Bula do Travatan (Antiglaucomatoso)

TravatanBula do Travatan:
travoprosta 0,004%
Solução Oftálmica Estéril

 

FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO:
Frasco plástico conta-gotas contendo 2,5 ml de Solução Oftálmica Estéril.
USO ADULTO.

 

COMPOSIÇÃO:
Cada ml de TRAVATAN Solução Oftálmica 0,004 % contém:
Travoprosta………………………………0,040 mg
Veículo constituído de óleo de rícino polioxil 40 hidrogenado, trometamol, ácido bórico, manitol,
edetato dissódico, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio, cloreto de benzalcônio como
conservante e água purificada q.s.p. 1 ml.

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
AÇÃO DO MEDICAMENTO:
TRAVATAN Solução Oftálmica reduz a pressão intra-ocular aproximadamente 2 horas após a
aplicação e o efeito máximo é atingido após 12 horas.

 

INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO:
TRAVATAN Solução Oftálmica é indicado para redução da pressão intra-ocular em pacientes com
glaucoma de ângulo aberto, glaucoma de ângulo fechado em pacientes submetidos previamente a
iridotomia e hipertensão ocular.

 

RISCOS DO MEDICAMENTO:
Contra-indicações:
Você não deve usar este medicamento se tiver alergia conhecida à travoprosta, ao cloreto de
benzalcônio ou a qualquer outro ingrediente do medicamento.

 

Advertências
TRAVATAN Solução pode alterar gradualmente a coloração dos olhos. Esta alteração pode ser
permanente. Há casos de escurecimento da pele envolta dos olhos com o uso de TRAVATAN
Solução.
TRAVATAN Solução pode alterar gradualmente os cílios dos olhos tratados. As alterações incluem
o aumento do comprimento, espessura, cor e/ou número de cílios.

 

Precauções
Você não deve tocar o conta-gotas do frasco para evitar a contaminação. O uso de soluções
contaminadas pode resultar em sérios danos para os olhos e conseqüente perda da visão. Se
durante o tratamento ocorrer algum trauma ocular, infecção ou cirurgia ocular, você deve procurar
imediatamente orientação médica para decidir quanto a continuar ou não o uso do medicamento.
Se você tiver reações oculares como conjuntivite e reações nas pálpebras, procure orientação
médica. O medicamento contém um conservante que pode ser absorvido por lentes de contato.
As lentes de contato devem ser retiradas antes de usar o produto e recolocadas 15 minutos após a aplicação.

 

 

Interações medicamentosas:
Não foram descritas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando
sem orientação médica. Informe seu médico se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante
o uso deste medicamento.
Não existem estudos em crianças com este medicamento.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

 

MODO DE USO:
TRAVATAN é uma solução incolor a amarelo clara.
Pingue uma gota no(s) olho(s) afetado(s) uma vez por dia à noite. Não pingue mais que uma vez
por dia, pois o uso com maior freqüência pode diminuir o efeito de redução da pressão intraocular.
Você pode usar TRAVATAN Solução Oftálmica junto com outros medicamentos oftálmicos para
diminuir a pressão intra-ocular. Se você estiver usando mais de um produto oftálmico, deve usálos
com intervalo mínimo de 5 minutos.
Para evitar a contaminação não toque o conta-gotas do frasco.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do
medicamento.

 

REAÇÕES ADVERSAS:
As reações oculares desagradáveis mais comuns são:
Em 35 a 50 % dos pacientes: vermelhidão dos olhos.
Em 5 a 10 % dos pacientes: diminuição da nitidez visual, desconforto ocular, sensação de corpo
estranho, dor e coceira.
Em 1 a 4% dos pacientes: visão anormal, inflamação das pálpebras, visão borrada, catarata,
conjuntivite, olho seco, distúrbios oculares, alteração de cor da íris, inflamação da córnea, crosta
na borda da pálpebra, sensibilidade à luz, hemorragia na parte branca do olho e lacrimejamento.
As reações não oculares desagradáveis mais comuns em 1 a 5 % dos pacientes são: lesão
acidental, ansiedade, artrite (inflamação da articulação), dor nas costas, diminuição dos
batimentos cardíacos, bronquite, dor no peito, sintomas de resfriado, depressão, problemas no
estômago, dor de cabeça, aumento do colesterol, pressão alta, pressão baixa, infecção, dor,
distúrbios da próstata, sinusite (inflamação nasal), descontrole na eliminação da urina e infecção
urinária.

 

ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e embora as pesquisas tenham indicado eficácia e
segurança aceitáveis para a comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem
ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

 

CONDUTA NA SUPERDOSE:
Se você colocar uma grande quantidade de TRAVATAN Solução Oftálmica nos olhos de uma só
vez, lave os olhos com água. Se você tomar o medicamento acidentalmente, procure orientação
médica.

 

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO E USO:
Você deve conservar o medicamento em temperatura ambiente (15 a 30 ºC).
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE:
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
TRAVATAN 0,004% é uma solução aquosa oftálmica, tamponada e estéril de Travoprosta, com um
pH em torno de 6,0 e osmolalidade de aproximadamente 290 mOsm/kg.
Mecanismo de ação: A Travoprosta ácido livre é um agonista seletivo para o receptor prostanóide
FP. O mecanismo de ação exato ainda não é conhecido. Acredita-se que os agonistas para o
receptor FP reduzem a pressão intra-ocular através do aumento do escoamento uveoescleral.
Absorção: A Travoprosta é absorvida através da córnea e hidrolisada para o ácido livre ativo.
Dados de 4 estudos farmacocinéticos de dose múltipla (total de 107 pacientes) mostraram que as
concentrações plasmáticas do ácido livre ficaram abaixo de 0,01 ng/ml (limite de quantificação do
ensaio) em 2 terços dos pacientes. Nos indivíduos com concentrações plasmáticas quantificáveis
(N=38) a Cmax média foi de 0,018 ± 0,007 (variando 0,01 a 0,052 ng/ml) e foi alcançada dentro de
30 minutos. A partir destes estudos a meia-vida plasmática da travoprosta foi estimada em 45
minutos. Não houve diferenças nas concentrações plasmáticas entre os dias 1 e 7, indicando que
o estado de equilíbrio foi logo alcançado e que não há acúmulo significante.
Metabolismo: A travoprosta (pró-droga de éster isopropil) é hidrolisada pelas esterases na córnea
para o ácido livre biologicamente ativo. Sistemicamente, a travoprosta ácido livre é metabolizada
para metabólitos inativos através da beta-oxidação da cadeia alfa do ácido carboxílico resultando
nos análogos 1,2-dinor e 1,2,3,4-tetranor por oxidação do grupo 15-hidroxil, bem como pela
redução da dupla ligação 13,14.
Excreção: A eliminação da travoprosta ácido livre do plasma humano é rápida resultando em
concentrações abaixo do limite de quantificação dentro de 1 hora após a instilação ocular. A meiavida
de eliminação final da travoprosta ácido livre foi estimada a partir de 14 indivíduos e variou de
17 minutos a 86 minutos com a meia-vida média de 45 minutos. Menos de 2% da dose tópica
ocular de travoprosta foi excretada na urina dentro de 4 horas como travoprosta ácido livre.

 

RESULTADOS DE EFICÁCIA:
Em estudos clínicos, pacientes com glaucoma de ângulo aberto ou hipertensão ocular com
pressão intra-ocular basal de 25 a 27 mmHg, tratados com TRAVATAN Solução Oftálmica 0,004%,
uma vez por dia à noite, demonstraram reduções da pressão intra-ocular de 7 a 8 mmHg. Em
análises de subgrupos destes estudos a redução média da PIO em pacientes da raça negra foi
maior em até 1,8 mmHg em relação à pacientes de outras raças. Ainda não se sabe se esta
diferença está relacionada à raça ou à íris fortemente pigmentada.
Em um ensaio multicêntrico, aleatório e controlado, pacientes com pressão intra-ocular basal
média de 24 a 26 mmHg, em tratamento com TIMOPTIC* (solução oftálmica de maleato de timolol
0,5%), duas vezes por dia, que foram tratados com TRAVATAN Solução Oftálmica 0,004%, em
dose única diária adjuntivamente ao TIMOPTIC* 0,5%, demonstraram reduções da PIO de 6 a 7
mmHg.
Em um estudo controlado de 3 meses, comparando TRAVATAN e a Solução Oftálmica de
latanoprosta 0,005%, em pacientes diagnosticados com glaucoma crônico de ângulo fechado, que
tiveram uma iridotomia periférica prévia no olho em estudo, foram atingidas reduções estáveis da
PIO diurna dentro de dois dias após o início da terapia e mantidas por um período de 3 meses de
tratamento. As reduções médias da PIO variaram de 7,4 a 9,1 mmHg para TRAVATAN e 6,6 a 7,9
mmHg para Solução Oftálmica de latanoprosta. Uma resposta clínica relevante ao tratamento foi
definida como uma PIO média £18 mmHg. Setenta e um porcento (71%) dos pacientes tratados
com TRAVATAN 0,004% atingiram este alvo, comparado com 63% dos pacientes tratados com a
Solução Oftálmica de latanoprosta 0,005%.
TRAVATAN Solução Oftálmica foi estudado em pacientes com insuficiência hepática e também em
pacientes com insuficiência renal. Nenhuma alteração hematológica clinicamente relevante ou na
análise laboratorial da urina foi observada nestes pacientes.

 

INDICAÇÕES:
TRAVATAN Solução Oftálmica Estéril está indicado para a redução da pressão intra-ocular em
pacientes com glaucoma de ângulo aberto, glaucoma de ângulo fechado em pacientes
submetidos previamente a iridotomia e hipertensão ocular.

 

CONTRA-INDICAÇÕES:
Hipersensibilidade conhecida à travoprosta, cloreto de benzalcônio ou qualquer outro ingrediente
do produto.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO.
Para evitar contaminação não tocar o conta-gotas. Conservar o produto em temperatura ambiente
(15 a 30 ºC)

 

POSOLOGIA:
A dose recomendada é uma gota no(s) olho(s) afetado(s) uma vez por dia à noite. A dose de
TRAVATAN Solução Oftálmica não deve exceder uma vez por dia, visto que tem sido demonstrado
que a aplicação com maior freqüência pode diminuir o efeito de redução da pressão intra-ocular.
A redução da pressão intra-ocular se inicia aproximadamente 2 horas após a aplicação e o efeito
máximo é atingido após 12 horas.
TRAVATAN Solução pode ser usado concomitantemente com outros medicamentos oftálmicos de
uso tópico para diminuir a pressão intra-ocular. Se mais de um produto oftálmico tópico estiver
sendo usado, os produtos devem ser administrados com intervalo de, no mínimo, 5 minutos.

 

ADVERTÊNCIAS:
Foi relatado que TRAVATAN causa alterações nos tecidos pigmentados. As alterações relatadas
com maior freqüência foram aumento na pigmentação da íris e tecido periorbital (pálpebra) e
aumento na pigmentação e crescimento de cílios. Estas alterações podem ser permanentes.
TRAVATAN pode alterar gradualmente a coloração dos olhos, aumentando a quantidade de
pigmento castanho na íris através do aumento do número de melanossomas (grânulos de
pigmento) nos melanócitos. Os efeitos a longo prazo nos melanócitos e as conseqüências de um
dano potencial aos melanócitos e/ou depósito de grânulos de pigmento em outras áreas dos olhos
não são atualmente conhecidos. A alteração da coloração da íris ocorre lentamente e pode não
ser perceptível por meses ou anos.
Os pacientes devem estar cientes da possibilidade de alteração da cor da íris.
O escurecimento da pele palpebral tem sido relatado em associação ao uso de TRAVATAN
Solução Oftálmica.
TRAVATAN Solução Oftálmica pode alterar gradualmente os cílios dos olhos tratados. As
alterações incluem o aumento do comprimento, espessura, pigmentação e/ou número de cílios.
Os pacientes tratados em apenas um dos olhos devem estar cientes da possibilidade de aumento
da pigmentação castanha da íris, do tecido periorbitário e/ou palpebral e dos cílios, no olho
tratado, ocorrendo assim heterocromia entre os olhos. Pode ocorrer disparidade entre os olhos no
comprimento, espessura e/ou número de cílios.

 

PRECAUÇÕES:
Gerais: Casos de ceratite bacteriana têm sido associados com o uso de frascos dose-múltipla de
produtos oftálmicos tópicos. Estes frascos foram inadvertidamente contaminados pelos pacientes,
os quais, na maioria dos casos, tinham uma doença corneana intercorrente ou uma ruptura na
superfície epitelial.
Os pacientes podem sofrer um aumento lento da pigmentação castanha da íris. Esta alteração
pode não ser perceptível por meses ou anos, ocorrendo predominantemente em pacientes com
íris de cores misturadas, tais como castanha azulada, castanha acinzentada, castanha amarelada,
castanha esverdeada, mas também foi observada em pacientes de olhos castanhos. Acredita-se
que a alteração de cor seja devida ao aumento do conteúdo de melanina dos melanócitos
estromais da íris. O mecanismo de ação exato ainda não é conhecido. Tipicamente, a
pigmentação castanha ao redor da pupila se espalha concentricamente em direção à periferia nos
olhos afetados, porém a íris inteira ou partes dela podem tornar-se acastanhadas. Até que mais
informações sobre o aumento da pigmentação castanha estejam disponíveis, os pacientes devem
ser examinados regularmente e, dependendo da situação, o tratamento deve ser interrompido se
o aumento da pigmentação ocorrer.
TRAVATAN Solução Oftálmica deve ser usado com precaução em pacientes com história de
inflamação intra-ocular (irite/uveíte) e não deve ser usado em paciente com inflamação intraocular
ativa.
Edema macular, incluindo edema macular cistóide, tem sido relatado com análogos da
prostaglandina F2a. Estes relatos ocorreram principalmente em pacientes afácicos, pseudofácicos
com ruptura de cápsula posterior ou em pacientes com fatores de risco conhecidos para edema
macular. TRAVATAN Solução Oftálmica deve ser usado com precaução nestes pacientes.
TRAVATAN Solução Oftálmica não foi avaliado no glaucoma inflamatório ou neovascular.
TRAVATAN Solução Oftálmica contém um conservante, cloreto de benzalcônio, que pode ser
absorvido por lentes de contato. Os pacientes devem retirar as lentes de contato antes da
instilação do produto e recolocá-las 15 minutos após a aplicação.
Carcinogênese, mutagênese e diminuição da fertilidade: Estudos de carcinogenicidade de 2
anos em camundongos e ratos com doses subcutâneas de 10, 30 ou 100 mcg/kg/dia, não
evidenciaram potencial carcinogênico. Entretanto, com doses de 100 mcg/kg/dia, ratos machos
foram tratados somente por 82 semanas e a máxima dose tolerada não foi alcançada no estudo
em camundongos. A maior dose (100 mcg/kg) corresponde a níveis de exposição acima de 400
vezes a exposição humana na máxima dose ocular humana recomendada (MDOHR) de 0,04
mcg/kg, com base nos níveis plasmáticos ativos da droga. A travoprosta não foi mutagênica no
teste de Ames, nos testes de micronúcleos em camundongos e nos ensaios de aberração de
cromossomos em ratos. Um leve aumento na freqüência mutagênica foi observado em um de dois
ensaios de linfoma de camundongo na presença de enzimas de ativação S-9 de ratos.
A travoprosta não afetou o índice de reprodução ou fertilidade de ratos machos e fêmeas em
doses subcutâneas de até 10 mcg/kg/dia (250 vezes a máxima dose ocular humana recomendada
de 0,04mcg/kg/dia). O número médio de corpos lúteos foi reduzido e as perdas na pósimplantação
foram aumentadas nessa dose. Estes efeitos não foram observados na dose de 3
mcg/kg/dia (75 vezes a máxima dose ocular humana recomendada).
Gravidez Categoria C: Efeitos teratogênicos: travoprosta foi teratogênica em ratas, em doses
intravenosas de até 10 mcg/kg/dia (250 vezes a máxima dose humana ocular recomendada), o
que foi evidenciado pelo aumento da incidência de malformação esquelética bem como
malformação visceral e externa, tais como esternebras fundidas, cabeça abobadada e
hidrocefalia. A travoprosta não foi teratogênica em ratas em doses intravenosas de até 3
mcg/kg/dia (75 vezes a máxima dose humana ocular recomendada) ou em camundongos em
doses subcutâneas de 1,0 mcg/kg/dia (25 vezes a máxima dose humana ocular recomendada). A
travoprosta produziu aumento de perdas na pós-implantação e diminuição da viabilidade fetal em
ratas com doses intravenosas >3 mcg/kg/dia (75 vezes a máxima dose humana ocular
recomendada) e em camundongos com doses subcutâneas >0,3mcg/kg/dia (7,5 vezes a máxima
dose humana ocular recomendada).
A incidência de mortalidade pós-natal foi aumentada e o ganho de peso corpóreo do neonatal foi
reduzido, na prole de ratas tratadas com travoprosta por via subcutânea, desde o sétimo dia de
gravidez até o vigésimo primeiro dia de lactação, com doses ³ 0,12 mcg/kg/dia (3 vezes a máxima
dose humana ocular recomendada). O desenvolvimento do neonatal foi também afetado, o que foi
evidenciado pela demora na abertura dos olhos, descolamento auricular, separação prepucial e
diminuição da atividade motora.
Estudos adequados e bem controlados não foram realizados em mulheres grávidas. TRAVATAN
Solução Oftálmica deve ser usado na gravidez somente se o beneficio potencial justificar o risco
potencial para o feto.

 

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO.
Idosos: Não foram observadas diferenças na eficácia e segurança entre pacientes idosos e
outros pacientes.
Crianças: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para pacientes pediátricos.
Lactantes: Um estudo em ratas lactantes demonstrou que a travoprosta marcada radioativamente
e/ou seus metabólitos são excretados no leite. Não se sabe se esta droga ou seus metabólitos
são excretados no leite humano. Devido ao fato de muitas drogas serem excretadas no leite
materno, devem ser tomadas precauções quando TRAVATAN Solução Oftálmica for administrado
à mulheres lactantes

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS.
Não foram descritas.

 

REAÇÕES ADVERSAS:
O evento adverso ocular mais comum que foi observado em estudos clínicos controlados com
TRAVATAN Solução 0,004% foi hiperemia, relatada em 35 a 50 % dos pacientes.
Aproximadamente 3% dos pacientes interromperam a terapia devido à hiperemia conjuntival.
Os eventos adversos oculares relatados com incidência de 5 a 10 % incluíram diminuição da
acuidade visual, desconforto ocular, sensação de corpo estranho, dor e prurido.
Os eventos adversos oculares relatados com incidência de 1 a 4% incluíram visão anormal,
blefarite, visão borrada, catarata, conjuntivite, olho seco, distúrbio ocular, “flare”, alteração de cor
da íris, ceratite, crosta na borda da pálpebra, fotofobia, hemorragia subconjuntival e
lacrimejamento.
Os eventos adversos não oculares relatados com incidência de 1 a 5 % foram: lesão acidental,
angina de peito, ansiedade, artrite, dor nas costas, bradicardia, bronquite, dor no peito, síndrome
do resfriado, depressão, dispepsia, distúrbio gastrintestinal, dor de cabeça, hipercolesterolemia,
hipertensão, hipotensão, infecção, dor, distúrbios da próstata, sinusite, incontinência urinária e
infecção do trato urinário.

 

SUPERDOSE:
Em caso de superdose, lavar os olhos com água. Se o produto for acidentalmente ingerido o
tratamento deve ser sintomático.

 

ARMAZENAGEM:
Conservar o produto em temperatura ambiente (15 a 30 º C).

 

Lote, fabricação e validade: vide cartucho.
MS-1.0023.0244.001-3
Farm. Resp.: Lygia Casella Piazza, CRF-SP nº 8066
Fabricado por:
ALCON LABORATORIES, INC.
6201 South Freeway
Fort Worth, Texas 76134 – EUA.
Importado por:
ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.
Av. N.S. da Assunção, 736 05359-001 São Paulo – SP
CNPJ 60.412.327/0013-36
Indústria Brasileira
Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800-7077908
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
*TIMOPTIC é uma marca registrada de MERCK & Co., Inc.
ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.
ALCON