina). Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Esquecimento de dose (dose omitida): se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo.

Instruções de uso

1. Agite o frasco.

2. Destampe o frasco.

3. Coloque o frasco sobre o dedo polegar e o atuador entre o dedo indicador e o médio (apoiados nas laterais do atuador).

4. Coloque o frasco na narina e empurre o fundo do frasco, usando o polegar contra os dedos indicador e médio, de forma rápida e firme.

5. Repita a operação na outra narina.

6. Tampe o frasco e guarde-o na embalagem original.

INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, tais como secura e irritação do nariz e garganta, olfato e paladar desagradáveis, episódios de pequenos sangramentos nasais, tosse e falta de ar.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS Avise seu médico se estiver utilizando medicamentos que contenham ritonavir e cetoconazol.

CONTRAINDICAÇÕES E PRECAUÇÕES

É contraindicado em caso de hipersensibilidade ao propionato de fluticasona ou a qualquer outro componente da formulação. A segurança do propionato de fluticasona não está determinada em crianças abaixo de 4 anos de idade, sendo, por isso, não recomendado seu uso nessa faixa etária. Durante o tratamento com PLURAIR®, evite contato com indivíduos que apresentem catapora ou sarampo. Se não for possível evitar o contato, consulte seu médico o mais rápido possível após a exposição. PLURAIR® spray nasal deve ser utilizado regularmente para que se obtenha seu melhor efeito. O alívio esperado dos sintomas pode ocorrer somente após 12 horas do início do tratamento. Vários estudos clínicos demonstraram melhora significativa dentro de um ou dois dias, mas o benefício total é atingido somente após alguns dias (três a quatro dias) de uso regular. Se persistirem os sintomas ou houver piora destes, o paciente não deverá aumentar a dose prescrita, sendo necessário consultar o médico para que as mudanças devidas sejam realizadas. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento. Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA CARACTERÍSTICAS

Propriedades farmacológicas

O propionato de fluticasona é um corticosteroide sintético com potente atividade anti-inflamatória na mucosa nasal. Quando usada topicamente, a fluticasona não apresenta atividade sistêmica e possui baixa ou nenhuma supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal em doses habituais. Os mecanismos de ação exatos do propionato de fluticasona sobre os sintomas da rinite alérgica ainda não são conhecidos. Em grande parte, essa ação pode ser atribuída a efeitos sobre vários tipos de células (eosinófilos, neutrófilos, macrófagos e linfócitos) e mediadores (histamina, eicosanoides, leucotrienos e citocinas) envolvidos na inflamação.

Propriedades farmacocinéticas

Absorção: após dosagem intranasal de 200 mcg/d de propionato de fluticasona, a concentração plasmática máxima em estado de equilíbrio não foi quantificável na maioria dos indivíduos (< 0,01 ng/mL), sendo sua biodisponibilidade absoluta estimada como menor do que 2%. Quando utilizadas por via intranasal doses acima das recomendadas por três semanas, as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona podem estar um pouco acima do limite de detecção (50 pg/mL). Por sua baixa biodisponibilidade após administração intranasal, a maior parte dos dados farmacocinéticos disponíveis foi obtida por meio da análise por outras vias de administração.

Distribuição: o propionato de fluticasona possui grande volume de distribuição no estado de equilíbrio (aproximadamente 318 litros ou 4,2 L/kg). A ligação às proteínas plasmáticas é alta (91%).

Metabolismo: o clearance total sanguíneo do propionato de fluticasona é alto (média de 1.093 mL/min), com clearance renal menor do que 0,2% do total. A meia-vida plasmática é cerca de três horas. O único metabólito circulante detectado em seres humanos foi o ácido 17(beta)-carboxílico, derivado do propionato de fluticasona, formado por meio do metabolismo hepático do citocromo P450 3A4. Esse metabólito é inativo, com baixa atividade (aproximadamente 1/2.000) para o receptor glicocorticoide humano. O propionato de fluticasona ingerido é submetido a extenso metabolismo. Deve-se ter cuidado ao administrá-lo concomitantemente com potentes inibidores da CYP3A4, como cetoconazol e ritonavir, sob risco de aumento da exposição sistêmica ao propionato de fluticasona.

Eliminação: a taxa de eliminação após administração intravenosa do propionato de fluticasona tem cinética poliexponencial e é linear acima da faixa de dose de 250 mcg a 1.000 mcg. O pico da concentração plasmática reduzse em aproximadamente 98% dentro de três a quatro horas. O propionato de fluticasona apresenta meia-vida de eliminação terminal de aproximadamente 7,8 horas. Menos de 5% da dose oral radioativa é excretada na urina como metabólitos, com o restante excretado nas fezes como fármaco e seus metabólitos (cerca de 75%). A principal via de eliminação do propionato de fluticasona e de seus metabólitos é através da bile.

INDICAÇÕES

Este medicamento é indicado para tratamento e profilaxia da rinite alérgica sazonal e perene em adultos e crianças acima de 4 anos de idade. É indicado também no controle da dor e sensação de pressão associados ao quadro de rinite alérgica.

CONTRAINDICAÇÕES

PLURAIR® é contraindicado para pacientes hipersensíveis a qualquer componente da fórmula.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

Não existem estudos de eficácia e segurança do propionato de fluticasona em crianças menores de 4 anos de idade, não sendo recomendado seu uso nessa faixa etária. Página 3 As infecções nasais não constituem contraindicação ao tratamento com propionato de fluticasona, desde que adequadamente tratadas. A melhora dos sintomas poderá não ser totalmente observada antes de decorridos três ou quatro dias de tratamento. A transferência de terapia dos corticosteroides sistêmicos para propionato de fluticasona intranasal deve ser feita com cautela, pois alguns pacientes poderão apresentar síndrome de abstinência (dor muscular ou nas juntas, depressão e fadiga) em função do comprometimento de sua função adrenal. Os pacientes sob prévio tratamento de longo prazo com corticosteroides sistêmicos que tiverem a interrupção muito rápida do tratamento poderão apresentar insuficiência adrenal aguda em reposta ao estresse e piora dos sintomas de asma ou outras condições clínicas. O uso concomitante de corticosteroides intranasais com outros corticosteroides inalatórios pode aumentar o risco de hipercortisolismo e/ou supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. Embora o propionato de fluticasona possa controlar a rinite alérgica na maioria dos casos, um estímulo anormal violento de alérgenos pode, em certos casos, levar à necessidade de terapia adicional apropriada. Estudo de interação medicamentosa em indivíduos sadios demonstrou que o ritonavir (inibidor potente do citrocromo P450 3A4) pode aumentar largamente a concentração plasmática do propionato de fluticasona, resultando em reduções significativas na concentração de cortisol no soro. Durante uso pós-comercialização, surgiram relatos de interações medicamentosas clinicamente significantes em pacientes que receberam propionato de fluticasona e ritonavir, resultando em efeitos sistêmicos como síndrome de Cushing e supressão adrenal. Portanto, o uso de propionato de fluticasona e ritonavir deve ser evitado, a menos que o benefício para o paciente supere o risco de efeitos adversos sistêmicos dos corticosteroides. Pessoas que usaram fármacos imunossupressores estão mais suscetíveis a infecções do que indivíduos sadios. Varicela e sarampo, por exemplo, podem se tornar mais sérios e até mesmo fatais em crianças ou adultos que utilizam corticosteroides orais. Crianças ou adultos que nunca entraram em contato com essas doenças infecciosas ou não foram imunizados devem ter cuidado e evitar a exposição. Se houver exposição à varicela, a profilaxia com imunoglobulina varicela zóster (VZIG) poderá ser indicada. Se houver exposição ao sarampo, a profilaxia com imunoglobulina intramuscular mista (IG) poderá ser indicada. Se houver infecção por varicela, o tratamento com agentes antivirais poderá ser considerado. Os corticosteroides intranasais podem causar redução na velocidade do crescimento quando administrados em crianças, principalmente em doses acima das recomendadas. Reações de hipersensibilidade imediata ou dermatite de contato raramente ocorrem após a administração de propionato de fluticasona spray nasal. Raros episódios de sibilância, perfuração do septo nasal, catarata, glaucoma e aumento da pressão intraocular foram reportados após aplicação de corticosteroides via intranasal, inclusive com o propionato de fluticasona. O uso excessivo de doses de corticosteroides pode levar a sinais e sintomas de hipercortisolismo e/ou supressão da função hipotálamo-hipófise-adrenal. Embora os efeitos sistêmicos sejam mínimos nas doses recomendadas, o risco potencial aumenta em doses maiores. Quando utilizadas doses maiores do que as recomendadas, efeitos sistêmicos como hipercortisolismo e supressão adrenal podem aparecer. Nesse caso, a terapia deve ser descontinuada gradual e lentamente. Em estudos clínicos com propionato de fluticasona administrado via intranasal, o desenvolvimento de infecções localizadas no nariz e na faringe por Candida albicans ocorreu raramente. Se for identificada a ocorrência dessa infecção, tratamento local apropriado poderá ser necessário, além da descontinuação do tratamento com o corticosteroide. Pacientes que utilizam corticosteroide por muitos meses ou tempo prolongado devem ser examinados periodicamente quanto à evidência de infecção por Candida ou outros sinais de efeitos adversos na mucosa nasal. Os corticosteroides intranasais devem ser utilizados com cautela nos pacientes com tuberculose ativa ou quiescente do trato respiratório, infecções bacterianas ou fúngicas sistêmicas ou locais não tratadas, infecções parasitárias ou virais sistêmicas e herpes ocular simplex. Por causa do efeito inibitório dos corticosteroides na cicatrização de ferimentos, os pacientes que apresentaram recentemente úlceras do septo nasal, cirurgia ou trauma nasal não devem utilizar o corticosteroide intranasal até que a cicatrização esteja completa.

Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Cada dose de PLURAIR® libera 5,50 mcg de glicose (açúcar). Carcinogênese, mutagênese e comprometimento da fertilidade O propionato de fluticasona não demonstrou potencial teratogênico em camundongos após doses orais acima de 1.000 mcg/kg (aproximadamente 20 vezes a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos e aproximadamente dez vezes a dose máxima diária intranasal para crianças na base mcg/m2 ) por 78 semanas; ou em ratas com doses inalatórias acima de 57 mcg/kg (aproximadamente duas vezes a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos e aproximadamente o equivalente à dose máxima diária intranasal para crianças na base mcg/m2 ) por 104 semanas. O propionato de fluticasona não induziu mutações em células procariotas ou eucariotas in vitro. Nenhum efeito clastogênico significante foi observado em linfócitos periféricos humanos cultivados in vitro testados em micronúcleos de ratos. Não foi observada nenhuma evidência de comprometimento da fertilidade em estudos reprodutivos conduzidos com cobaias machos e fêmeas em doses subcutâneas acima de 50 mcg/kg (aproximadamente duas vezes a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos na base mcg/m2 ). O peso da próstata foi significantemente reduzido após dose subcutânea de 50 mcg/kg.

Gravidez e lactação

Categoria de risco na gravidez: C Não existem estudos adequados e bem controlados sobre o uso de corticosteroides nasais durante a gravidez humana. Em estudos de reprodução animal, os eventos adversos típicos dos corticosteroides foram observados somente em elevados níveis de exposição sistêmica. O uso de corticoides intranasais está associado com exposição sistêmica muito baixa, porém, o uso do propionato de fluticasona durante a gravidez só deve ocorrer considerando-se o riscobenefício. Estudos de lactação em animais demonstraram evidência da presença de propionato de fluticasona no leite das ratas que receberam o fármaco via subcutânea. Entretanto, a concentração plasmática em pacientes após administração via inalatória na dose recomendada é baixa. Não existem estudos sobre a excreção do propionato de fluticasona no leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Uso pediátrico

Não foram estabelecidas a eficácia e a segurança do uso de propionato de fluticasona via intranasal em crianças abaixo de 4 anos de idade. Estudos clínicos demonstraram que os corticosteroides intranasais podem causar redução na velocidade de crescimento em pacientes pediátricos. Esse efeito foi observado na ausência de evidência laboratorial de supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, sugerindo que a velocidade do crescimento é um indicador mais sensível da exposição corticosteroide sistêmica em pacientes pediátricos do que os testes comumente utilizados na avaliação da função do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. Os efeitos em longo prazo nessa redução de velocidade de crescimento, incluindo impacto no peso adulto final são desconhecidos. Por conta desses riscos, o crescimento de crianças que utilizam propionato de fluticasona deve ser cuidadosamente monitorado. Os possíveis efeitos sistêmicos devem ser minimizados mediante avaliação individual de cada paciente para utilização da menor dose efetiva necessária ao controle dos sintomas da rinite.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Como as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona são muito baixas em decorrência do metabolismo de primeira passagem e alto clearance sistêmico mediado pelo citocromo P450 3A4 no fígado e intestino, é pouco provável que ocorram interações medicamentosas clinicamente significantes mediadas pelo propionato de fluticasona. Estudo de interação medicamentosa em indivíduos sadios demonstrou que o ritonavir (inibidor potente do citrocromo P450 3A4) pode aumentar a concentração plasmática do propionato de fluticasona, resultando em reduções significativas na concentração de cortisol sérico. Em estudos pós-comercialização, foram relatadas interações medicamentosas clinicamente significantes nos pacientes que receberam propionato de fluticasona e ritonavir, resultando em efeitos corticosteroides sistêmicos, incluindo síndrome de Cushing e supressão adrenal. Portanto, o uso de propionato de fluticasona e ritonavir deve ser evitado, a menos que o benefício para o paciente supere o risco de efeitos adversos sistêmicos do corticosteroide. Outros inibidores do citocromo P450 3A4 (como eritromicina e cetoconazol) aumentam a exposição sistêmica ao propionato de fluticasona, recomendando-se cuidado na administração concomitante dessas medicações.

REAÇÕES ADVERSAS E ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS

Efeitos adversos comuns

Neurológico: cefaleia (4%-16%). Locais: epistaxe (3%-7%), odinofagia (3%-8%) e queimação/irritação nasal (2%-3%). Respiratórios: sintomas de asma (3%-7%) e tosse (2%-4%). Abdominais: náuseas (2%-3%) e dispepsia (2%-3%). Efeitos adversos pós-comercialização Não foi possível estimar a frequência destes efeitos por causa do tamanho desconhecido da amostra, mas os seguintes efeitos foram descritos. Sintomas gerais: reações de hipersensibilidade, incluindo angioedema, exantema de pele, edema de face e língua, prurido, urticária, broncoespasmo e reações anafiláticas. Ouvido, nariz e garganta: redução do olfato e paladar, perfuração de septo nasal (evento muito raro), rouquidão e mudanças na voz. Ocular: secura ocular, conjuntivite, aumento da pressão intraocular, glaucoma, catarata (esses efeitos também foram muito raros).

POSOLOGIA

PLURAIR® deve ser utilizado exclusivamente por via intranasal. O paciente deve ser informado que o efeito máximo de PLURAIR® só é obtido após três ou quatro dias do início do tratamento. Adultos e crianças com mais de 12 anos de idade: esses pacientes devem fazer duas aplicações por narina, uma vez ao dia (de preferência pela manhã). Em alguns casos, pode ser necessária a administração de duas doses por narina, duas vezes ao dia. A dose diária não deve exceder quatro doses em cada narina. Crianças de 4 a 11 anos de idade: nesse grupo de pacientes, recomenda-se uma dose em cada narina, uma vez ao dia (de preferência pela manhã). Se necessário, pode-se aplicar uma dose em cada narina, duas vezes ao dia. A dose diária não deve exceder duas doses em cada narina.

SUPERDOSAGEM

A utilização crônica de superdose pode resultar em sinais/sintomas de hipercortisolismo. A administração intranasal de 2 mg (dez vezes a dose recomendada) de propionato de fluticasona duas vezes ao dia durante sete dias em voluntários humanos sadios foi muito bem tolerada. Doses orais únicas acima de 16 mg foram estudadas em voluntários humanos e não houve relato de nenhum efeito tóxico. Doses orais repetidas acima de 80 mg/d por dez dias em voluntários e repetidas doses orais acima de 10 mg/d por 14 dias em pacientes também foram bem toleradas. As reações adversas foram de intensidade leve a moderada, e as incidências foram similares nos grupos com a medicação ou com placebo. Os efeitos da superdose aguda por via intranasal são desconhecidos.

PACIENTES IDOSOS

PLURAIR® pode ser usado em pacientes idosos com a mesma dosagem indicada para adultos. O uso regular da mesma dosagem indicada para adultos é essencial para que seja atingido o benefício terapêutico máximo.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MS n°: 1.0033.0104 Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP n°: 25.125 LIBBS FARMACÊUTICA LTDA. Rua Alberto Correia Francfort, 88 Embu – SP – CEP: 06807-461 CNPJ: 61.230.314/0001-75 INDÚSTRIA BRASILEIRA www.libbs.com.br Data de fabricação, lote e validade: vide cartucho. PLUR_2 Página 5

Bula do Pentasa (Antiinflamatório)

PentasaBula do Pentasa®:

mesalazina

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

Supositórios contendo 1 g de mesalazina disponíveis em cartuchos contendo 3 blisteres com 5 unidades cada.

Comprimidos de liberação prolongada de 500 mg de mesalazina, contidos em 5 blisteres com 10 unidades cada.

Enemas em frascos aplicadores de 100 ml contendo 1 g de mesalazina, disponíveis em cartuchos com 7 enemas.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (em crianças acima de dois anos de idade)

COMPOSIÇÃO

Cada suposítório contém:

mesalazina…………………………………………………………….1000 mg

povidona………………………………………………………………….53 mg

estearato de Magnésio…………………………………………………….4 mg

talco……………………………………………………………………….4 mg

macrogol 6000………………………………………………………….519 mg

Cada comprimido de liberação prolongada contém:

mesalazina………………………………………………………………500 mg

povidona………………………………………………………………… 25 mg

etilcelulose…………………………………………………………… 6 – 9 mg

estearato de magnésio…………………………………………………….1 mg

talco………………………………………………………………………9 mg

celulose microcristalina ……….……………………………………… 207 mg

Cada frasco-aplicador de enema contém:

mesalazina…………………………………………………………….1000 mg

edetato dissódico…………………………………………………………20 mg

metabissulfito de sódio…………………………………………………100 mg

acetato de sódio………………………………………………………..630 mg

ácido clorídrico……………………………………………………pH 4,6 – 5,0

água purificada q.s.p. …………………………………………………..100 ml

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada: Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo como um antiinflamatório local. Agindo nos sintomas das doenças inflamatórias intestinas crônicas (Colite ulcerativa e Doença de Crohn). Migração leucocitária aumentada, produção anormal de citoquina, produção aumentada de metabólitos do ácido aracdônico (particularmente leucotrieno B4), e formação aumentada de radicais livres no tecido intestinal inflamado estão presentes nos pacientes com doença inflamatória intestinal crônica. A mesalazina tem in vitro e in vivo um efeito farmacológico que inibe a quimiotaxia leucocitária, diminui a produção de citoquina e leucotrieno e elimina os radicais livres.

Cuidados de armazenamento: O medicamento deve ser mantido à temperatura ambiente e em sua embalagem original, ao abrigo da luz.

Prazo de validade: Pentasa® (supositório e enema), conservado como descrito acima, é válido por três anos à partir da data de fabricação. No caso de Pentasa® comprimidos, sua validade é de dois anos à partir da data de fabricação. Verifique o prazo de validade impresso no cartucho.

“NÃO USE MEDICAMENTOS VENCIDOS, PODE SER PREJUDICIAL PARA SAÚDE”.

Gravidez e lactação

Devido a experiência clínica limitada com Pentasa® (supositórios comprimidos e enemas), ele deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e a lactação e somente sob supervisão médica contínua.

“INFORME AO SEU MÉDICO A OCORRÊNCIA DE GRAVIDEZ NA VIGÊNCIA DO TRATAMENTO”.

“INFORME AO MÉDICO CASO ESTEJA AMAMENTADO”.

Cuidados de administração: Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Observe também o procedimento correto de utilização do medicamento descrito em “Modo de usar”.

Modo de usar (Supositórios)

1. Visita ao banheiro imediatamente antes do uso do supositório é recomendada.

2. Retire um supositório do blíster.

3. Por razões de higiene é recomendável o uso da proteção de borracha para os dedos (dedeiras). O supositório deve ser introduzido até que se sinta resistência, e até que a mesma desapareça novamente.

4. Para facilitar a administração, o supositório pode ser umedecido com água ou gel lubrificante a base de água.

5. Caso o supositório seja eliminado nos primeiros dez minutos após a sua introdução, outro supositório deve ser introduzido.

6. Descarte o invólucro e a dedeira.

Modo de usar (Comprimidos)

PENTASA® COMPRIMIDOS NÃO DEVE SER MASTIGADO.

Para facilitar a administração, os comprimidos podem ser divididos ou dissolvidos em água ou suco imediatamente antes da administração. Modo de usar (Enema) Pentasa® Enema é protegido por um invólucro aluminizado o qual não deve ser removido até imediatamente antes do uso.

1. Visita ao banheiro imediatamente antes da administração do enema é recomendada.

2. Remover o invólucro.

3. Agitar bem o frasco plástico antes do uso (Figura 1).

4. Gire parte superior do frasco (Figura 2). 5. Proteja a mão colocando-a dentro do saco plástico (Figuras 3 e 4).

6. Assumir a posição adequada para aplicar o enema: deitar-se sobre o lado esquerdo como mostrado no desenho (Figura 5).

7. Cuidadosamente introduza o aplicador no reto e pressione o frasco lentamente, expulsando o líquido.

8. Retire o aplicador com o frasco ainda pressionado

9. Mantenha a mesma posição por 5 a 10 minutos ou até a urgência, caso ocorra, passar (Figura 6).

10.Cubra o frasco com o saco plástico antes de descartá-lo (Figura 7).

Nota: é recomendado que você proteja sua roupa de cama e a roupa íntima contra vazamentos uma vez que Pentasa ® Enema pode descolorir tecidos. Caso por acidente vaze o líquido sobre um tecido coloque-o de molho imediatamente.

Interrupção do tratamento

Sérias alterações nos componentes sangüíneos e inflamações do músculo cardíaco e seu envoltório (mio e pericárdio) são vistos em casos raros. No caso de suspeita destas reações adversas seu médico deve ser contatado e o tratamento descontinuado. Os sintomas podem ser sangramento, hematomas, garganta inflamada e febre ou, em caso de inflamação do músculo cardíaco e do pericárdio, febre e dores no peito acompanhadas por respiração ofegante.

Reações adversas

Pentasa® é geralmente bem tolerado. Em 1 a 3% dos pacientes ocorre diarréia, náusea, dor abdominal, dor de cabeça, mal estar, vômitos e eczema, assim como urticária têm sido observada. Reações de hipersensibilidade podem ocasionalmente ocorrer. Dores musculares e nas articulações, perda temporária de cabelos, respiração ofegante, influência sobre as funções renais e hepáticas, inflamação do músculo cardíaco e do pâncreas bem como mudanças na composição sangüínea são raramente vistos. O uso dos supositórios e enemas podem causar irritações pequenas tais como prurido, desconforto e urgência anorretal. Informe seu médico a ocorrência de qualquer efeito desagradável.

“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS”.

Ingestão concomitante com outras substâncias Nenhuma interação conhecida.

Contra-indicações

Pentasa® (supositório, comprimido e enema) está contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade aos salicilatos ou a qualquer componente das formulações e em casos de doenças renais ou hepáticas severas.

Precauções

Em casos raros pacientes alérgicos a sulfasalazina podem também sofrer reações alérgicas ao Pentasa®. Portanto, informe seu médico caso você seja sensível à Sulfasalazina e aos Salicilatos (Exemplo: ácido acetil salicílico – AAS). Informe ao seu médico caso você tenha problemas nos rins ou no fígado. A segurança do uso da mesalazina, durante a gravidez é limitada. Sendo assim, Pentasa® não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação, exceto sob orientação médica. A segurança do produto em crianças foi parcialmente estabelecida. As crianças devem ser tratadas sob supervisão de um especialista.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE”.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Pentasa® tem como princípio ativo a mesalazina, que é quimicamente denominado como ácido 5-amino salicílico ou 5-ASA. O exato mecanismo de ação da Mesalazina ainda é desconhecido, embora pareça que ela deva estar presente em uma certa concentração no local de inflamação, sofrendo no local uma transformação em acetil 5-ASA. Baseado sobre os resultados clínicos, o valor terapêutico da mesalazina parece ser devido preferencialmente ao efeito local sobre o tecido intestinal inflamado do que do devido efeito sistêmico. A mesalazina tem in vitro e in vivo um efeito farmacológico que inibe a quimiotaxia leucocitária, diminui a produção de citoquina e leucotrieno e elimina os radicais livres. O mecanismo de ação da mesalazina ainda não é bem conhecido.

Pentasa® comprimidos consiste de microgrânulos de mesalazina recobertos com etilcelulose. Após a administração e desintegração do comprimido o microgrânulo atua como uma formulação de liberação prolongada que permite uma continua liberação da droga do duodeno ao reto nas condições de pH intestinais.

Pentasa® supositórios e enema são projetados para prover a parte distal do trato intestinal com altas concentrações de mesalazina e baixa absorção sistêmica. Os supositórios liberam mesalazina no reto, ao passo que os enemas demonstraram atingir o cólon descendente.

Indicações

Pentasa® (supositório, comprimido e enema) está indicado como antiinflamatório para reduzir as reações inflamatórias que acometem a mucosa gastrointestinal na colite ulcerativa idiopática e Doença de Crohn. São também utilizados para prevenir e reduzir as recidivas dessas enfermidades, sendo o supositório indicado para as inflamações das porções colônicas finais (proctite ulcerativa). O enema é indicado para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais crônicas localizadas no cólon e reto (proctosigmoidite ulcerativa).

Contra-indicações

Pentasa® (supositório, comprimido e enema) está contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade aos salicilatos ou a qualquer componente das formulações e em casos de doenças renais ou hepáticas severas.

Precauções

Não está estabelecida a segurança do uso da mesalazina durante a gravidez. A segurança do uso do produto em crianças foi parcialmente estabelecida.

“NÃO É RECOMENDADO O USO DE PENTASA® EM CRIANÇAS COM MENOS DE DOIS ANOS DE IDADE”

O produto deve ser usado com cautela em pacientes com hepato e nefropatias não severas. Esses últimos, durante a utilização do produto, devem fazer, periodicamente, exames séricos e avaliações de creatininemia, especialmente durante a fase inicial do tratamento. Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) e discrasias sangüíneas séricas têm sido raramente relatadas com mesalazina. O tratamento deve ser descontinuado caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas. Em casos raros pacientes alérgicos a sulfasalazina podem também sofrer reações alérgicas ao Pentasa®.

Interações medicamentosas

Nenhuma interação conhecida. Reações adversas As mais freqüentes reações adversas vistas nos estudos clínicos são diarréia (3%), náusea (3%), dor abdominal (3%), dor de cabeça (3%), vômitos (1%) e eczema (1%). Reações de hipersensibilidade ocasionalmente podem ocorrer. Após a administração retal reações locais tais como prurido, desconforto retal e urgência podem ocorrer. Freqüência dos efeitos adversos, baseada nos relatórios a partir da vigilância pós-marketing. Comuns (> 1% e < 10%) Gerais: Gastrointestinais: Cutâneas: Dor de cabeça Diarréia, dores abdominais, náusea, vômitos. Erupção cutânea, erupção eritematoso Raros (> 0,01% e < 0,1%) Cardíacos: Gastrointestinais: Mio* e pericardite* Aumento da amilase, pancreatite* Muito raros (< 0,01%) Sangüíneos e sistema linfático: Sistema nervoso: Respiratórios: Hepáticos: Cutâneas: Músculo-esqueléticos: Urogenitais: Eosinofilia (como parte de uma reação alérgica, anemia, leucopenia, trombocitopenia, agranulocitose e pancitopenia.

Neuropatia periférica

Reações pulmonares alérgicas

Aumento das enzimas hepáticas, hepatite* Alopécia reversível Mialgia, artralgia. Casos isolados de reações similares ao lupus eritematoso Nefropatia (incluindo nefrite intersticial*, síndrome nefrótica * É importante notar que muitas destas desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória intestinal. Alterações de exames laboratoriais Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações nas funções hepáticas e renais e nos componentes sangüíneos são relatados como reações adversas raras. Possivelmente ocorram alterações em conseqüência destas reações adversas.

Posologia

Comprimidos: – Colite Ulcerativa – Adultos Tratamento agudo: Dose individual de até 4 gramas divididas ao longo do dia. Tratamento de manutenção: Dose inicial recomendada de 1,5 g ao dia em doses divididas. – Colite ulcerativa – Crianças com mais de dois anos de idade: Tratamento agudo e de manutenção: Dose individual recomendada de 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia e doses divididas. – Doença de Crohn – Adultos: Tratamento agudo e de manutenção: dosagem individual de até 4 g ao dia em doses divididas – Doença de Crohn – Crianças com mais de dois anos de idade: Tratamento agudo e de manutenção: Dose individual recomendada de 20 a 30 mg/kg de peso corpóreo ao dia em doses divididas.

Supositórios: – Proctite ulcerativa – Adultos: Um supositório, uma a duas vezes ao dia por 4 semanas. Enema: Para adultos: Um enema ao deitar. Conduta na superdosagem e nas reações adversas Não existem relatos sobre superdosagem de mesalazina. No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e tratar sintomaticamente.

Pacientes idosos

As precauções com tais pacientes basicamente são as mesmas necessárias a qualquer outro paciente. Necessitando-se maiores atenções quanto às funções hepática e renal. Devem-se fazer, periodicamente, exames de urina e avaliações de creatininemia.

Cuidados de armazenamento: O medicamento deve ser mantido à temperatura ambiente e em sua embalagem original, ao abrigo da luz.

Prazo de validade: Pentasa® (supositórios e enema) conservado como descrito acima, é válido por três anos à partir da data de fabricação. No caso de Pentasa® comprimidos, sua validade é de dois anos à partir da data de fabricação. Verifique o prazo de validade impresso no cartucho. Data de fabricação, prazo de validade, número de lote: Vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. M.S.: 1.2876.0002 Farmacêutica Responsável: Helena Satie Komatsu – CRF/SP 19.714 Pentasa® Comprimido de Liberação Prolongada: Fabricado por: Ferring International Center SA – FICSA Chemin de La Vergognausaz, 1162 St. Prex, Suiça. Pentasa® Supositório: Fabricado por: Pharbil Pharma GmbH Reichenberger Str. 43, 33605 Bielefeld, Alemanha Embalado por: Ferring International Center SA – FICSA Chemin de La Vergognausaz, 1162 St. Prex, Suiça. Pentasa® Enema: Fabricado por: Ferring AS Indertoften 10 – DK – 2720, Vanlose, Dinamarca. Pentasa® Comprimido de Liberação Prolongada, Pentasa® Supositório e Pentasa® Enema: Importado e distribuído por: Laboratórios Ferring Ltda. Praça São Marcos, 624 – 1º andar. CEP: 05455-050 – São Paulo – SP CNPJ: 74.232.034/0001-48 SAC: 0800-7724656

Bula do Patanol S Colírio (Antiinflamatório)

Patanol-SBula do PATANOL ® S:

olopatadina 0,2%

cloridrato

Solução Oftálmica Estéril

FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO:

Solução Oftálmica Estéril, via tópica ocular apresentada em frasco plástico conta-gotas contendo 2,5ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Acima de 3 anos de idade

COMPOSIÇÃO:

Cada ml contém: Cloridrato de olopatadina (equivalente a 2 mg de base) 2,22mg em veículo constituído de fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, povidona, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio, edetato dissódico e cloreto de benzalcônio como conservantes e água purificada q.s.p. 1ml. Cada 1 ml de PATANOL S corresponde a aproximadamente 25 gotas.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

Como este medicamento funciona? PATANOL® S Solução Oftálmica é um medicamento anti-alérgico de ação tópica ocular. O tempo médio estimado para o medicamento começar a agir é em torno de 2 horas

Por que este medicamento foi indicado? PATANOL S Solução Oftálmica está indicado para o tratamento da coceira ocular associada a conjuntivite alérgica.

Quando não devo usar este medicamento?

Contra-indicações: Você não deve usar PATANOL S Solução Oftálmica se tiver hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Não use este medicamento para tratar irritação relacionada a lentes de contato.

Advertências: Exclusivamente para uso tópico ocular. O produto não deve ser injetado ou ingerido. O produto contém um conservante (cloreto de benzalcônio) que pode ser absorvido por lentes de contato gelatinosas. Se você usa lentes de contato gelatinosas e seus olhos não estiverem vermelhos, você deve esperar pelo menos 10 minutos após o uso de PATANOL Solução Oftálmica antes de colocá-las novamente nos olhos.

Interações Medicamentosas: até o momento não foram observadas interações medicamentosas com o uso do PATANOL Solução Oftálmica.

Uso na gravidez e amamentação: Você só deve utilizar este medicamento durante a gravidez e amamentação sob orientação do seu médico.

Uso pediátrico: PATANOL S Solução oftálmica pode ser utilizado por crianças acima de 3 anos de idade. Uso em Idosos: Não foram observadas diferenças de segurança ou eficácia entre pacientes jovens e idosos. Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 3 anos de idade. Informe seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Como devo usar este medicamento? Aspecto Físico: PATANOL S é uma solução incolor a amarela clara. Dosagem: A dose recomendada é uma gota em cada olho afetado, uma vez ao dia.

Como usar? Não deixe que a ponta do frasco toque seus olhos ou área ao redor dos olhos. Para evitar possível contaminação do frasco, mantenha a ponta do frasco longe do contato com qualquer superfície.

1- Antes de utilizar a medicação, certifique-se de que o lacre de segurança está intacto. Um espaço entre o frasco e a tampa é normal para o frasco não aberto.

2- Retire o lacre de segurança

3- Para abrir o frasco, desenrosque a tampa girando-a

4- Incline sua cabeça para trás e puxe levemente sua pálpebra inferior para formar uma bolsa entre a sua pálpebra e o seu olho.

5- Inverta o frasco e pressione levemente com o dedão ou com o dedo indicador até que uma única gota seja dispensada no olho, conforme prescrição médica. Não toque a ponta do frasco nos olhos ou pálpebras.

6- Repita os passos 4 e 5 no outro olho, se o seu médico assim o instruiu.

7- Recoloque a tampa, rosqueando até que esteja tocando firmemente o frasco.

8- A ponta gotejadora foi desenhada para fornecer uma gota pré-medida, portanto não aumente o furo da ponta gotejadora.

O que fazer se esquecer de usar uma dose? Se esquecer uma dose, aplique o medicamento o mais rápido possível. No entanto, se estiver perto do horário da próxima dose, ignore a dose esquecida e volte ao esquema regular. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Quais os males que este medicamento pode causar? Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, chamados de reações adversas. Apesar de não ocorrerem todas essas reações adversas, se ocorrerem, você pode precisar de atenção médica.

Oculares: visão borrada, queimação ou ardência, conjuntivite, olho seco, sensação de corpo estranho, hiperemia, hipersensibilidade, ceratite, edema palpebral, coceira e dor ocular.

Não oculares: astenia, dor nas costas, síndrome do resfriado ou gripe, dor de cabeça, faringite, tosse, infecção, náusea, rinite, sinusite e alteração do paladar. Algumas dessas reações são similares aos próprios sintomas das doenças.

ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para a comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico. O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez? Em caso de superdose lave os olhos com água ou solução fisiológica em abundância e consultar imediatamente o seu médico.

Onde e como devo guardar este medicamento: Armazene o frasco de PATANOL S fechado, em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 a 30ºC) Não use este medicamento após expiração da data de validade impressa na embalagem.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE:`

Características Farmacológicas: olopatadina é um antagonismo seletivo do receptor H1 de histamina e inibidor da liberação da histamina dos mastócitos. Foi demonstrada diminuição da quimiotaxia e inibição da ativação de eosinófilos. A olopatadina é isenta de efeitos sobre os receptores alfa-adrenérgicos, dopaminérgicos e muscarínicos tipo 1 e 2. Não existem dados sobre a biodisponibilidade sistêmica com o uso tópico ocular de PATANOL S Solução Oftálmica. Após administração tópica ocular de olopatadina 0,15% solução oftálmica no homem, a olopatadina demonstrou ter baixa absorção sistêmica. Dois estudos em voluntários normais (totalizando 24 pacientes), aos quais foi administrada solução oftálmica de olopatadina 0,15%, nos dois olhos, uma vez a cada 12 horas durante 2 semanas, demonstraram concentrações plasmáticas geralmente abaixo do limite de quantificação do ensaio (< 0,5ng/ml). As amostras nas quais a olopatadina foi quantificável foram tipicamente encontradas dentro de 2 horas após a administração e variaram de 0,5 a 1,3ng/ml. A meia-vida de eliminação no plasma após administração oral foi de 8 a 12 horas e a eliminação foi predominantemente através da excreção renal. Aproximadamente 60-70% da dose foi recuperada na urina como droga original. Dois metabólitos, o monodesmetil e o N-óxido, foram detectados em baixas concentrações na urina.

Resultado da Eficácia: Os resultados de estudos clínicos realizados até 12 semanas de duração demonstraram que PATANOL S Solução Oftálmica, quando administrado uma vez ao dia é efetivo no tratamento de prurido ocular associado com conjuntivite alérgica.

Indicações: PATANOL S Solução Oftálmica está indicado para o tratamento do prurido ocular associado com a conjuntivite alérgica.

Contra-indicação: PATANOL S é contra-indicado para pessoas que tenham hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. Não use este medicamento para tratar irritação relacionada a lentes de contato.

Cuidados de Conservação: Não deixe que a ponta do frasco toque seus olhos ou área ao redor dos olhos. Para evitar possível contaminação do medicamento, mantenha o gotejador longe do contato com qualquer superfície. Conservar o frasco de PATANOL Solução Oftálmica Estéril bem fechado e em temperatura ambiente (15 a 30ºC).

Via de administração: tópica ocular. Posologia: A dose recomendada é uma gota em cada olho afetado, uma vez por dia. No esquecimento de administração (dose omitida) o medicamento deverá ser aplicado o mais rápido possível. Caso esteja próximo do horário da próxima dose, a dose esquecida deverá ser ignorada e o esquema posológico regular deverá ser restabelecido

Advertências: EXCLUSIVAMENTE PARA USO TÓPICO OCULAR. O PRODUTO NÃO DEVE SER INJETADO OU INGERIDO.

PATANOL Solução Oftálmica contém um conservante que pode ser absorvido por lentes de contato gelatinosas. Pacientes que usam lentes de contato gelatinosas e cujos olhos não estiverem vermelhos devem esperar pelo menos 10 minutos após o uso deste medicamento antes de colocá-las novamente nos olhos.

Carcinogênese, mutagênese, diminuição da fertilidade: A olopatadina administrada por via oral não foi carcinogênica em camundongos e ratos em doses de até 500mg/kg/dia e 200mg/kg/dia, respectivamente. Com base em uma gota de 40µl e uma pessoa de 50kg, estas doses foram 150.000 e 50.000 vezes maiores do que a dose ocular máxima recomendada em humanos (DOMRH). Não foi observado potencial mutagênico no teste in vitro de mutação bacteriana reversa (Ames), no ensaio in vitro de aberração cromossômica em mamíferos ou no teste in vivo de micronúcleos de camundongos. A olopatadina administrada em ratos machos e fêmeas em doses orais 100.000 vezes maiores que a DOMRH resultou em uma pequena diminuição no índice de fertilidade e reduziu a velocidade de implantação; não foi observado efeito sobre a função reprodutora com doses 15.000 vezes o nível da DOMRH.

Uso na Gravidez

Efeitos teratogênicos: gravidez categoria C: A olopatadina não foi considerada teratogênica em ratos e coelhos. Todavia, ratas tratadas com 600 mg/kg/dia ou 150.000 vezes a DOMRH e coelhos fêmeas tratadas com 400 mg/kg/dia ou aproximadamente 100.000 vezes a DOMRH, durante a organogênese, mostraram uma redução de fetos vivos. Além disso, ratas tratadas com 600 mg/kg/dia de olopatadina durante a organogênese mostrou uma redução no peso fetal. Adicionalmente, ratas tratadas com 600 mg/kg/dia de olopatadina durante o final da gestação e ao longo do período de lactação mostraram uma redução na sobrevivência e no peso do neonatal. Não há, entretanto, estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Uma vez que os estudos em animais nem sempre podem prever as respostas humanas, PATANOL S deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício potencial para a mãe justificar o risco potencial para o embrião ou feto.

Uso pediátrico: A segurança e eficácia do uso em crianças abaixo de 3 anos de idade não foram estabelecidas.

Mães Lactantes: A olopatadina foi identificada no leite de ratas lactantes após administração oral. Não se sabe se a administração tópica ocular poderia resultar em absorção sistêmica suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite humano. Portanto, recomenda-se cautela quando PATANOL S for administrado à mãe lactante.

Uso em Idosos: Não foram observadas diferenças de eficácia e segurança entre pacientes jovens e idosos.

Interações Medicamentosas: até o momento não foram observadas interações medicamentosas com o uso do Patanol Solução Oftálmica.

Reações adversas: Foram relatados sintomas similares a faringite e síndrome de resfriado com incidência de aproximadamente 10%. As seguintes reações adversas oculares e não oculares foram relatadas com uma incidência de 5% ou menos:

Ocular: visão borrada, queimação ou ardência, conjuntivite, olho seco, sensação de corpo estranho, hiperemia, hipersensibilidade, ceratite, edema palpebral, dor e prurido ocular.

Não oculares: astenia, dor nas costas, síndrome de gripe, dor de cabeça, tosse, infecção, náusea, rinite, sinusite e alteração do paladar. Alguns desses eventos são similares a doença ocular em estudo.

ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para a comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

Superdose: Não são esperados nem constam em publicações técnicas quaisquer efeitos por superdosagem relacionados ao Patanol Solução Oftálmica. Em caso de superdose lavar os olhos com água corrente ou solução fisiológica em abundância, interromper o tratamento e procurar imediatamente orientação médica.

Armazenagem: Armazenar PATANOL S Solução Oftálmica em temperatura ambiente, entre 15 a 30ºC.

MS-1.0023.0224.005-7 Farm. Resp.: Lygia C. Piazza – CRF-SP nº 8066

ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA. Av. Nossa Senhora da Assunção, 736 – Butantã São Paulo – SP CNPJ 60.412.327/0013-36 Indústria Brasileira Serviço de atendimento ao consumidor: 0800 707 7908 [email protected] VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Lote, fabricação e validade: Vide cartucho. www.alconlabs.com.br © 2006, 2008 Alcon, Inc. Alcon® ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA

Bula do Patanol Colírio (Antiinflamatório)

PatanolBula do PATANOL®:

olopatadina 0,1% cloridrato

Solução Oftálmica Estéril

FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO: Solução Oftálmica Estéril, via tópica ocular apresentada em frasco plástico conta-gotas contendo 5ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Acima de 3 anos de idade

COMPOSIÇÃO: Cada ml contém: cloridrato de olopatadina (equivalente a 1mg de base) 1,11mg em veículo constituído de fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio, cloreto de benzalcônio como conservante e água purificada q.s.p. 1ml.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

Como este medicamento funciona?

PATANOL Solução Oftálmica é um medicamento anti-alérgico de ação tópica ocular. O tempo médio estimado para o medicamento começar a agir é em torno de 2 horas.

Porque este medicamento foi indicado?

PATANOL Solução Oftálmica é um medicamento indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da conjuntivite alérgica.

Quando não devo usar este medicamento?

Contra-indicações: Você não deve usar PATANOL Solução Oftálmica se tiver hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de olopatadina ou a qualquer componente da fórmula. Não use este medicamento para tratar irritação relacionada a lentes de contato.

Advertências: Exclusivamente para uso tópico. O produto não deve ser injetado ou ingerido. O produto contém um conservante (cloreto de benzalcônio) que pode ser absorvido por lentes de contato gelatinosas. Se você usa lentes de contato gelatinosas e seus olhos não estiverem vermelhos, você deve esperar pelo menos 10 minutos após o uso de PATANOL Solução Oftálmica antes de colocá-las novamente nos olhos.

Interações medicamentosas: Até o momento não foram observadas interações medicamentosas com o uso do PATANOL Solução Oftálmica.

Uso na gravidez e amamentação: Você só deve utilizar este medicamento durante a gravidez e amamentação sob orientação do seu médico.

Uso pediátrico: PATANOL Solução Oftálmica pode ser utilizado por crianças acima de 3 anos de idade. Uso em Idosos: Não foram observadas diferenças de segurança ou eficácia entre pacientes jovens e idosos. Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 3 anos de idade. Informe o médico ou cirurgião-dentista sobre o aparecimento de reações indesejáveis. Informe o seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Como devo usar este medicamento?

Aspecto Físico: PATANOL é uma solução incolor a amarelo pálido. Dosagem: A dose recomendada é uma gota em cada olho afetado, duas vezes ao dia, num intervalo de 6 a 8 horas.

Como usar?

Não deixe que a ponta do frasco toque seus olhos ou área ao redor dos olhos. Para evitar possível contaminação do frasco, mantenha o gotejador longe do contato com qualquer superfície. 1- Antes de utilizar a medicação, certifique-se de que o lacre de segurança está intacto. Um espaço entre o frasco e a tampa é normal para o frasco não aberto. 2- Retire o lacre de segurança. 3- Para abrir o frasco, desenrosque a tampa girando-a. 4- Incline sua cabeça para trás e puxe levemente sua pálpebra inferior para formar uma bolsa entre a sua pálpebra e o seu olho. 5- Inverta o frasco e pressione levemente com o dedão ou com o dedo indicador até que uma única gota seja dispensada no olho, conforme prescrição médica. Não toque a ponta do frasco nos olhos ou pálpebras. 6- Repita os passos 4 e 5 no outro olho, se o seu médico assim o instruiu. 7- Recoloque a tampa, rosqueando até que esteja tocando firmemente o frasco. 8- A ponta gotejadora foi desenhada para fornecer uma gota pré-medida, portanto não aumente o furo da ponta gotejadora.

O que fazer se esquecer de usar uma dose?

Se esquecer uma dose, aplique o medicamento o mais rápido possível. No entanto, se estiver perto do horário da próxima dose, ignore a dose esquecida e volte ao esquema regular. Siga as orientações do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Quais os males que este medicamento pode causar?

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, chamados de reações adversas. Apesar de não ocorrerem todas essas reações adversas, se ocorrerem, você pode precisar de atenção médica. Você pode ter dor de cabeça, astenia, visão borrada, queimação ou ardência, síndrome do resfriado, olho seco, sensação de corpo estranho, hiperemia, hipersensibilidade, ceratite, edema palpebral, náusea, faringite, prurido, rinite, sinusite e alteração do paladar. Algumas dessas reações são similares aos próprios sintomas das doenças.

O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

Em caso de superdose você deve lavar os olhos com água corrente ou solução fisiológica em abundância, interromper o tratamento e consultar imediatamente o seu médico. Onde e como devo guardar este medicamento? Armazene o frasco de PATANOL Solução Oftálmica fechado, em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 a 30ºC). Não use este medicamento após expiração da data de validade impressa na embalagem.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE:

Características Farmacológicas: Olopatadina é um inibidor da liberação de histamina do e antagonista relativamente seletivo do receptor H1 de histamina, que inibe a reação de hipersensibilidade imediata tipo 1 in vivo e in vitro, incluindo os efeitos induzidos da inibição da histamina nas células epiteliais da conjuntiva humana. A Olopatadina é isenta de efeitos sobre os receptores alfa-adrenérgicos, da dopamina e muscarínicos tipo 1 e 2. Após administração tópica ocular no homem, a Olopatadina demonstrou ter baixa exposição sistêmica. Em dois estudos em voluntários normais (totalizando 24 pacientes), aos quais foi administrada solução oftálmica de olopatadina 0,15%, nos dois olhos, uma vez a cada 12 horas durante 2 semanas, foram encontradas concentrações plasmáticas geralmente abaixo do limite quantitativo do ensaio (< 0,5ng/ml). As amostras nas quais a Olopatadina era quantificável foram tipicamente encontradas dentro de 2 horas após a administração e variaram de 0,5 a 1,3ng/ml. A meia-vida no plasma foi de aproximadamente 3 horas e a eliminação foi predominantemente através da excreção renal. Aproximadamente 60-70% da dose foi recuperada na urina como droga original. Dois metabólitos, o monodesmetil e o N-óxido foram detectados em baixas concentrações na urina. Resultado de Eficácia: Os resultados de um estudo ambiental demonstraram que PATANOL Solução Oftálmica foi eficaz no tratamento dos sinais e sintomas da conjuntivite alérgica quando administrado 2 vezes por dia por até 6 semanas. Os resultados de estudos realizados expondo a conjuntiva a antígenos, imediatamente e até 8 horas após a administração de PATANOL Solução Oftálmica, demonstraram que este foi significantemente mais eficaz do que seu veículo na prevenção do prurido ocular associado com conjuntivite alérgica.

Indicações: PATANOL Solução Oftálmica é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da conjuntivite alérgica.

Contra-indicação: PATANOL Solução Oftálmica é contra-indicado para pessoas que tenham hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de olopatadina ou a qualquer componente da fórmula. PATANOL Solução Oftálmica não deve ser usado para tratar irritação causada por lentes de contato.

Cuidados de Conservação: Não deixe que a ponta do frasco toque seus olhos ou área ao redor dos olhos. Para evitar possível contaminação do medicamento, mantenha o gotejador longe do contato com qualquer superfície. Conservar o frasco de PATANOL Solução Oftálmica bem fechado e em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Via de administração: tópica ocular.

Posologia: A dose recomendada é uma gota em cada olho afetado, duas vezes por dia num intervalo de 6 a 8 horas. No esquecimento de administração (dose omitida) o medicamento deverá ser aplicado o mais rápido possível. Caso esteja próximo do horário da próxima dose, a dose esquecida deverá ser ignorada e o esquema posológico regular deverá ser restabelecido.

Advertências: EXCLUSIVAMENTE PARA USO TÓPICO. O PRODUTO NÃO DEVE SER INJETADO OU INGERIDO. PATANOL Solução Oftálmica contém um conservante que pode ser absorvido por lentes de contato gelatinosas. Pacientes que usam lentes de contato gelatinosas e cujos olhos não estiverem vermelhos devem esperar pelo menos 10 minutos após o uso deste medicamento antes de colocá-las novamente nos olhos

Carcinogênese, mutagênese, diminuição da fertilidade: A olopatadina administrada por via oral não foi carcinogênica em camundongos e ratos em doses de até 500mg/kg/dia e 200mg/kg/dia, respectivamente. Com base em uma gota de 40µl, estas doses foram 78.125 e 31.250 vezes maiores do que a dose ocular máxima recomendada em humanos (DOMRH). Não foi observado potencial mutagênico no teste in vitro de mutação bacteriana reversa (Ames), no ensaio in vitro de aberração cromossônica em mamíferos ou no teste in vivo de micronúcleos de camundongos. A olopatadina administrada em ratos machos e fêmeas em doses orais 62.500 vezes a DOMRH resultou em uma pequena diminuição do índice da fertilidade e reduziu a velocidade de implantação; não foi observado nenhum efeito sobre a função reprodutora com doses 7.800 vezes a máxima dose recomendada para uso no olho humano.

Uso na gravidez Categoria C: A Olopatadina não foi considerada teratogênica em ratos e coelhos. Todavia, ratas tratadas com 600mg/kg/dia ou 93.750 vezes a DOMRH e coelhos fêmeas tratadas com 400mg/kg/dia ou 62.500 vezes a DOMRH, durante a organogênese, mostraram uma redução de fetos vivos. Não há, entretanto, estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Uma vez que os estudos em animais nem sempre podem prever as respostas humanas, PATANOL Solução Oftálmica deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício potencial para a mãe justificar o risco potencial para o embrião ou feto.

Mães lactantes: A olopatadina tem sido identificada no leite de ratas lactantes após administração oral. Não se sabe se a administração tópica ocular poderia resultar em absorção sistêmica suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite humano. Portanto, recomenda-se cautela quando PATANOL for administrado à mãe lactante.

Uso pediátrico: A segurança e eficácia do uso em crianças abaixo de 3 anos de idade não foram estabelecidas.

Uso em idosos: Não foram observadas diferenças de segurança ou eficácia entre pacientes jovens e idosos.

Interações medicamentosas: Até o momento não foram observadas interações medicamentosas com o uso do PATANOL Solução Oftálmica.

Reações adversas: Foi relatada dor de cabeça com uma incidência de 7%. As seguintes reações adversas foram relatadas em menos de 5% dos pacientes: astenia, visão borrada, queimação ou ardência, síndrome do resfriado,olho seco, sensação de corpo estrano, hiperemia, hipersensibilidade, ceratite, edema palpebral, náusea, faringite, prurido, rinite, sinusite e alteração do paladar. Algumas dessas reações são similares aos próprios sintomas da doença.

Superdose: Não são esperados nem constam em publicações técnicas quaisquer efeitos por superdosagem relacionados ao PATANOL Solução Oftálmica. Em caso de superdose lavar os olhos com água corrente ou solução fisiológica em abundância, interromper o tratamento e procurar imediatamente orientação médica.

Armazenagem: Armazenar PATANOL Solução Oftálmica em temperatura ambiente, entre 15 a 30ºC.

MS- 1.0023.0224.001-4

Farm. Resp.: Lygia C. Piazza – CRF-SP nº 8066 ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA. Av. Nossa Senhora da Assunção, 736 – Butantã São Paulo – SP CNPJ 60.412.327/0013-36 Indústria Brasileira

Serviço de atendimento ao consumidor: 0800 707 7908 [email protected] VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Lote, fabricação e validade: Vide cartucho. www.alconlabs.com.br © 2006, 2008 Alcon, Inc. Alcon® ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.

Bual do Oftpred Colírio (Antiinflamatório)

OftpredBula do Oftpred:

Colírio

Acetato de prednisolona

Antiinflamatório hormonal

Uso adulto

Composição por ml

Acetato de prednisolona …………………. 10 mg

Veículo estéril …………….q.s.p. ………… 1 ml

Conservante: cloreto de benzalcônio 0,01%

Informação técnica

A prednisolona é um adrenocorticóide não-fluorado de ação intermediária. Inibe a formação de colágeno e fibroblastos, retarda a regeneração epitelial, diminui as exsudações celulares, a infiltração tecidual, a neovascularização pós-inflamatória e a permeabilidade vascular de capilares inflamados. Após aplicação tópica no globo ocular, a prednisolona é absorvida pela córnea, humor aquoso, íris, corpo ciliar, coróide e retina. A absorção sistêmica ocorre, mas a quantidade é desprezível.

Indicações

Nas inflamações da conjuntiva bulbar e palpebral, nas inflamações da córnea e segmento anterior do globo suscetíveis a esteróides.

Contra-indicações

Infecções oculares purulentas agudas, herpes simples superficial aguda (ceratite dendrítica), vacínia, varicela e muitas outras doenças virais da córnea e conjuntiva, tuberculose ocular, doenças fúngicas do olho e sensibilidade a quaisquer dos componentes da formulação.

Reações adversas

Reação mais freqüente: visão turva temporária.

Reações ocasionais ou raras: irritação ocular, hipertensão ocular, adelgaçamento da córnea. Posologia Agitar o frasco antes de usar. Instilar 1 ou 2 gotas no saco conjuntival, 2 a 4 vezes por dia. Durante as 24 a 48 horas iniciais, a dose pode ser aumentada em 2 gotas a cada hora. Deve-se tomar cuidado a fim de não se descontinuar prematuramente o tratamento.

Apresentação

Suspensão oftálmica estéril – frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml.

“VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA” Oftpred (acetato de prednisolona):

Reg. M.S. 1.1725.0033.001-7.

Responsável Técnico: Dr. Morio Sato – CRF-SP: nº 0381 N° de lote, data da fabricação e validade: vide cartucho

Fabricado por: LATINOFARMA INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS LTDA. R. Dr. Tomás Sepe, 489 – Cotia – SP C.N.P.J. n° 60.084.456/0001-09 – Indústria Brasileira Atendimento ao Consumidor (11) 4702 5322

Bula do Ocufen Colírio (Antiinflamatório)

OcufenBula do Ocufen:

flurbiprofeno 0,03%

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril.

USO ADULTO COMPOSIÇÃO SOLUÇÃO OFTÁLMICA

Cada ml contém: 0,3 mg de flurbiprofeno sódico

Veículo: álcool polivinílico, cloreto de sódio, citrato de sódio diidratado, cloreto de potássio, ácido cítrico monoidratado, edetato dissódico, tiomersal, ácido clorídrico/ hidróxido de sódio e água purificada q.s.p.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

• Ação esperada do medicamento: ação antiinflamatória.

• Cuidados de armazenamento: o produto deve ser armazenado a temperatura ambiente (entre 15˚C e 30˚C) e ao abrigo da luz.

• Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido. • Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando.

• Cuidados de administração: instile a dose recomendada, no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

• Interrupção do tratamento: não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

• Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

• Contra-indicações e precauções: informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE

Informação Técnica

Farmacologia Clínica

O flurbiprofeno sódico é uma substância da série dos ácidos fenilalcanóicos que tem demonstrado ação analgésica, antipirética e antiinflamatória em doenças inflamatórias em animais. Acredita-se que seu mecanismo de ação se exerça através da inibição da enzima ciclo-oxigenase que é essencial na biosíntese das prostaglandinas. As prostaglandinas têm demonstrado ser, em muitos animais, mediadoras de certos tipos de inflamação intra-ocular. Estudos realizados em olhos de animais demonstraram que as prostaglandinas produzem o rompimento da barreira hematoaquosa, vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, leucocitose e aumento da pressão intra-ocular. As prostaglandinas parecem também desempenhar um papel na resposta miótica produzida durante a cirurgia ocular pela constricção do esfíncter da íris independentemente de mecanismos colinérgicos. Em estudos clínicos, Ocufen® (flurbiprofeno sódico) tem demonstrado inibir a miose induzida durante o curso da cirurgia de catarata. O produto não interfere com o efeito miótico do cloreto de acetilcolina administrado via intra-ocular. Os resultados dos estudos clínicos indicam que o flurbiprofeno sódico não apresenta efeito significante sobre a pressão intraocular.

Indicações

Ocufen® (flurbiprofeno sódico) é indicado para diminuir a miose transoperatória. Também é indicado para o tratamento da inflamação pós-trabeculoplastia por laser e no pós-operatório do segmento anterior do olho.

Contra- Indicações

Ocufen® (flurbiprofeno sódico) é contra-indicado na ceratite superficial causada por herpes simplex (ceratite dendrítica) e em indivíduos hipersensíveis aos componentes do medicamento.

Precauções e Advertências

As infecções agudas dos olhos podem ser mascaradas pelo uso de agentes tópicos antiinflamatórios. Ocufen® (flurbiprofeno sódico) não possui atividade antimicrobiana e seu uso concomitante com uma droga antiinfecciosa, em presença de infecções oculares, deve ser acompanhado. Também devem ser examinados com freqüência os pacientes com histórico de ceratite por herpes simplex. A cicatrização de feridas pode ser retardada com o uso de Ocufen® (flurbiprofeno sódico).

Interações Medicamentosas E

xiste a possibilidade de potencialização para sensibilidade cruzada com o ácido acetilsalicílico e outras drogas antiinflamatórias não esteróides.

Reações Adversas

As reações adversas mais freqüentes relatadas com o uso de Ocufen® (flurbiprofeno sódico) são queimação ocular transitória e ardência após a instilação e outros sintomas menores de irritação ocular. Sabe-se que ocorre alguma absorção sistêmica com o uso de substâncias instiladas no olho, e que drogas não esteróides antiinflamatórias aumentam o tempo de sangramento por interferência com a agregação trombocitária. Entretanto, não existe constatação de que o uso tópico de Ocufen® (flurbiprofeno sódico) afete o tempo de sangramento. Recomenda-se precaução com o uso de Ocufen® (flurbiprofeno sódico) em pacientes com tendência a sangramento.

Posologia

Para a inibição da miose transoperatória, instile um total de quatro gotas no olho, sendo uma gota a aproximadamente cada 1/2 hora, começando duas horas antes da cirurgia. Uma gota deve ser instilada no saco conjuntival a cada quatro horas durante uma semana, após trabeculoplastia por laser ou durante duas a três semanas após outros procedimentos cirúrgicos. Superdosagem Em geral, superdosagens não provocam problemas agudos. Se, acidentalmente for ingerido, beba bastante líquido para diluir, ou procure orientação médica.

Pacientes Idosos

Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que as recomendadas para as outras faixas etárias. Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. ANVISA/ MS – 1.0147.0042 Farm. Resp.: Dra Flávia Regina Pegorer CRF-SP nº 18.150 Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA Av. Guarulhos, 3272 – CEP 07030-000 – Guarulhos -SP CNPJ 43.426.626/0009-24 Indústria Brasileira ® Marca Registrada 274806BR13P Laetus: 39