Bula do Simeco Plus (Antiácido)

Simeco-PlusBula do Simeco Plus®:
hidróxido de alumínio
hidróxido de magnésio
dimeticona

 

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Suspensão oral
Frasco com 240 mL.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

 

COMPOSIÇÃO
Cada 5,0 mL da suspensão contém:
hidróxido de alumínio ……………………………… 600 mg
hidróxido de magnésio ……………………………. 300 mg
dimeticona ………………………………………………. 35 mg
Excipientes q.s.p. ……………………………………….. 5 mL
Excipientes: Sorbitol, citrato de potássio, glicerina, metilparabeno, propilparabeno, butilparabeno, ácido
benzóico, sacarina, essência de hortelã, essência composta de hortelã, hipoclorito de sódio, hidróxido
de amônio, álcool etílico e água deionizada.

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento
Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) é um medicamento antiácido,
indicado nos casos de hiperacidez gástrica; úlcera péptica; esofagite; gastrite; duodenite e hérnia de
hiato.
A ação antiácida de Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) inicia-se
logo após a ingestão do medicamento.

 

Cuidados de armazenamento
Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15° C e 30° C).
Proteger da luz e umidade.

 

Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade da Simeco
plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) é de 24 meses, contados
a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.

 

NUNCA USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE  VALIDADE VENCIDO. PODE SER PREJUDICIAL À
SUA SAÚDE.

 

Gravidez e lactação
Informar ao médico ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.
Informar ao médico se está amamentando.

 

Cuidados de administração
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) deve ser bem agitado antes
do uso.

 

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

Reações adversas

O aparecimento de reações desagradáveis em decorrência do uso do medicamento é raro, e se

ocorrer, o médico deverá ser informado. Estas reações incluem diarréia e constipação.
Ingestão concomitante com outras substâncias A absorção de alguns medicamentos pode ser
alterada com o uso concomitante de antiácidos.
Consequentemente, sempre que possível, deve-se evitar a administração de outros medicamentos
durante o intervalo de uma a duas horas após o uso de antiácidos.

 

Contra-indicações e precauções
Pacientes com insuficiência renal não devem utilizar antiácidos contendo magnésio, a menos
que seja indicado e esteja sob rigoroso controle médico. Pacientes com hipofosfatemia não devem
utilizar antiácidos contendo alumínio. A utilização de antiácidos durante a gravidez somente deve ser
realizada sob orientação médica.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Os componentes antiácidos de Simeco plus® são hidróxido de alumínio + hidróxido de magnésio +
dimeticona.
O hidróxido de alumínio na forma de gel coloidal reage com o ácido clorídrico gástrico, neutralizandoo:
AI(OH)3 + 3HCI Æ AICI3 + 3H2O. O gel utilizado em Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido
de magnésio+dimeticona) é o gel A ou “reativo”, de elevado poder neutralizante. Além de suas
propriedades antiácidas, o hidróxido de alumínio parece exercer outras ações terapêuticas:
Ação demulcente – formando uma película protetora sobre a lesão.
Ação adsorvente da pepsina – além de diminuir a acidez gástrica, inibindo por esse mecanismo a atividade da
pepsina, adsorve as moléculas dessa enzima, o que contribui para uma inativação ainda maior.
O hidróxido de magnésio reage com o HCI, neutralizando-o: Mg(OH)2 + 2HCI Æ MgCI2 + 2H2O.
As reações citadas são progressivas, fato que prolonga o efeito neutralizante. Os hidróxidos de alumínio e
magnésio são considerados antiácidos não sistêmicos.
Entretanto, uma pequena parcela de íons de alumínio e de magnésio é absorvida e excretada na urina, desde
que a função renal esteja normal.
O íon alumínio tem ação constipante intestinal, atribuida à sua propriedade adstringente, ação essa
que é contrabalançada de forma equilibrada pelo efeito laxativo osmótico do íon magnésio. A proporção
entre hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio em Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de
magnésio+dimeticona) tem por finalidade evitar efeitos sobre a motilidade intestinal. Simeco plus® (hidróxido
de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona), graças a uma técnica especial de preparação, e
por possuir altas concentrações de hidróxidos, apresenta elevado poder neutralizante. Capacidade

de neutralização de Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) (Método
de Fordtran): 35 mEq/5mL. O uso de doses elevadas de antiácidos, isto é, doses com alto poder neutralizante,
em 7 tomadas diárias (1 e 3 horas após as refeições e ao deitar), é um esquema moderno para tratamento
de úlcera péptica, cuja eficácia tem sido demonstrada por estudos endoscópicos de cicatrização e por
curvas de neutralização do pH gástrico em portadores dessa patologia. Uma vez que os pacientes com
úlcera ou gastrite muitas vezes apresentam também meteorismo e flatulência, Simeco plus® (hidróxido
de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) incorpora em sua fórmula a dimeticona, potente
agente antifisético. A dimeticona empregada é a dimeticona ativada com sílica, de modo a aumentar
as propriedades antifiséticas. A dimeticona atua no estômago e no intestino, diminuindo a tensão
superficial dos líquidos digestivos, rompendo as bolhas que retêm os gases e que provocam flatulências e
dores. Assim, os gases são eliminados mais facilmente, diminuindo o desconforto causado por eles.
A dimeticona é excretada nas fezes de forma inalterada.

 

INDICAÇÕES
Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) está indicado como antiácido,
nos casos de hiperacidez gástrica; úlcera péptica; esofagite; gastrite; duodenite e hérnia de hiato.

 

CONTRA-INDICAÇÕES
O uso de antiácidos contendo alumínio(exceto os que contenham fosfato de
alumínio ) é contra-indicado para pacientes com hipofosfatemia, devido à propriedade
dos sais de alumínio de ligarem-se ao fosfato, depletando-o. O uso de antiácidos
contendo magnésio é contra-indicado para pacientes com insuficiência renal grave,
devido ao risco aumen tado de ocorrência de hipermagnesemia.

 

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
O uso de antiácidos contendo magnésio em pacientes com insuficiência renal leve
a moderada somente deve ser efetuado quando estritamente necessário e sob
cuidadosa supervisão médica, de vido ao risco aumentado de ocorrência de
hipermagnesemia nestes pacientes. A administração prolongada de doses
elevadas de antiácidos contendo alumínio (exceto fosfa to de alumínio), em pacien tes
com dieta deficiente em fosfatos, poderá acarretar hipofosfatemia . Pacientes com
insuficiência renal crônica poderão apresentar hiperaluminemia.
Testes laboratoriais : Níveis séricos de fosfato de vem ser monitorizados
a intervalos mensais ou bimestrais em pacientes cronicamente submetidos a
hemodiálise, que estejam recebendo tratamento com antiácidos por períodos
prolongados.

 

Uso durante a gravidez: A utilização de antiácidos durante a gravidez somente deve
ser realizada sob orientação médica.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
A absorção de alguns medicamentos pode ser alterada com a ingestão concomitante
de antiácidos. Conseqüentemente, sempre que possível , deve-se evitar a administração
de outras drogas durante uma a duas horas após o uso de antiácidos. Citam-se
as tetraciclinas .

 

REAÇÕES ADVERSAS
Eventualmente, pequenas alterações de trânsito intestinal poderão ocorrer, que
desaparecerão com a simples interrupção do tratamento.

 

POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO
Uso Adulto
1 ou 2 colheres de chá (5 mL ou 10 mL) 1 e 3 horas após as refeições e ao deitar, totalizando 7 doses
diárias. Outros esquemas apropriados a cada caso podem ser instituidos a critério médico.
Não se recomenda exceder essas doses diárias, ou manter por mais de 14 dias a dose máxima (duas
colheres de chá – 10 mL – 7 vezes ao dia), exceto sob supervisão médica.

 

Uso Pediátrico
Crianças de 4 a 7 anos – Tomar 1 colher de café (2 mL), 1 a 2 vezes ao dia, 1 hora após as refeições, ou
a critério médico.
Crianças de 7 a 12 anos – Tomar 1 colher de chá (5 mL), 1 a 2 vezes ao dia, 1 hora após as refeições, ou
a critério médico.
Outros esquemas apropriados a cada caso podem ser instituídos a critério médico.
Simeco plus® (hidróxido de alumínio+hidróxido de magnésio+dimeticona) deve ser bem agitado antes
do uso.

 

AGITE BEM ANTES DE USAR.

 

VENDA SEM RECEITUÁRIO MÉDICO.
Siga corretamente o modo de usar. Ao
persistirem os sintomas, o médico deverá ser
consultado.
Nº DO LOTE, DATA DE FABRICAÇÃO E PRAZO DE
VALIDADE: vide cartucho ou rótulo.
MS – 1.0043.0696
Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró
CRF-SP 19.258
208702-01 (A) – L.65 (10/07)
EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Ver. José Diniz 3465
São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

Bula do Sal de Andrews (Antiácido)

Sal-de-AndrewsBula do Sal de Andrews:
sulfato de magnésio

 

APRESENTAÇÃO
Pó efervescente em envelopes de 5g
USO ORAL – USO ADULTO

 

COMPOSIÇÃO
Cada 5g de pó efervescente contém de sulfato de magnésio (0,8825g), bicarbonato de sódio, ácido cítrico, carbonato de
sódio e sacarina sódica.

 

1.PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Sal de Andrews é indicado como antiácido, para alívio de azia, má digestão e excesso de acidez no estômago, e como
laxante, para alívio da prisão de ventre.

 

2.COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Os componentes do Sal de Andrews neutralizam a acidez estomacal. Como laxante, o Sal de Andrews age aumentando a
quantidade de água no interior do intestino, ajudando assim a amolecer as fezes e a promover movimentação intestinal.

 

3.QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar este medicamento se tiver história de alergia a quaisquer componentes da fórmula.

 

4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve consultar um médico antes de tomar este medicamento se você tiver doença nos rins, no coração, ou pressão
alta, se estiver grávida ou amamentando, ou se estiver fazendo uso de tetraciclina. Se você tem pressão alta, você deve
saber que este medicamento contém sódio; caso siga uma dieta com restrição de sódio, você não deve tomar múltiplas
doses deste medicamento, a menos que orientado por um médico. Caso você sinta dor abdominal persistente ou se precisar
deste medicamento como laxante diariamente, você deve consultar o médico. Este medicamento não deve ser utilizado
por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgiãodentista
se você esta fazendo uso de outro medicamento.

 

5.ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve conservar Sal de Andrews em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da umidade. Número de
lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use este medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original. Sal de Andrews é um pó branco efervescente solúvel em água. Antes de usar,
observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto,
consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido roa do alcance das
crianças.

 

6.COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como antiácido: Você deve dissolver o conteúdo de 1 envelope (5g) de Sal de Andrews em um copo pequeno de água
(200 mL), esperar completar a efervescência e beber de uma vez, podendo repetir até 4 vezes ao dia.
Como laxante: Você deve dissolver o conteúdo de 2 envelopes (10g) de Sal de Andrews em um copo pequeno de água
(200mL), esperar completar a efervescência e beber de uma vez, antes do café da manhã ou à noite, antes de dormir.
Siga corretamente o modo de usar. Em casos de dúvidas sobre esse medicamento, procure orientação do
farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
BU0491-01

 

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você pode tomar este medicamento assim que se lembrar, sempre respeitando a dose diária recomendada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

 

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Este medicamento é em geral bem tolerado, se for utilizado nas doses recomendadas. Entretanto, o uso prolongado pode ocasionar diarréia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

 

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Se você tomar uma dose excessiva deste medicamento, você pode apresentar diarréia. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

 

MS. 1.0107.0128
Farm. Resp.: Milton de Oliveira CRF-RJ 5522
Fabricado por: GlaxoSmithKline Argentina S.A., Buenos Aires – Argentina
Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Estrada dos Bandeirantes, 8464, Rio de Janeiro – RJ
CNPJ 33.247.743/0001-10
SAC 0800 021 15 29
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

Bula do Riopan Plus (Antiácido)

Riopan-PlusBula do RIOPAN® PLUS:
magaldrato, dimeticona
Antiácido e antiflatulento.
Formas farmacêuticas, apresentações e via de administração
Comprimido mastigável. Embalagens com 20 unidades (sabor menta). Uso oral.
Suspensão. Frascos com 240 ml (sabor menta). Uso oral.

 

USO ADULTO
Composição
Cada comprimido mastigável contém:
Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)……………………………….. 800 mg
Dimeticona…………………………………………………………………………………100 mg
Excipiente aromatizado q.s.p…………………………………………………. 1 comprimido
Excipientes: sorbitol, macrogol, dióxido de silício, lactose, metilcelulose, aroma de menta, araquidato de cálcio, amido de milho e álcool isopropílico.
Cada 5 ml (1 colher das de chá) da suspensão contém:
Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)………………………………… 400 mg
Dimeticona…………………………………………………………………………………. 50 mg
Veículo aromatizado q.s.p………………………………………………………………… 5 ml
Excipientes: goma arábica, hipromelose, óleo de hortelã-menta, mentol, ciclamato de sódio, sulfato de prata, gliconato de clorexidina e água purificada.
* Contendo no mínimo 80% de magaldrato anidro.

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento
Antiácido e antiflatulento.
Cuidados de armazenamento
Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Manter o frasco de Riopan® Plus suspensão ao abrigo da luz, dentro da embalagem do produto. Uma vez aberto, o conteúdo do frasco permanece estável por 6 semanas. Evite o congelamento da suspensão.

 

Prazo de validade
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data da fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Riopan® Plus suspensão é branco acinzentado, com sabor e odor característicos de menta. Riopan® Plus comprimidos mastigáveis são redondos, de cor branca a levemente amarelado, odor de menta.

 

Gravidez e lactação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Durante a gravidez, Riopan® Plus deve ser usado apenas por curto período de tempo, a fim de evitar sobrecarga de alumínio para o feto.
Estudos em animais demonstraram que sais de alumínio têm efeitos prejudiciais na descendência.
Os compostos de alumínio passam para o leite. Devido à baixa absorção, acredita-se não haver risco para o recém nascido.

 

Cuidados de administração
Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos por inteiro, mas sim dissolvidos inteiramente na boca. Agite o frasco da suspensão antes de usar.
O medicamento deve ser ingerido de preferência 1 hora após as principais refeições e antes de deitar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

 

Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como diarréia ou constipação.
Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.
O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão).
Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer redução de fosfato.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias
Deve-se evitar a administração junto com outros medicamentos como tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina pelo risco de redução da absorção destas substâncias. A ingestão destes medicamentos deverá ocorrer com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração do Riopan® Plus.
A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.
Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.
A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.
O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

 

Contra-indicações e precauções
O produto não deve ser usado por pacientes com insuficiência renal ou com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.
Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a 2 semanas.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Riscos da automedicação: NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

Características
O magaldrato (aluminato de magnésio hidratado), princípio ativo do Riopan® Plus, não é uma simples mistura física dos dois componentes, magnésio e alumínio, mas sim uma monosubstância em que estes elementos são ligados de maneira a formar uma entidade química. Conforme comprovado experimentalmente, a atividade adsorvente e neutralizante deste composto é bastante elevada, superando consideravelmente a proporcionada por uma simples mistura.
Uma vez que a ativação intragástrica do Riopan® Plus (liberação dos hidróxidos de alumínio e magnésio) é proporcional ao grau de acidez gástrica, o seu efeito neutralizante se adapta automaticamente às necessidades momentâneas de cada caso, evitando-se a neutralização total ou até a formação de um meio gástrico alcalino, indesejável por várias razões. Por esta auto-regulação, o pH obtido pelo Riopan® Plus oscila dentro da faixa ideal de pH, de 3,5 a 5,0, não ultrapassando este último valor, mesmo com administrações repetidas e prolongadas. Ao mesmo tempo, o Riopan® Plus adsorve e inativa a lisolecitina e os ácidos biliares que, através do refluxo duodeno-gástrico, desempenham papel importante como fatores etiopatogênicos da úlcera péptica e da esofagite.
A dimeticona, por sua vez, age fisicamente reduzindo a tensão superficial das bolhas de gás ou espuma, formadas por razões diversas no tubo digestivo, eliminando-as. Não sendo absorvida, a tolerância da dimeticona é excelente, não tendo sido relatados quaisquer efeitos colaterais com o seu uso, mesmo por tempo prolongado.

 

Propriedades farmacodinâmicas
A ação do magaldrato está baseada na neutralização do ácido gástrico. Também ocorre ligação “dose-dependente” e “pH-dependente” a ácidos biliares e lisolecitina. A atividade antiácida é atribuída à ligação de prótons aos íons sulfato e hidróxido da camada intersticial entrelaçada, fazendo com que a estrutura entrelaçada se decomponha durante a neutralização.
800 mg de magaldrato neutralizam cerca de 18-25 mval de ácido clorídrico.

 

Propriedades farmacocinéticas
O magaldrato não é absorvido no trato gastrintestinal. Durante o processo de neutralização pequenas quantidades de íons magnésio e alumínio são liberadas, e durante o trânsito intestinal, são convertidas em fosfatos solúveis e excretados pela evacuação. A mesma proporção de cátions é absorvida. Um pequeno aumento no nível de alumínio sérico pode ocasionalmente ser encontrado estável em pessoas com rins saudáveis.
Dados de segurança pré-clínica
A toxicidade aguda para antiácidos não foi determinada devido à baixa absorção (10% para magnésio e cerca de 1% para alumínio) e excreção renal relativamente rápida.
Em pacientes com a função renal prejudicada, podem ocorrer altos níveis plasmáticos e teciduais de alumínio (depósitos de alumínio predominantemente no nervo e no tecido ósseo) e fenômenos de superdose.
No tratamento a longo prazo com antiácidos contendo alumínio, pode ocorrer redução na absorção de fosfato.
O potencial mutagênico do magaldrato ainda não foi suficientemente investigado. Para compostos de alumínio não há evidência relevante de potencial mutagênico.
Não há estudos sobre potencial carcinogênico do magaldrato.
Não há estudos sobre embriotoxicidade do magaldrato em animais. Não há evidência de algum risco ou má formação em humanos.
Efeitos embriotóxicos e fetotóxicos foram observados com outros compostos de alumínio. Estudos em ratos mostraram aumento da mortalidade pós-natal e desenvolvimento neuromotor retardado.

 

Indicações
Na hiperacidez gástrica e na flatulência decorrentes de qualquer etiologia. Azia, esofagite de refluxo, gastrite aguda e crônica, úlcera gástrica e duodenal. Distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café.
Riopan® Plus está especialmente indicado quando estes distúrbios acima se acompanham de retenção de gases, eructações freqüentes, meteorismo, aerofagia ou distensão abdominal. Página 4 de 7

 

Contra-indicações
Insuficiência renal. Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.
Precauções e advertências
Riopan® Plus não deve ser usado em crianças menores de 12 anos de idade, pois não existe experiência suficiente no tratamento desta faixa etária com o produto.
Sendo bem tolerado e ainda livre da sacarose e pobre em sódio, Riopan® Plus pode ser administrado inclusive a pacientes diabéticos ou hipertensos.
A não ser em indicações muito especiais, sob cuidadosa supervisão médica, aconselha-se não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão (20 colheres das de chá) por dia ou administrar esta dose diária máxima durante período superior a 2 semanas.
Se os sintomas persistirem por mais de 2 semanas durante o tratamento, o exame clínico pode ser conduzido de modo a excluir alguma doença malígna.
O pH elevado do suco gástrico aumenta o risco de colonização da mucosa gástrica por organismos patogênicos, os quais podem, por exemplo, em pacientes sujeitos à ventilação artificial, levar a uma maior incidência da ocorrência de pneumonia nosocomial.
Pacientes portadores de nefropatias: não devem fazer uso prolongado da referida dose máxima, exceto sob expressa recomendação e vigilância médica.
Pacientes com função renal prejudicada (clearance de creatinina <30 ml/min): somente devem fazer uso de Riopan® Plus com regular monitoramento dos níveis séricos de magnésio e alumínio. O nível sérico de alumínio não deve ultrapassar 40 ng/ml.
Pacientes que necessitam de diálise: deve ser dada particular atenção a esses pacientes devido à possível relação entre elevados níveis de alumínio sérico e o desenvolvimento de encefalopatias. No tratamento a longo prazo, as concentrações de alumínio no sangue devem ser avaliadas regularmente, e não devem exceder 40 ng/ml.
Suspensão: agitar o frasco antes de usar.

 

Comprimidos mastigáveis:
Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos, mas sim dissolvidos inteiramente na boca.
Um comprimido mastigável de Riopan® Plus contém cerca de 1,014 g de sorbitol, e portanto, até 6,2 g de sorbitol pode ser ingerido diariamente quando as instruções posológicas são observadas.
Alerta para pacientes diabéticos: O comprimido mastigável de Riopan® Plus contém amido de milho.

 

Interações medicamentosas
Da mesma forma que outras preparações antiácidas, o Riopan® Plus pode reduzir a absorção de medicamentos, como as tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida, e clorpromazina. Portanto, a administração de outros medicamentos deve ser feita com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração de Riopan® Plus.
A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.
Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.

 

A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.
O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.

 

Reações adversas
Raramente, podem ocorrer casos leves e transitórios de diarréia ou constipação, e de litíase renal.
Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.
O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão).
Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer depleção de fosfato.

 

Posologia
Em casos de distúrbios gástricos leves, como distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café, especialmente quando associados à quadros de flatulência e distensão abdominal por excesso de gases, recomenda-se tomar 1 comprimido ou 2 colheres das de chá (10 ml) da suspensão quando da ocorrência de sintomas, quatro vezes ao dia, de preferência 1 hora após as refeições e ao deitar, ou a critério médico. Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a duas semanas.
Em casos de gastrite ou úlcera gástrica, 1 comprimido, ou 2 colheres das de chá (10 ml), 4 vezes ao dia (sempre 1 hora após as principais refeições e antes de deitar). Esta medicação deve ser mantida durante no mínimo, 4 semanas. Quando necessário, esta dose pode ser aumentada a até 10 comprimidos ou 20 colheres das de chá (100 ml) da suspensão ao dia.
Conforme indica a experiência, a úlcera duodenal requer doses maiores e medicação regular.
Nestes casos recomenda-se, salvo prescrição médica diferente, 1 a 2 comprimidos ou 2 a 4 colheres das de chá (10 a 20 ml) da suspensão, 7 vezes ao dia (1 e 3 horas após as principais refeições e antes de deitar). Estudos recentes mostram que doses muito menores de magaldrato (3,2 g/dia, divididos em 2 a 3 tomadas), são tão eficazes no tratamento da úlcera duodenal quanto as altas doses tradicionalmente usadas. Este tratamento deve ser continuado até no mínimo, 4 semanas após o desaparecimento dos sintomas subjetivos.

 

Superdose
Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.
Pacientes idosos
Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

 

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
MS – 1.0639.0112
Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF – SP nº 14.828
N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
SAC: 0800-7710345
www.nycomed.com.br
Sob licença de
Nycomed GmbH
Alemanha
Nycomed Pharma Ltda.
Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
Jaguariúna – SP
CNPJ 60.397.775/0008-40
Indústria Brasileira
RIPL_0505_1007
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Bula do Riopan (Antiácido)

RiopanBula do RIOPAN®:
magaldrato
Antiácido.

 

Forma farmacêutica, apresentação e via de administração
Suspensão. Frascos com 240 ml (sabor menta). Uso oral.
USO ADULTO

 

Composição
Cada 5 ml (1 colher das de chá) da suspensão contém:
Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)……………………………….. 400 mg
Veículo aromatizado q.s.p……………………………………………………………….. 5 ml
Excipientes: hipromelose, dimeticona, ciclamato de sódio, goma arábica, mentol, óleo de hortelã-menta, sulfato de prata, gliconato de clorexidina e água purificada.
* Contendo no mínimo 80 % de magaldrato anidro.

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento
Antiácido.

 

Cuidados de armazenamento
Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Manter o frasco de Riopan® Suspensão ao abrigo da luz, dentro da embalagem do produto. Uma vez aberto, o conteúdo do frasco permanece estável por 6 semanas. Evite o congelamento da suspensão.

 

Prazo de validade
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data da fabricação (vide cartucho). Não use o medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Riopan® é uma suspensão branco acinzentada com sabor e odor característico de menta.

Gravidez e lactação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Durante a gravidez, Riopan® deve ser usado apenas por curto período de tempo, a fim de evitar sobrecarga de alumínio para o feto.
Estudos em animais demonstraram que sais de alumínio têm efeitos prejudiciais na descendência.
Os compostos de alumínio passam para o leite. Devido à baixa absorção, acredita-se não haver risco para o recém nascido.

 

Cuidados de administração
Agite o frasco da suspensão antes de usar.
O medicamento deve ser ingerido de preferência 1 hora após as principais refeições e antes de deitar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

 

Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como diarréia ou constipação.
Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.
Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer redução de fosfato.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

 

Ingestão concomitante com outras substâncias
Deve-se evitar a administração junto com outros medicamentos como tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina pelo risco de redução da absorção destas substâncias. A ingestão destes medicamentos deverá ocorrer com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração do Riopan®.
A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan®.
Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.
A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.
O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
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Contra-indicações e precauções
O produto não deve ser usado por pacientes com insuficiência renal ou com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.
Não ultrapassar a dose máxima de 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a 2 semanas.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Riscos da automedicação: NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

Características
O magaldrato (aluminato de magnésio hidratado), princípio ativo do Riopan®, não é uma simples mistura física dos dois componentes, magnésio e alumínio, mas sim uma monosubstância em que estes elementos são ligados de maneira a formar uma entidade química. Conforme comprovado experimentalmente, a atividade adsorvente e neutralizante deste composto é bastante elevada, superando consideravelmente a proporcionada por uma simples mistura. Uma vez que a ativação intragástrica do Riopan® (liberação dos hidróxidos de alumínio e magnésio) é proporcional ao grau de acidez gástrica, o seu efeito neutralizante se adapta automaticamente às necessidades momentâneas de cada caso, evitando-se a neutralização total ou até a formação de um meio gástrico alcalino, indesejável porvárias razões. Por esta auto-regulação, o pH obtido pelo Riopan® oscila dentro da faixa ideal de pH, de 3,5 a 5,0, não ultrapassando este último valor, mesmo com administrações repetidas e prolongadas. Ao mesmo tempo, Riopan® adsorve e inativa a lisolecitina e os ácidos biliares que, através do refluxo duodeno-gástrico, desempenham papel importante como fatores etiopatogênicos da úlcera péptica e da esofagite.

 

Propriedades farmacodinâmicas
A ação do magaldrato está baseada na neutralização do ácido gástrico. Também ocorre ligação “dose-dependente” e “pH-dependente” a ácidos biliares e lisolecitina. A atividade antiácida é atribuída à ligação de prótons aos íons sulfato e hidróxido da camada intersticial entrelaçada, fazendo com que a estrutura entrelaçada se decomponha durante a neutralização.
800 mg de magaldrato neutralizam cerca de 18-25 mval de ácido clorídrico.

 

Propriedades farmacocinéticas
O magaldrato não é absorvido no trato gastrintestinal. Durante o processo de neutralização pequenas quantidades de íons magnésio e alumínio são liberadas, e durante o trânsito intestinal, são convertidas em fosfatos solúveis e excretados pela evacuação. A mesma proporção de cátions é absorvida. Um pequeno aumento no nível de alumínio sérico pode ocasionalmente ser encontrado estável em pessoascom rins saudáveis.

 

Dados de segurança pré-clínica
A toxicidade aguda para antiácidos não foi determinada devido à baixa absorção (10% para magnésio e cerca de 1% para alumínio), e excreção renal relativamente rápida.
Em pacientes com a função renal prejudicada, podem ocorrer altos níveis plasmáticos e teciduais de alumínio (depósitos de alumínio predominantemente no nervo e no tecido ósseo) e fenômenos de superdose.
No tratamento a longo prazo com antiácidos contendo alumínio, pode ocorrer redução na absorção de fosfato.
O potencial mutagênico do magaldrato ainda não foi suficientemente investigado. Para compostos de alumínio não há evidência relevante de potencial mutagênico.
Não há estudos sobre potencial carcinogênico do magaldrato.
Não há estudos sobre embriotoxicidade do magaldrato em animais. Não há evidência de algum risco ou má formação em humanos.
Efeitos embriotóxicos e fetotóxicos foram observados com outros compostos de alumínio. Estudos em ratos mostraram aumento da mortalidade pós-natal e desenvolvimento neuromotor retardado.

 

Indicações
Azia, esofagite de refluxo, gastrite aguda e crônica, úlcera gástrica e duodenal, profilaxia da úlcera péptica por estresse. Distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café.

 

Contra-indicações
Insuficiência renal. Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.
Precauções e advertências
Riopan® não deve ser usado em crianças menores de 12 anos de idade, pois não existe experiência suficiente no tratamento desta faixa etária com o produto.
Agitar o frasco da suspensão antes de usar. Sendo bem tolerado e ainda livre da sacarose e pobre em sódio, Riopan® pode ser administrado inclusive a pacientes diabéticos ou hipertensos.
A não ser em indicações muito especiais, sob cuidadosa supervisão médica, aconselha-se não ultrapassar a dose máxima de 100 ml da suspensão (20 colheres das de chá) por dia, bem como não administrar esta dose diária máxima durante período superior a 2 semanas.
Se os sintomas persistirem por mais de 2 semanas durante o tratamento, o exame clínico pode ser conduzido de modo a excluir alguma doença malígna.
O pH elevado do suco gástrico aumenta o risco de colonização da mucosa gástrica por organismos patogênicos, os quais podem, por exemplo, em pacientes sujeitos à ventilação artificial, levar a uma maior incidência da ocorrência de pneumonia nosocomial.
Pacientes portadores de nefropatias: não devem fazer uso prolongado da referida dose máxima, exceto sob expressa recomendação e vigilância médica.
Pacientes com função renal prejudicada (clearance de creatinina <30 ml/min): somente devem fazer uso de Riopan® com regular monitoramento dos níveis séricos de magnésio e alumínio. O nível sérico de alumínio não deve ultrapassar 40 ng/ml.
Pacientes que necessitam de diálise: deve ser dada particular atenção a esses pacientes devido à possível relação entre elevados níveis de alumínio sérico e o desenvolvimento de encefalopatias. No tratamento a longo prazo, as concentrações de alumínio no sangue devem ser avaliadas regularmente e não devem exceder 40 ng/ml.

 

Interações medicamentosas
Da mesma forma que outras preparações antiácidas, o Riopan® pode reduzir a absorção de medicamentos, como as tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina. Portanto, a administração de outros medicamentos deve ser feita com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração de Riopan®. A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan®.
Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.
A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.
O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.

 

Reações adversas
Raramente, podem ocorrer casos leves e transitórios de diarréia ou constipação, e de litíase renal.
Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.
Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer depleção de fosfato.

 

Posologia
Em casos de distúrbios gástricos leves, como distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café, recomenda-se tomar 2 colheres das de chá (10 ml) da suspensão quando da ocorrência de sintomas, quatro vezes ao dia, de preferência 1 hora após as refeições e ao deitar, ou a critério médico. Não ultrapassar a dose máxima de 100 ml da suspensão por dia. Esta dose não deve ser administrada por período superior a duas semanas.
Em casos de gastrite ou úlcera gástrica, 2 colheres das de chá (10 ml), 4 vezes ao dia (sempre 1 hora após as principais refeições e antes de deitar). Esta medicação deve ser mantida durante, no mínimo, 4 semanas. Quando necessário, esta dose pode ser aumentada a até 20 colheres das de chá (100 ml) da suspensão ao dia.
Conforme indica a experiência, a úlcera duodenal requer doses maiores e medicação regular. Nestes casos recomenda-se, salvo prescrição médica diferente, 2 a 4 colheres das de chá (10 a 20 ml) da suspensão, 7 vezes ao dia (1 e 3 horas após as principais refeições e antes de deitar).
Estudos recentes mostram que doses muito menores de magaldrato (3,2 g/dia, divididos em 2 a 3 tomadas) são tão eficazes no tratamento da úlcera duodenal quanto as altas doses tradicionalmente usadas. Este tratamento deve ser continuado até, no mínimo, 4 semanas após o desaparecimento dos sintomas.

Superdose
Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

 

Pacientes idosos
Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
MS – 1.0639.0112

 

Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF-SP n.º 14.828
N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
SAC: 0800-7710345
www.nycomed.com.br
Fórmula original de
Nycomed GmbH
Alemanha
Nycomed Pharma Ltda.
Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
Jaguariúna – SP
CNPJ 60.397.775/0008-40
Indústria Brasileira
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Bula do Posdrink (Antiácido)

PosdrinkBula do Posdrink® :
Hidróxido de alumínio, Ácido acetilsalicílico, Maleato de mepiramina, e cafeína.
Envelopes com 4 comprimidos

 

Indicações: Posdrink® é indicado como analgésico, antiemético e antihistamínico nas ressacas, náuseas e vômitos.

 

M.S. 1.0066.0031.007-2 DCB: Hidróxido de alumínio, Ácido acetilsalicílico, Maleato de mepiramina, e cafeína.

 

Contra-indicações: Pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula, úlcera gástrica,
hemofilia, discrasias sangüíneas, hipofosfatemia, insuficiência renal grave e menores de 12 anos.

 

AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

Bula do Pepsamar (Antiácido)

PepsamarBula do PEPSAMAR® :
hidróxido de alumínio
Formas farmacêuticas e apresentações
Pepsamar comprimidos mastigáveis – cartucho contendo 30, 40, 48, 50, 100, 120, 150 ou
200 comprimidos mastigáveis.
Via oral
USO ADULTO

 

Composição
Cada comprimido contém:
hidróxido de alumínio 230 mg
excipientes q.s.p. 1 comprimido
Contém: manitol, sacarina sódica, aroma natural de hortelã, estearato de magnésio, amido de
milho.

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
PEPSAMAR® é um medicamento que reduz o excesso de acidez no estômago (hiperacidez
gástrica). A ação antiácida de PEPSAMAR® se inicia logo após a sua administração.

 

POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
PEPSAMAR® alivia os sintomas de azia (queimação) e má digestão.

 

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar PEPSAMAR® se for alérgico a este medicamento. Não use
PEPSAMAR® nos casos de: insuficiência renal severa, obstrução intestinal ou deficiência de
fosfato (hipofosfatemia).
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de 0 a 6 anos, a não ser que seja
prescrito pelo médico.

 

ADVERTÊNCIAS
A ingestão de hidróxido de alumínio pode provocar a diminuição de fosfato no organismo,
portanto você deverá manter dieta rica em fósforo durante o uso de PEPSAMAR®.
Em pacientes com insuficiência renal, os níveis plasmáticos de alumínio e magnésio
aumentam. Nesses pacientes, a exposição prolongada a altas doses de sais de alumínio de
magnésio pode causar encefalopatia, demência, anemia microcítica ou piora da osteomalácia
induzida por diálise.
O hidróxido de alumínio pode ser inseguro em pacientes com porfiria que estejam fazendo
hemodiálise.
O acúmulo de alumínio pode agravar, nos pacientes submetidos à diálise crônica, os
sintomas da doença de Alzheimer.
O hidróxido de alumínio deve ser usado com cautela em casos de sangramento intestinal,
prisão de ventre e presença de hemorróidas.
O produto não deve ser utilizado por mais de duas semanas, sem prévia avaliação médica.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de PEPSAMAR® administrado por vias não recomendadas.
Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser
somente pela via oral.

 

Gravidez e lactação
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu
término. Informe ao médico se está amamentando.
INFORME AO MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE REAÇÕES
INDESEJÁVEIS.
INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO
DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO

 

PRECAUÇÕES
Pacientes idosos
Este medicamento deve ser utilizado com cautela pelos pacientes idosos, pois o uso
prolongado pode provocar a diminuição da concentração de fósforo, o aumento da eliminação
de cálcio e o acúmulo de alumínio no organismo. Esses distúrbios podem agravar as doenças
ósseas.

 

Outros grupos de risco
Caso você tenha sangramento intestinal, prisão de ventre ou hemorróidas, não utilize
PEPSAMAR®, por mais de duas semanas, sem antes informar o seu médico.
Pacientes com insuficiência renal: Este medicamento deve ser utilizado com cautela pelos
pacientes submetidos à diálise crônica, pois o acúmulo de alumínio pode causar doenças no
cérebro (encefalopatias).
Pacientes com doença de Alzheimer: O uso prolongado deste medicamento, devido ao
acúmulo de alumínio, pode agravar a doença de Alzheimer.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Pode haver aumento dos níveis séricos de quinidina, levando ao quadro de superdosagem,
quando esta é administrada concomitantemente com hidróxido de alumínio.
Este medicamento pode interagir com digoxina, fenitoína, clorpromazina e isoniazida
causando redução do efeito destes medicamentos.
PEPSAMAR® pode interagir também com pseudoefedrina e levodopa resultando em
aumento da toxicidade.
Os antiácidos podem interagir por adsorção. Isso pode resultar na diminuição do efeito de
alguns medicamentos, como a tetraciclina.
PEPSAMAR® não deve ser administrado concomitantemente aos antibióticos que contêm
tetraciclina (ou qualquer um dos seus sais), benzodiazepínicos, fenotiazinas, diflunisal,
digoxina, cetoconazol, flúor, quinolonas, propanolol, penicilina, neurolépticos fenotiazínicos,
metoprolol, atenolol, captopril, ranitidina, sais de lítio, sais de ferro, cloroquina, ciclinas,
bifosfonato, etambutol, fluoreto de sódio, glicocorticóides, indometacina, isoniazida, oxalato
de potássio, lincomicinas ou ácido acetilsalicílico, pois pode haver diminuição da absorção
destes medicamentos. Também deve ser evitado o uso concomitante com levodopa, pois a
absorção deste medicamento pode estar aumentada.
Pode-se muitas vezes, evitar interações medicamentosas indesejáveis desses medicamentos
com alumínio, administrando-os com intervalos mínimos de 2 horas (4 horas para a
fluorquinolonas).
A absorção de alumínio pode estar aumentada se for administrado concomitantemente com
citratos ou ácido ascórbico (vitamina C) em altas doses.
O hidróxido de alumínio, em uso excessivo ou prolongado, pode alterar os resultados da
dosagem da gastrina e fosfato no sangue. O pH sistêmico e urinário pode estar aumentado.
Alimentos
Evitar o uso de bebidas alcoólicas, suco de frutas ácidas e alimentos muito condimentados.

Testes laboratoriais
O uso excessivo ou prolongado deste medicamento pode alterar os resultados de alguns
testes laboratoriais tais como dosagem de gastrina e de fosfato no sangue.

 

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos devem ser mastigados ou dissolvidos na boca antes de serem ingeridos.
Não utilize este medicamento por mais de duas semanas (14 dias) sem antes informar seu
médico.
Cada comprimido mastigável (230 mg de hidróxido de alumínio), eqüivale a aproximadamente
uma colher de chá (5 ml) de PEPSAMAR® gel.

 

POSOLOGIA
Dois a quatro comprimidos cerca de uma hora após as refeições e ao deitar, ou de acordo
com orientação médica.

 

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE SEU CIRURGIÃO-DENTISTA.
NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR
OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

 

ASPECTO FÍSICO
Comprimidos mastigáveis arredondados de cor branca.

 

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
PEPSAMAR® comprimidos possui sabor menta.

 

QUAIS AS REAÇÕES ADVERSAS QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
O hidróxido de alumínio e todos os seus derivados podem causar constipação. A
administração de altas doses pode causar obstrução intestinal.
O hidróxido de alumínio pode provocar náuseas e vômitos.
A administração de hidróxido de alumínio a pacientes com dieta pobre em fosfato pode
ocasionar a depleção de fosfato acompanhada pelo aumento da reabsorção óssea e
hipercalciúria com o risco de osteomalácia.
Os sais de alumínio são pouco absorvidos pelo trato gastrintestinal, e os efeitos sistêmicos
são raros em pacientes com função renal normal. Em pacientes com comprometimento renal
crônico, o acúmulo de alumínio pode provocar osteomalácia ou doença óssea adinâmica,
encefalopatia, demência e anemia microcítica.

 

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO
DE UMA SÓ VEZ?
Até o momento não foram relatados casos de superdose com PEPSAMAR®.
Se você tomar acidentalmente, uma dose muito acima da recomendada, procure
imediatamente orientação médica.

 

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Guarde PEPSAMAR® comprimidos em sua embalagem original. Não exponha ao calor
excessivo (temp. superior a 40ºC) e a umidade.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

 

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Propriedades farmacodinâmicas
O hidróxido de alumínio reduz a carga ácida total em virtude da reação de neutralização do
ácido clorídrico. Desta forma as quantidades de íons hidrogênio, para retrodifusão através da
mucosa gastrintestinal, diminuem.
O mecanismo de ação dos antiácidos inclui o aumento da secreção de bicarbonato e muco,
aumento da produção e liberação de prostaglandinas e manutenção da microcirculação.
Propriedades farmacocinéticas
O hidróxido de alumínio neutraliza o ácido clorídrico no estômago, com a formação de cloreto
de alumínio e água (Al(OH)3 + 3HCl = AlCl3 + 3H2O).
Através do aumento de pH, resultante da reação de neutralização, ocorre alívio dos sintomas
de hiperacidez gástrica.
A presença de alimento ou outros fatores que retardam o esvaziamento gástrico prolonga a
disponibilidade de hidróxido de alumínio e aumenta a quantidade de cloreto de alumínio
formada. É recomendado administrar o hidróxido de alumínio no intervalo entre as refeições e
ao deitar, quando os sintomas de hiperacidez geralmente ocorrem.
Apesar de ser considerado um antiácido não sistêmico, pequena quantidade de hidróxido de
alumínio é absorvida (0,1 a 0,5 mg) e excretada na urina, desde que a função renal esteja
normal.
Pacientes com insuficiência renal estão mais sujeitos ao acúmulo (ossos e sistema nervoso
central) e toxicidade por alumínio.
Os compostos de alumínio que permanecem no trato gastrintestinal são excretados nas fezes
sob a forma de hidróxidos, carbonatos e fosfatos.

 

RESULTADOS DE EFICÁCIA
Os antiácidos neutralizam a hiperacidez gástrica através de uma reação direta com o ácido
clorídrico. Essa capacidade neutralizante varia de acordo com a dosagem e associações. De
acordo com Goodmann & Gilman’s o hidróxido de alumínio isolado tem uma capacidade
neutralizante ácida.
Referências bibliográficas:
• Goodman and Gilman’s: The Pharmacological Basis of Therapeutics. Eighth Edition –
vol. 2 – 897 – 913.
• Andriulli A, et al. Dyspepsia: a reappraisal problem. Recenti Prog Med 1998
Jun;89(6):316-28.
• Bodger K, et al. Prescribing patterns for dyspepsia in primary care: a prospective study
of selected general practitioners.
Aliment Pharmacol Ther 1996 Dec; 10(6): 889-95.
• Brunton LL. Agents for control of gastric acidity and treatment of peptic ulcers. In:
Hardman, JG, Limbird, LE, editors. Goodman & Gilman’s: the pharmacological basis of
therapeutics. 9th ed. New York: McGraw-Hill; 1996. p. 901-936.

 

INDICAÇÕES
Tratamento da azia ou queimação decorrente de hiperacidez gástrica.

 

CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula, insuficiência renal severa, pacientes com
hipofosfatemia, obstrução intestinal.

 

MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Deve ser mastigado ou dissolvido na boca segundo esquema posológico recomendado.
Evitar a ingestão de PEPSAMAR® comprimidos em doses superiores à posologia máxima
por períodos maiores que 2 semanas, exceto sob acompanhamento médico.

 

POSOLOGIA
Dois a quatro comprimidos mastigáveis, cerca de uma hora após as refeições e ao deitar, ou
de acordo com orientação médica.
PEPSAMAR® não deve ser utilizado por mais de duas semanas (14 dias), sem prévia
avaliação médica.
Cada comprimido mastigável (230 mg de hidróxido de alumínio) equivale a aproximadamente
uma colher das de chá (5 ml) de PEPSAMAR® gel.

 

ADVERTÊNCIAS
O hidróxido de alumínio promove a retenção de fosfato. Por isso, é recomendável manter
uma dieta rica em fósforo.
Em pacientes com insuficiência renal, os níveis plasmáticos de alumínio e magnésio estão
aumentados. Nesses pacientes, a exposição prolongada a altas doses de sais de alumínio de
magnésio pode causar encefalopatia, demência, anemia microcítica ou piora da osteomalácia
induzida por diálise.
O hidróxido de alumínio pode ser inseguro em pacientes com porfiria que estejam fazendo
hemodiálise.
O acúmulo de alumínio pode agravar, nos pacientes submetidos à diálise crônica, os
sintomas da doença de Alzheimer.
O hidróxido de alumínio deve ser usado com cautela em casos de sangramento intestinal,
prisão de ventre e presença de hemorróidas.
O produto não deve ser utilizado por mais de duas semanas, sem prévia avaliação médica.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de PEPSAMAR® administrado por vias não recomendadas.
Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser
somente pela via oral.

 

Gravidez
Não há estudos que comprovem a segurança de PEPSAMAR® comprimidos durante a
gravidez. Portanto, PEPSAMAR® comprimidos não deve ser utilizado por mulheres grávidas
sem orientação médica.

 

Lactação
Estudos em animais indicam que existe baixo risco de toxicidade por alumínio através do
leite. O uso de PEPSAMAR® comprimidos por mulheres que estão amamentando, no
entanto, deve ser evitado.

 

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
Pacientes idosos
Este medicamento deve ser utilizado com cautela pelos pacientes idosos, pois o uso
prolongado pode provocar a diminuição da concentração de fósforo, aumento da eliminação
de cálcio e o acúmulo de alumínio no organismo. Esses distúrbios podem agravar as doenças
ósseas.

 

Outros grupos de risco
Caso você tenha sangramento intestinal, prisão de ventre ou hemorróidas, não utilize
PEPSAMAR® comprimidos, por mais de duas semanas, sem antes informar o seu médico.
Os antiácidos não devem ser usados em crianças com menos de 6 (seis) anos de idade, a
não ser sob orientação médica.
Pacientes com insuficiência renal: Este medicamento deve ser utilizado com cautela pelos
pacientes submetidos à diálise crônica, pois o acúmulo de alumínio pode causar doenças no
cérebro (encefalopatias).

 

Pacientes com doença de Alzheimer: O uso prolongado deste medicamento, devido ao
acúmulo de alumínio, pode agravar a doença de Alzheimer.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Pode haver aumento dos níveis séricos de quinidina, levando ao quadro de superdosagem,
quando esta é administrada concomitantemente com hidróxido de alumínio.
O aumento do pH gástrico, em decorrência da administração de antiácidos, interfere nas
características farmacocinéticas e farmacodinâmicas de vários medicamentos. Desta forma
ocorre a diminuição na absorção de fármacos fracamente ácidos, como por exemplo,
digoxina, fenitoína, clorpromazina e isoniazida, com a possibilidade de redução do efeito
destes medicamentos.
Ocorre também o aumento da absorção de fármacos fracamente básicos, tais como
pseudoefedrina e levodopa, o que pode resultar no aumento da toxicidade.
Os antiácidos podem interagir por adsorção. Isso pode resultar na diminuição do efeito de
alguns medicamentos, como a tetraciclina.

 

PEPSAMAR® não deve ser administrado concomitantemente aos antibióticos que contêm
tetraciclina (ou qualquer um dos seus sais), benzodiazepínicos, fenotiazinas, diflunisal,
digoxina, cetoconazol, flúor, quinolonas, propanolol, penicilina, neurolépticos fenotiazínicos,
metoprolol, atenolol, captopril, ranitidina, sais de lítio, sais de ferro, cloroquina, ciclinas,
bifosfonato, etambutol, fluoreto de sódio, glicocorticóides, indometacina, isoniazida, oxalato
de potássio, lincomicinas ou ácido acetilsalicílico, pois pode haver diminuição da absorção
destes medicamentos. Também deve ser evitado o uso concomitante com levodopa, pois a
absorção deste medicamento pode estar aumentada.
Pode-se muitas vezes, evitar interações medicamentosas indesejáveis desses medicamentos
com alumínio, administrando-os em intervalos mínimos de 2 horas (4 horas para a
fluorquinolonas).
A absorção de alumínio pode estar aumentada se for administrado concomitantemente com
citratos ou ácido ascórbico.
O pH sistêmico e urinário pode estar aumentado.
As interações podem ser minimizadas caso o hidróxido de alumínio seja administrado 2 a 3
horas antes ou após a administração de outros medicamentos ou alimentos.
Alimentos
Evitar o uso de bebidas alcoólicas, suco de frutas ácidas e alimentos muito condimentados.

Testes laboratoriais
O uso excessivo ou prolongado deste medicamento pode alterar os resultados de alguns
testes laboratoriais tais como dosagem de gastrina e de fosfato no sangue.
REAÇÕES ADVERSAS AO MEDICAMENTO
Por possuir ação adstringente, o hidróxido de alumínio e todos os seus derivados podem
causar constipação. A administração de altas doses pode causar obstrução intestinal.
O hidróxido de alumínio pode provocar náuseas e vômitos.
A administração de hidróxido de alumínio a pacientes com dieta pobre em fosfato pode
ocasionar a depleção de fosfato acompanhada pelo aumento da reabsorção óssea e
hipercalciúria com o risco de osteomalácia.
Os sais de alumínio são pouco absorvidos pelo trato gastrintestinal, e os efeitos sistêmicos
são raros em pacientes com função renal normal. Em pacientes com comprometimento renal
crônico, o acúmulo de alumínio pode provocar osteomalácia ou doença óssea adinâmica,
encefalopatia, demência e anemia microcítica.

 

SUPERDOSE
Não há relatos de superdosagem com hidróxido de alumínio. Em casos de ingestão acidental
de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de
controle das funções vitais.

 

ARMAZENAGEM
PEPSAMAR® deve ser guardado em sua embalagem original. Evitar calor excessivo (temp.
superior a 40ºC) e proteger da umidade.

 

DIZERES LEGAIS
Lote, fabricação e validade: VIDE RÓTULO E/OU CARTUCHO
M.S.: 1.1300.1040
Farm. Resp.: Antônia A. Oliveira
CRF-SP nº 5854
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papais, 413
Suzano – SP
CEP 08613-010
C.N.P.J. 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira
IB 071106 A
Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014
www.sanofi-aventis.com.br
Referências Bibliográficas
Goodman and Gilman’s: The Pharmacological Basis of Therapeutics. Eighth Edition – vol. 2 –
897 – 913.
Brunton LL. Agents for control of gastric acidity and treatment of peptic ulcers. In: Hardman,
JG, Limbird, LE, editors. Goodman & Gilman’s: the pharmacological basis of therapeutics. 9th
ed. New York: McGraw-Hill; 1996. p. 901-936.
Andriulli A, et al. Dyspepsia: a reappraisal problem. Recenti Prog Med 1998 Jun;89(6):316-28.
Bodger K, et al. Prescribing patterns for dyspepsia in primary care: a prospective study of
selected general practitioners. Aliment Pharmacol Ther 1996 Dec; 10(6): 889-95.

Bula do Mylanta Plus (Antiácido)

Mylanta-PlusBula do Mylanta® Plus:

hidróxido de alumínio 400 mg/5mL
hidróxido de magnésio 400 mg/5mL
simeticona 30 mg/5mL
Sabor Menta
Suspensão oral

 

ANTIÁCIDO
ALÍVIO RÁPIDO PARA AZIA, MÁ DIGESTÃO, ACIDEZ ESTOMACAL E GASES
USO ADULTO
Contém 1 frasco com 240 mL

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

Indicações: alívio sintomático da acidez estomacal, azia e má digestão associadas ao
diagnóstico de úlcera péptica, gastrite, esofagite péptica e hérnia de hiato e também
alívio dos sintomas conseqüentes a gases.
Contra-indicações: Mylanta® Plus é contra-indicado a pacientes que apresentam
hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.
Advertências e precauções: informe a um médico a ocorrência de gravidez durante e
após o término do tratamento, ou ainda se estiver amamentando. Pacientes com
disfunção renal não devem utilizar o produto. Atenção: este medicamento contém
açúcar, portanto, deve ser utilizado com cautela em diabéticos.
Reações adversas: alterações discretas de trânsito intestinal, hipermagnesemia,
intoxicação por alumínio, encefalopatia, osteomalácia e hipofosfatemia.
Modo de usar: 2 a 4 colheres de chá, de preferência entre as refeições e ao deitar ou de
acordo com o critério médico. Não exceder 12 colheres-medida em 1 dia e não utilizar a
dose máxima por mais de 2 semanas.

 

USO ORAL. AGITE BEM ANTES DE USAR.
Composição: 400 mg de hidróxido de alumínio, 400 mg de hidróxido de magnésio e 30
mg de simeticona a cada 5 mL.
Excipientes: propilparabeno, sorbitol solução, ácido cítrico, aroma natural de hortelã,
essência de limão, metilparabeno, sacarina sódica diidratada e água purificada.
Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. Embmyl02 – Susp. Oral Alter Titul J&J 2
04/06/07

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS
SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

 

MS – 1.5721.0007.004-8
Farmacêutica Responsável: Fernanda P. Runha – CRF-SP nº 29.761
Lote n°:
Data de fabr.:
Prazo val.:
Produto fabricado e embalado por:
Nycomed Pharma Ltda.
Jaguariúna – SP
CNPJ nº 60.397.775/0008-40
Distribuído por:
Johnson & Johnson INDUSTRIAL Ltda.
Rod. Presidente Dutra, km 154 – São José dos Campos – SP
CNPJ: 59.748.988/0001-14
Indústria Brasileira
Serviços ao Consumidor
0800 728 6767
www.jnjbrasil.com.br

 

Bula do Maalox (Antiácido)

MaaloxBula do MAALOX®:
hidróxido de alumínio
hidróxido de magnésio
simeticona

 

APRESENTAÇÕES
Suspensão oral sabor menta: frasco com 240 mL.
Suspensão oral sabor cereja: frasco com 240 mL.
USO ORAL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO.

 

COMPOSIÇÃO
MAALOX sabor menta:
Cada 5 mL de suspensão oral contém 185 mg de hidróxido de alumínio gel, 200 mg de hidróxido de
magnésio (pasta) e 25 mg de simeticona emulsão a 30%.
Excipientes: sorbitol solução, ácido cítrico anidro, metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica,
manitol, essência de menta piperita, peróxido de hidrogênio a 35%, água purificada.
MAALOX sabor cereja:
Cada 5 mL de suspensão oral contém 185 mg de hidróxido de alumínio gel, 200 mg de hidróxido de
magnésio (pasta) e 25 mg de simeticona emulsão a 30%.
Excipientes: sorbitol solução, ácido cítrico anidro, metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica,
manitol, essência de cereja, corante vermelho FD&C n° 40, peróxido de hidrogênio a 35%, água
purificada.

 

1. INDICAÇÕES
Este medicamento é destinado ao tratamento sintomático da azia associada ao refluxo gástrico,
esofagite de refluxo, hérnia de hiato e hiperacidez.
Também é utilizado como antiflatulento para alívio dos sintomas do excesso de gases, inclusive nos
quadros pós-operatórios.

 

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
Maalox é um medicamento composto por hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio e simeticona,
utilizado no tratamento dos sintomas da azia associada ao refluxo gástrico, esofagite de refluxo,
hérnia de hiato, hiperacidez e antiflatulencia.
A eficácia em neutralizar a acidez gástrica dos componentes de Maalox em comparação com
ranitidina, é confirmada por Hunter et al. (1) envolvendo 79 pacientes, citando a semelhança dos dois
tratamentos. Bianchi Porro G. et al. (2) também confirmou a eficácia dos componentes de Maalox em
um estudo duplo cego randomizado com 78 pacientes portadores de alterações gástricas, divididos
em 2 grupos recebendo tratamento com Maalox e cimetidina, apresentando como resultados os
índices de cura de 66.7% de no grupo de pacientes usuários de cimetidina e 71.8% de cura no grupo
de usuários de Maalox.
Gasbarrini G. et al. (3) e Faaij RA, et al. (4) em seu estudo também mostrou que antiácidos são
eficazes na proteção da mucosa gastrointestinal, por conseqüência, no tratamento de doenças
pépticas, como azia.
Cucchiara S, et al. (5) em seu estudo para tratamento de refluxo gástrico esofágico e esofagite de
refluxo, envolvendo 33 crianças com idade entre 2 e 42 meses (média de 9 meses), confirma que
antiácidos como Maalox são tão eficazes quanto cimetidina e grupo placebo. Iacono G, et al.(6)
também confirmou em seu estudo envolvendo crianças com idade entre 1 mês e 8 anos, portadoras
de refluxo gástrico esofágico, a eficácia do uso de antiácidos nessa patologia.

 

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
MAALOX é uma formulação com propriedades antiácidas e antiflatulentas, pois contém hidróxido de
alumínio, hidróxido de magnésio e simeticona. O hidróxido de alumínio e o hidróxido de magnésio
neutralizam a acidez gástrica e a simeticona, um polímero de sílica, é importante no tratamento da
aerofagia, promovendo a eliminação dos gases excessivos acumulados no trato gastrintestinal que
contribuem para o aumento da acidez local.

 

4. CONTRAINDICAÇÕES
MAALOX não deve ser utilizado nos seguintes casos:
– Hipersensibilidade aos componentes da fórmula;
– Insuficiência renal severa;
– Pacientes com hipofosfatemia;
– Gravidez;
– Amamentação;
– Obstrução intestinal.
Este medicamento é contraindicado para uso por Insuficiência renal severa.

 

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
A administração de MAALOX deve ser realizada com cautela:
– em pacientes com porfiria que estejam fazendo hemodiálise, pois nesses casos, o hidróxido de
alumínio pode ser inseguro;
– na vigência de dietas pobres em fósforo, o hidróxido de alumínio pode provocar deficiência de
fósforo no organismo (hipofosfatemia).
Não é aconselhável ultrapassar as doses recomendadas ou prolongar o tratamento por mais de 14
dias (com a dose máxima).
O uso prolongado de antiácidos contendo alumínio por pacientes normofosfatêmicos pode resultar
em hipofosfatemia se a quantidade de fosfato ingerida não for adequada.
Gravidez e lactação
A paciente deve informar seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o
seu término. Informar ao médico se está amamentando.
Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica.
Populações especiais
Em pacientes com insuficiência renal, a administração de MAALOX deve ser realizada sob vigilância
médica, uma vez que o hidróxido de magnésio pode causar depressão do sistema nervoso central na
presença deste distúrbio.
Em pacientes com insuficiência renal, os níveis plasmáticos de alumínio e magnésio aumentam e por
isso, a exposição prolongada a altas doses de sais de alumínio e de magnésio pode causar
encefalopatia, demência, anemia microcítica ou piora da osteomalácia induzida por diálise.
Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por
pacientes idosos.

 

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
– O uso de antiácido concomitante com quinidinas pode levar ao aumento do nível plasmático de
quinidina, levando a sua superdose, contraindicando a associação.
– Antiácidos contendo alumínio podem impedir a adequada absorção de antagonistas H2, atenolol,
metoprolol, propanolol, cloroquina, ciclinas, diflunisal, etambutol, cetoconazol, fluorquinolonas,
digoxina, indometacina, glicocorticóides, isoniazida, levodopa, difosfonatos, fluoreto de sódio,
poliestirenossulfonato de sódio, lincosamidas, neurolépticos fenotiazínicos, penicilamina, tetraciclina,
nitrofurantoína, sais de ferro: devido à possibilidade de diminuição da absorção gastrintestinal destas
substâncias, são associações que merecem precauções. Recomenda-se que MAALOX seja
administrado 2 horas antes ou depois da ingestão destes medicamentos. Para fluorquinolonas devese
respeitar um intervalo de 4 horas.
– A administração do antiácido concomitante com citratos: provoca um aumento dos níveis de
alumínio, especialmente em pacientes com insuficiência renal.
– Salicilatos: ocorre aumento da excreção renal dos salicilatos por alcalinização da urina. Já o lactitol,
por reduzir a acidificação das fezes, não deve ser associado com MAALOX em virtude do risco de
encefalopatias hepáticas.

 

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
MAALOX deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), proteger da luz.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características físicas e organolépticas
MAALOX sabor menta apresenta-se como suspensão branca com odor de menta.
MAALOX sabor cereja apresenta-se como suspensão rosa com odor de cereja.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

 

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
Não é aconselhável ultrapassar as doses recomendadas ou prolongar o tratamento por mais de 14
dias (com a dose máxima).
A administração de MAALOX pode ser:
Crianças: 1 colher de chá, 1 a 2 vezes ao dia.
Adultos: 1 a 2 colheres de sobremesa, 4 vezes ao dia.
Cada colher de chá corresponde a 5 mL, enquanto que de sobremesa corresponde a 10 mL.
MAALOX pode reduzir a absorção de certos medicamentos como: fenitoína, digoxina e agentes
hipoglicemiantes (vide item Interações medicamentosas), por esse motivo deve ser administrado 2
horas antes ou depois do uso destes medicamentos.
Não há estudos dos efeitos de MAALOX administrado por vias não recomendadas. Portanto, por
segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via
oral.

 

9. REAÇÕES ADVERSAS
Podem ocorrer reações desagradáveis, tais como: regurgitação, náusea, vômito ou diarréia leve.
Reações adversas são incomuns nas doses recomendadas. Pode ocorrer diarreia ocasional ou
constipação, caso sejam administradas doses excessivas.
Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária –
NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância
Sanitária Estadual ou Municipal.

 

10. SUPERDOSE
Em caso de ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as
medidas habituais de controle das funções vitais.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

 

DIZERES LEGAIS
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação
médica.

 

MS 1.1300.0314
Farm. Resp.: Antonia A. Oliveira
CRF-SP n° 5.854
Fabricado por:
Sanofi-Aventis de México S.A. de C.V.
Acueducto Del Alto Lerma, n° 2
52740 – Zona Industrial – Ocoyoacac
Edo. de Mexico
Registrado e Importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papais, 413
CEP 08613-010 – Suzano – SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira
® Marca Registrada
IB050209B

Bula do Gelusil (Antiácido)

GelusilBula do Gelusil :
hidróxido de alumínio
hidróxido de magnésio
dimeticona
Suspensão Oral

 

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:
Suspensão oral sabor tradicional: frasco contendo 240 ml.
Suspensão oral sabor morango: frasco contendo 240 ml.
USO ADULTO

 

COMPOSIÇÃO:
Suspensão oral sabor tradicional
Cada 5 ml da suspensão oral contém:
hidróxido de alumínio …………………………… 650 mg
hidróxido de magnésio …………………………. 350 mg
dimeticona ………………………………………….. 30 mg
Veículo: sorbitol, ácido cítrico, metilparabeno, propilparabeno, essência de limão, aroma
natural de hortelã, ciclamato de cálcio, sacarina sódica, hipoclorito de sódio 10%, água
purificada.

 

Suspensão oral sabor morango
Cada 5 ml da suspensão oral contém:
hidróxido de alumínio …………………………… 650 mg
hidróxido de magnésio …………………………. 350 mg
dimeticona ………………………………………….. 30 mg
Veículo: sorbitol, ácido cítrico, metilparabeno, propilparabeno, aroma artificial de morango,
corante vermelho ponceau 4R, ciclamato de cálcio, sacarina sódica, hipoclorito de sódio
10%, água purificada. União Química 2 Gelusil

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
GELUSIL é indicado para o tratamento e alívio sintomático de úlcera péptica, gastrite e
hiperacidez. É indicado também no tratamento de disfunções gastrointestinais
acompanhadas pelo excesso de gases ou flatulência.

 

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC),
protegido da luz.

 

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o
prazo de validade vencido.

 

GRAVIDEZ E LACTAÇÃO:
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica
ou do cirurgião-dentista. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

 

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
GELUSIL deve ser administrado de preferência entre as refeições e ao deitar-se. Siga a
orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: diarréia e
constipação (ver Reações Adversas em Informações Técnicas).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Não há restrições específicas quanto à ingestão concomitante com alimentos e bebidas.
GELUSIL pode ser administrado com leite ou água. União Química 3 Gelusil

 

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da
fórmula.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou
durante o tratamento.

 

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

CARACTERÍSTICAS:
Além de suas propriedades antiácidas, o íon alumínio tem ação constipante intestinal,
atribuída à sua propriedade adstringente, essa ação é contrabalanceada de forma
equilibrada pelo efeito laxativo osmótico do íon magnésio. A proporção entre hidróxido de
alumínio e hidróxido de magnésio em GELUSIL tem por finalidade evitar efeitos sobre a
motilidade intestinal.
GELUSIL é um esquema moderno para tratamento de úlcera péptica, cuja eficácia tem
sido demonstrada por estudos endoscópicos de cicatrização e por curvas de
neutralização do pH gástrico em portadores dessa patologia. Uma vez que o pacientes
com úlcera ou gastrite muitas vezes apresentam também meteorismo e flatulência.
GELUSIL incorpora em sua fórmula a dimeticona, potente agente antifisético. A
dimeticona atua diminuindo a tensão superficial das bolhas de gás, levando à sua
coalescência e ruptura e dessa forma facilitando a eliminação dos gases.

 

INDICAÇÕES:
GELUSIL é indicado para o tratamento e alívio sintomático de acidez estomacal,
desconforto estomacal, dor de estômago, esofagite péptica e queimação. É indicado
também no tratamento de disfunções gastrointestinais acompanhadas pelo excesso de
gases ou flatulência.

 

CONTRA-INDICAÇÕES:
É contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade a qualquer
componente de sua fórmula.
Não deve ser administrado a pacientes gravemente debilitados ou apresentando
sintomas de insuficiência renal, alcalose ou hipermagnesemia. União Química 4 Gelusil

 

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS:
Gerais: uma vez que o sal de magnésio pode causar depressão no sistema nervoso
central, o medicamento deve ser administrado com precaução a pacientes com algum
grau de insuficiência renal. O hidróxido de alumínio pela reação com fosfatos pode formar
fosfato de alumínio insolúvel, podendo predispor à deficiência de fósforo em pacientes
com dieta pobre em fósforo. Os antiácidos podem interferir na absorção das preparações
de ferro e/ou tetraciclinas.

 

Gravidez: os antiácidos geralmente são considerados seguros, evitando-se doses altas e
crônicas. Embora estudos adequados e controlados não tenham sido realizados, foram
reportados efeitos adversos, como: hipercalcemia, hipermagnesemia, hipomagnesemia e
aumento nos reflexos dos tendões, em fetos e/ou neonatos nascidos de mães que
utilizaram cronicamente antiácidos contendo: alumínio, cálcio e/ou magnésio,
especialmente em altas doses.
Embora não tenham sido documentados problemas em humanos, deve-se considerar a
relação risco/benefício caso o bicarbonato de sódio presente na formulação seja
absorvido sistemicamente. O uso crônico pode conduzir à alcalose sistêmica e a absorção
de sódio pode causar edema e ganho de peso.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica
ou do cirurgião-dentista.
Amamentação: as concentrações de alumínio e magnésio encontradas no leite materno
não são suficientes para produzir efeitos no lactente. Até o momento, não tem sido
documentados problemas em humanos.
Pediatria: não foram realizados estudos conclusivos em crianças.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Acidificantes urinários: os antiácidos podem alcalinizar a urina, comprometendo sua
acidificação.

 

Ácido ascórbico: podem ocorrer efeitos tóxicos pelo alumínio quando antiácidos contendo
alumínio são administrados com doses elevadas diárias de ácido ascórbico.
Ácido fólico: o uso prolongado de antiácidos contendo alumínio e magnésio pode diminuir
a absorção de ácido fólico. O antiácido deve ser administrado no mínimo 2 horas depois
do ácido fólico.
Alendronato, alopurinol, atenolol, atorvastatina, azitromicina e captopril: pode ocorrer
redução da biodisponibilidade por redução da absorção intestinal quando administradas
concomitantemente com antiácidos.

 

Anfetaminas ou quinidina: o uso concomitante com antiácido, em doses que causem a
alcalinização da urina, pode inibir a excreção desses medicamentos resultando em
toxicidade. Pode ser necessário o ajuste de dose. União Química 5 Gelusil

 

Anticolinérgicos: o uso concomitante com antiácido pode diminuir a absorção de
anticolinérgicos, reduzindo a sua eficácia. O medicamento deve ser administrado com
intervalo de 1 hora à administração do antiácido.

 

Bisacodil: o uso concomitante com antiácido, reduz a eficácia do bisacodil por mecanismo
desconhecido.

 

Celulose fosfato sódica: o uso concomitante com antiácido contendo magnésio pode
resultar em ligação do magnésio, portanto, o antiácido deve ser administrado com
intervalo de 1 hora à administração da celulose fosfato sódica.

 

Cetoconazol: os antiácidos podem aumentar o pH gastrointestinal, resultando numa
redução da absorção de cetoconazol, recomenda-se administrar antiácidos no mínimo 3
horas antes da administração do cetoconazol.

 

Citratos: o uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou bicarbonato de sódio
pode resultar em alcalose sistêmica. No caso de antiácido contendo alumínio pode
ocorrer o aumento da absorção do alumínio, levando à toxicidade aguda, especialmente
em pacientes com insuficiência renal.

 

Fenitoína: o uso concomitante com antiácidos contendo alumínio e/ou magnésio, pode
diminuir a absorção da fenitoína, reduzindo também a sua concentração sérica.
Recomenda-se administrar os dois medicamentos com uma diferença de 2 a 3 horas.
Fenotiazinas, especialmente clorpromazina oral: a absorção pode ser inibida com o uso
concomitante de antiácidos contendo alumínio ou magnésio.

 

Fluoreto de sódio: o uso concomitante com Hidróxido de Alumínio pode diminuir a
absorção e aumentar a excreção fecal de fluoreto.

 

Fluoroquinolonas: a alcalinização da urina pode reduzir a solubilidade do ciprofloxacino e
da norfloxacino na urina, especialmente se a urina exceder o pH 7,0. Caso sejam
utilizados conjuntamente, os pacientes devem ser observados se ocorrer sinais de
cristalúria ou nefrotoxicidade.
Os antiácidos contendo alumínio e magnésio podem reduzir a absorção das
fluoroquinolonas, resultando na baixa concentração sérica e urinária destes
medicamentos, portanto, o uso concomitante não é recomendado. Embora sejam
utilizados concomitantemente, é recomendado que o enoxacino seja administrada 2 antes
ou 8 horas depois do antiácido; o ciprofloxacino e o lomefloxacino 2 antes ou 6 horas
depois do antiácido; o norfloxacino e o ofloxacino 2 horas antes ou depois do antiácido.

 

Fosfato oral: o alumínio e o magnésio presentes nos antiácidos podem ligar-se ao fosfato
impedindo a sua absorção.

 

Glicosídeos digitálicos: o uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou
magnésio pode inibir a absorção desses medicamentos, diminuindo a sua concentração
plasmática.União Química 6 Gelusil

 

Isoniazida oral: o uso concomitante com antiácido contendo alumínio pode retardar e
diminuir a absorção da isoniazida. Recomenda-se que a isoniazida seja administrada no
mínimo 1 hora antes do antiácido.

 

Medicamentos de liberação entérica: o uso concomitante com antiácidos pode causar
rápida dissolução destes medicamentos, resultando em irritação gástrica ou duodenal.
Misoprostol: o uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode agravar a
diarréia induzida pelo misoprostol.

 

Pancrelipase: embora o uso concomitante de antiácido seja necessário para prevenir a
inativação da pancrelipase pela pepsina gástrica e pH ácido, os antiácidos contendo
magnésio não são recomendados uma vez que podem diminuir a eficácia da
pancrelipase.

 

Penicilamina: a absorção pode reduzir com o uso concomitante com antiácidos contendo
alumínio ou magnésio. Recomenda-se que os antiácidos e a penicilamina sejam
administrados em separado com um intervalo de 2 horas.

 

Quinina: o uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode diminuir a absorção
de quinina.

 

Receptor antagonista de histamina H2: embora o uso concomitante de antiácido possa
ser indicado no tratamento de úlcera péptica para alívio da dor, este não é recomendado
pois a administração concomitante de altas doses de antiácido pode diminuir a absorção
do receptor antagonista de histamina H2.

 

Resina sulfonada de poliestireno sódico: a neutralização do ácido gástrico pode ser
impedida pelo uso concomitante da resina sulfonada de poliestireno sódico com
antiácidos contendo magnésio, resultando em possível alcalose sistêmica. O uso
concomitante não é recomendado.

 

Salicilatos: a alcalinização da urina pode aumentar a excreção de salicilatos e diminuir
suas concentrações séricas, portanto, é recomendado o ajuste de dose dos salicilatos.

 

Sucralfato: o uso concomitante não é recomendado pois os antiácidos podem interferir na
ligação do sucralfato com a mucosa. O antiácido não deve ser administrado 30 minutos
antes ou depois da administração do sucralfato.

 

Tetraciclina oral: a absorção pode diminuir com a administração concomitante de
antiácidos, pela possibilidade e formação de complexos não absorvíveis e/ou o aumento
do pH gástrico. Os pacientes devem ser advertidos para não tomar antiácidos entre 3 a 4
horas da administração da tetraciclina.

 

Vitamina D incluindo calcifediol e calcitriol: o uso concomitante com antiácidos contendo
magnésio pode resultar em hipermagnesemia, especialmente em pacientes com
insuficiência renal. União Química 7 Gelusil

 

INTERFERÊNCIA EM EXAMES LABORATORIAIS:
Teste de secreção do ácido gástrico: os antiácidos podem antagonizar o efeito da
pentagastrina e da histamina na evolução da função da secreção gástrica.
As concentrações séricas de cálcio e gastrina podem aumentar e a de fosfato sérico
diminuir. O pH sistêmico e urinário pode aumentar.

 

REAÇÕES ADVERSAS/COLATERAIS:
O medicamento é bem tolerado. As reações adversas mais freqüentemente
relatadas foram diarréia e constipação, ocorrendo 6,7% e 3,7% dos pacientes,
respectivamente.

 

POSOLOGIA:
Agite bem antes de usar.
Administrar uma a duas colheres das de chá (5 ml), 4 vezes ao dia, de preferência entre
as refeições e ao deitar-se. GELUSIL pode ser administrado com leite ou água.
Uso em pacientes idosos: seguir as mesmas orientações indicadas para adultos.

 

SUPERDOSAGEM:
Não se conhecem relatos de superdosagem com GELUSIL.

 

PACIENTES IDOSOS:
Doença metabólica óssea é comumente observada em pacientes idosos e pode ser
agravada com a depleção de fósforo, hipercalciúria e inibição da absorção de flúor
causado pelo uso crônico de antiácidos contendo alumínio. Os pacientes idosos também
são mais suscetíveis a insuficiência renal relacionada à idade podendo levar à retenção
de alumínio.
Embora não seja conhecido se a ingestão de alumínio pode levar ao mal de Alzheimer, o
uso de antiácido contendo alumínio em pacientes portadores do Mal de Alzheimer não é
recomendado. Pesquisas sugerem que o alumínio pode contribuir para o desenvolvimento
da doença, uma vez que foram encontradas concentrações de alumínio na massa
neurofibrilar do tecido cerebral.

 

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

 

N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho
Registro MS – 1.0497.1322 União Química 8 Gelusil

 

UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 – Embu-Guaçu – SP
CEP 06900-000 SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0001-18 – Indústria Brasileira
Farm. Resp.: Ishii Massayuki
CRF-SP nº 4863
Produzido na unidade fabril:
Rua Jose Pedro de Souza, 105 – Pouso Alegre – MG
CEP 37550-000
CNPJ 60.665.981/0005-41 – Indústria Brasileira
Farm. Resp.: Tiago César da Silva Andrade
CRF-MG n.º 17931

Bula do Gelmax (Antiácido)

GelmaxBula do GELMAX:

Hidróxido de Alumínio, Hidróxido de Magnésio e Carbonato de Cálcio

APRESENTAÇÕES

Suspensão Oral: Frasco com 240 ml

Comprimidos Mastigáveis: Caixa com 24 e display com 120

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

COMPOSIÇÃO:
COMPRIMIDOS SUSPENSÃO

Cada comprimido mastigável

Cada colher de sobremesa contém: (10ml)

Hidróxido de alumínio 178 mg 356 mg

Hidróxido de magnésio 185 mg 370 mg

Carbonato de cálcio 230 mg 476 mg

Veículo edulcorado e aromatizado* q.s.p. 10 ml

Excipiente edulcorado e aromatizado** q.s.p. 1 comprimido

* (metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, essência de hortelã, hipoclorito de sódio, emulsão antiespumante, sorbitol 70%, água desmineralizada)

** (manitol, sacarina sódica, ciclamato de sódio, amido, essência de limão, estearato de magnésio, talco)

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

As afecções gastrintestinais acompanham-se de modo geral de dores, azia e sensação de plenitude gástrica.

GELMAX atende ao combate desses sintomas, promovendo simultaneamente a neutralização do ácido clorídrico, resultando alívio rápido ao paciente.

GELMAX deve ser conservado em local seco, fresco e ao abrigo da luz.

O número de lote e as datas de fabricação e validade de GELMAX estão carimbados no cartucho.

GELMAX não deve ser administrado vencido sob o risco do efeito esperado não ocorrer.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe ao médico se estiver amamentando.

Qualquer reação desagradável deve ser comunicada ao médico.

Pacientes portadores de hipocloridria e insuficiência renal não devem fazer uso de GELMAX.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Modo de Ação

O hidróxido de alumínio apresenta uma ação antiácida reagindo com o ácido clorídrico do estômago resultando em cloreto de alumínio e água.

O mesmo acontece com o hidróxido de magnésio.

Essas duas substâncias ainda formam uma película aderente à parede da úlcera formando uma película protetora que auxilia no processo de cicatrização.

O carbonato de cálcio também apresenta uma ação antiácida reagindo com o ácido clorídrico do estômago resultando cloreto de cálcio e água. O carbonato de cálcio é revestido o que lhe dá uma ação prolongada e mascara o seu sabor desagradável.

INDICAÇÕES

No tratamento sintomático da hiperacidez gástrica associada a diagnósticos de úlcera péptica, gastrite, esofagite péptica, hérnia de hiato.

CONTRA-INDICAÇÕES

Nos casos de hipocloridria, na insuficiência renal, em crianças menores de 6 anos e no primeiro trimestre de gravidez.

PRECAUÇÕES

Pessoas com doenças renais não devem fazer uso de GELMAX, pois o hidróxido de magnésio ou qualquer outro sal de magnésio em presença de insuficiência renal, provoca depressão do SNC e outros sintomas de hipermagnesemia.

O uso de antiácidos durante a gravidez (principalmente no 1º trimestre), lactação e por crianças menores de 6 anos de idade deve ser somente por prescrição médica.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

GELMAX não deve ser administrado por pacientes em uso de tetraciclinas.

POSOLOGIA:

Suspensão oral: AGITAR BEM O FRASCO ANTES DE USAR.

Administrar 1 a 2 colheres das de sobremesa (10 a 20 ml) 1/2 a 1 hora após as refeições e ao deitar-se.

Comprimidos: Mastigar 1 a 2 comprimidos 1/2 a 1 hora após as refeições e ao deitar-se.

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR; NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

 

Farm. Resp.: Dra. Maria Geisa P. L. e Silva

CRF-SP nº 8082

Registro MS nº 1.0235.0111

Comercializado sob licença do C.G.C. 57.507.378/0001-01

NOVAMED

Divisão da Nature’s Plus Farmacêutica Ltda.

Rodovia SP-101, km 08

Hortolândia, SP – CEP 13186-481

C.G.C. 45.992.062/0003-27 – Indústria Brasileira