Bula do Loratadina Xarope (Antialérgico)

LoratadinaBula do Loratadina Xarope:

 

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Xarope: 1 frasco com 100 mL.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS – USO ORAL

 

COMPOSIÇÃO
Cada mL do xarope contém:
loratadina ………………………………………………………………………………… 1 mg
veículo q.s.p. …………………………………………………………………………….. 1 mL
(ácido cítrico, benzoato de sódio, glicerol, propilenoglicol, sacarose, aroma de
pêssego e água deionizada).

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
• Ação esperada do medicamento: loratadina é indicada para o alívio dos
sintomas associados com rinite alérgica (por exemplo: febre do feno), como:
coceira nasal, nariz escorrendo (coriza), espirros, ardor e coceira nos olhos. Este
medicamento é também indicado para o alívio dos sinais e sintomas de urticária
e outras alergias da pele.
• Cuidados de armazenamento: conservar o produto em temperatura
ambiente (entre 15 e 30 ºC).
• Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação, que pode ser
verifi cado na embalagem externa do produto. Não use o medicamento com o
prazo de validade vencido.
• Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o
tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
Uso durante a gravidez e lactação (amamentação)
Não está estabelecido se o uso de loratadina pode acarretar riscos durante a
gravidez ou lactação. Portanto, o medicamento só deverá ser utilizado se os
benefícios potenciais para a mãe justifi carem o risco potencial para o feto.
Considerando que a loratadina é excretada no leite materno e devido ao aumento
de risco do uso de anti-histamínicos por crianças, particularmente por recémnascidos
e prematuros, deve-se optar ou pela descontinuação da lactação ou
pela interrupção do uso do produto.
• Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando
sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Se você esquecer de
tomar uma dose na hora certa, tome-a assim que possível e, depois, reajuste
os horários de acordo com a última dose tomada, continuando o tratamento
de acordo com os novos horários programados. Não tome duas doses de
uma só vez.
• Interrupção do tratamento: não interrompa o tratamento sem o conhecimento
do seu médico.
• Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações
desagradáveis como cansaço ou dor de cabeça. Os efeitos mais comuns são:
dor de cabeça, cansaço, perturbação estomacal, nervosismo e erupções da
pele. Em casos raros, perda de cabelo, reações alérgicas severas e problemas
de fígado foram relatados.

 

“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.”
• Utilização com outras substâncias: informe seu médico sobre qualquer
medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Comunique seu médico se você for fazer algum teste de pele para detectar
alergia. O tratamento com loratadina deverá ser suspenso dois dias antes
da execução do teste, pois este medicamento poderá afetar os resultados. A
loratadina não tem mostrado efeito aditivo com bebidas alcoólicas.
• Contraindicações e Precauções: o produto é contraindicado a pacientes
alérgicos à loratadina ou a outros componentes da formulação (veja
Composição).
Este medicamento não deve ser utilizado por crianças menores de 2 anos
de idade.
Se você está grávida ou amamentando, se você é alérgico a sulfatos, conservantes
ou corantes de comidas ou se você tem doença no fígado, procure
seu médico.
Caso você tenha alguma doença no fígado ou insufi ciência renal crônica, a
dose inicial deverá ser diminuída para 10 mL (10 mg) em dias alternados. Neste
caso, procure seu médico.
“Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou
operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar
prejudicadas”.
“Atenção diabéticos: contém açúcar.”
Este medicamento não contém corantes.
“NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SAÚDE.”

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

CARACTERÍSTICAS
A loratadina é um anti-histamínico tricíclico potente, de ação prolongada, com
atividade seletiva, antagônica, nos receptores H1 periféricos. A loratadina é
rapidamente absorvida no tubo digestivo, após a ingestão oral. As concentrações
plasmáticas máximas são atingidas em 1 hora, e sua meia-vida é de 17
a 24 horas. A loratadina é metabolizada no fígado, de forma intensa, em
descarboetoxiloratadina, que é o metabólito ativo. Sua ligação a proteínas
plasmáticas é de 97 a 99%, e a do metabólito ativo é de 73 a 76%.
A insufi ciência renal não modifi ca de forma signifi cativa a farmacocinética
da loratadina.
Em caso de insufi ciência hepática, há modifi cação dos parâmetros farmacocinéticos,
e a dose de loratadina deve ser diminuída.
Nos pacientes idosos, não há necessidade de alteração da dose, pois os
parâmetros farmacocinéticos não se modifi cam de forma signifi cativa.

 

ESTUDOS DE FARMACOLOGIA CLÍNICA
Supressão de Pápulas Cutâneas Induzidas pela Histamina
A atividade anti-histamínica e o perfi l de dose-resposta da loratadina foram
avaliados em estudos de farmacologia clínica utilizando um modelo de supressão
de pápulas cutâneas induzidas pela histamina.
Dois estudos randomizados e cegos avaliaram os efeitos de supressão de pápulas
da loratadina em doses orais únicas que variaram de 10 a 160 mg. Nessas doses, a
loratadina demonstrou um rápido início de ação; a supressão das pápulas ocorreu
em um prazo de uma hora após o tratamento. Além disso, todas as doses foram
signifi cativamente mais efi cazes que o placebo na supressão da formação de
pápulas cutâneas induzidas pela histamina (P igual a 0,001).
Em um terceiro estudo randomizado e duplo-cego, os efeitos supressores da
loratadina sobre a formação de pápulas induzidas pela histamina foram medidos
em doses que variaram de 10 a 40 mg administrados por via oral, duas vezes
por dia (2 x/dia) durante 28 dias. A supressão de pápulas foi observada em um
prazo de duas horas após a primeira dose de cada tratamento e permaneceu
constante durante todo o período de estudo (28 dias). Além disso, todos os três
esquemas de dosagem foram signifi cativamente mais efi cazes que o placebo na
supressão da formação de pápulas (P menor que 0,05); os efeitos de supressão
estavam relacionados à dose.
Um estudo randomizado, cruzado tridirecional em pacientes pediátricos comparou
a atividade da loratadina em xarope, da terfenadina em suspensão e do
placebo na redução de pápulas e rubores induzidos pela histamina. Nesse estudo,
doses únicas de 10 mg de loratadina em xarope e de 60 mg de terfenadina
em suspensão foram comparáveis na redução das pápulas e rubores induzidos
pela histamina e ambos os tratamentos foram signifi cativamente mais efi cazes
que o placebo.

 

FARMACOCINÉTICA CLÍNICA
No ser humano, a disposição farmacocinética e metabólica da loratadina com
3H e 14C foi investigada em voluntários normais saudáveis, após doses orais
únicas. O perfi l farmacocinético da loratadina e do seu metabólito ativo, porém
menos relevante, a descarboetoxiloratadina, foi avaliada após doses únicas e
múltiplas administradas em voluntários normais saudáveis e após doses únicas
em voluntários geriátricos saudáveis e em voluntários com comprometimento
renal ou hepático. Além disso, foram determinados a proporcionalidade de
dose, a biodisponibilidade, a extensão da excreção em leite de mulheres em
lactação, o efeito da alimentação sobre a absorção, e a ligação da loratadina
às proteínas plasmáticas.
A via metabólica da loratadina no ser humano é qualitativamente semelhante
àquela nos animais. Após uma administração oral, a loratadina é bem absorvida
e quase totalmente metabolizada.
Em indivíduos adultos normais, as meias-vidas médias de eliminação foram de
8,4 horas (variando de 3 a 20 horas) para a loratadina e de 28 horas (variando
de 8,8 a 92 horas) para a descarboetoxiloratadina, o principal metabólito ativo.
Em quase todos os pacientes, a exposição (AUC) ao metabólito foi maior que a
exposição ao composto original.
Aproximadamente 40% da dose é excretada na urina e 41% nas fezes durante
um período de 10 dias. Aproximadamente 27% da dose é eliminada na urina
durante as primeiras 24 horas.
Os resultados dos estudos de ligação a proteínas plasmáticas revelaram que
a loratadina está altamente ligada às proteínas plasmáticas humanas (97% a
99%); a descarboetoxiloratadina está moderadamente ligada (73% a 76%).
Em indivíduos idosos (66 a 78 anos de idade), a AUC e o pico dos níveis
plasmáticos (C.máx) da loratadina e do seu metabólito foram aproximadamente
50% maiores que nos indivíduos mais jovens.
Em pacientes com comprometimento renal crônico (depuração de creatinina
menor que 30 mL/min), tanto a AUC quanto o pico dos níveis plasmáticos
(C.máx) aumentaram em média aproximadamente 73% para a loratadina e
120% para o metabólito, em comparação com as AUCs e os picos de níveis
plasmáticos (C.máx) de pacientes com função renal normal. As meias-vidas médias
de eliminação da loratadina (7,6 horas) e do seu metabólito (23,9 horas) não
foram signifi cativamente diferentes daquelas observadas em indivíduos normais.
A hemodiálise não apresenta um efeito sobre a farmacocinética da loratadina ou
do seu metabólito em indivíduos com comprometimento renal crônico.
Em pacientes com doença hepática alcoólica crônica, a AUC e o pico dos
níveis plasmáticos (C.máx) da loratadina foram o dobro, ao passo que o perfi l
farmacocinético do metabólito ativo não foi signifi cativamente alterado em
relação àquele de pacientes com função hepática normal. As meias-vidas de
eliminação da loratadina e do seu metabólito foram de 24 horas e 37 horas,
respectivamente, e aumentaram com o aumento da gravidade da doença
hepática.
No ser humano, os parâmetros de biodisponibilidade da loratadina e da descarboetoxiloratadina
são proporcionais à dose. Os estudos de biodisponibilidade
demonstraram a bioequivalência da loratadina administrada por via oral em
forma de cápsula, comprimido, suspensão, solução e xarope.
A ingestão concomitante de alimento com a loratadina pode retardar ligeiramente
a absorção (em aproximadamente uma hora), mas sem afetar signifi cativamente a
AUC. Do mesmo modo, o efeito clínico não é significativamente influenciado.
A loratadina e a descarboetoxiloratadina são eliminadas no leite de mulheres
em lactação, com as concentrações no leite sendo semelhantes às concentrações
plasmáticas. Cerca de 48 horas após a administração da dose, somente 0,029%
da dose de loratadina é eliminada no leite na forma de descarboetoxiloratadina
e loratadina sem alteração.

 

AVALIAÇÃO DE SEGURANÇA
Os resultados de três estudos de farmacologia clínica de dose única indicam
que a loratadina, em doses variando de 10 a 160 mg, foi segura e bem tolerada
nos voluntários saudáveis. Cefaleia foi a reação adversa mais frequentemente
relatada, ocorrendo aproximadamente na mesma frequência que no grupo do
placebo. Sedação foi relatada em 2% a 6% dos indivíduos que receberam as
dosagens maiores de loratadina (40, 80 e 160 mg), em 6% dos indivíduos no
grupo do placebo e em 13% daqueles que receberam o anti-histamínico sedativo
maleato de clorfeniramina. Além do mais, nos estudos de doses múltiplas (10,
20 e 40 mg 2x/dia durante 28 dias), 8% dos indivíduos em um único grupo de
esquema de dosagem de loratadina relataram sedação em comparação com 8%
e 67% nos grupos do placebo e da clorfeniramina, respectivamente.
Em um estudo de segurança de longo prazo com voluntários normais do sexo
masculino que receberam 40 mg de loratadina 1x/dia durante 13 semanas, a
tolerância foi boa e não houve alterações clínicas fora do comum nos valores de
testes laboratoriais, eletrocardiogramas ou exames físicos. Ao contrário de outros
agentes catiônicos anfi fílicos, a loratadina não induziu fosfolipidose, e as únicas
reações adversas relacionadas à droga relatadas foram soluços e cefaleia.
Um perfi l farmacocinético semelhante foi demonstrado em pacientes de 1 a 2
anos de idade que receberam uma dose única contendo 2,5 mg de loratadina,
em comparação com crianças mais velhas e adultos que receberam a dose
recomendada apropriada do medicamento.
Perfi l de Segurança com Esquema de Dosagem de 10 mg:
Nos estudos clínicos que utilizaram um esquema de dosagem da loratadina 10 mg
1x/dia em pacientes adultos com rinite alérgica sazonal, as reações adversas mais
frequentemente relatadas foram fadiga (6%), sedação (5%), cefaleia (3%) e boca
seca (3%). Essas reações, entretanto, também ocorreram nos grupos do placebo
e dos comparativos aproximadamente na mesma frequência. Todas as outras
reações adversas relatadas ocorreram em 2% ou menos dos pacientes.

 

INDICAÇÕES
O produto está indicado para o alívio dos sintomas associados com rinite alérgica
tais como: coriza, espirros e prurido nasal, ardor e prurido ocular. Os sinais e
sintomas oculares e nasais são rapidamente aliviados após administração oral
do produto. O medicamento está também indicado para o alívio dos sinais e
sintomas de urticária e outras afecções dermatológicas alérgicas.

 

CONTRAINDICAÇÕES
A loratadina está contraindicada em pacientes que tenham demonstrado
hipersensibilidade ou idiossincrasia a seus componentes.

 

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
A segurança e efi cácia de loratadina em crianças abaixo de 2 anos
ainda não foi estabelecida.
Pacientes com hepatopatia grave devem iniciar o tratamento com
doses baixas de loratadina, uma vez que eles podem ter uma
depuração reduzida de loratadina; uma dose inicial de 5 mL (5 mg)
diários ou de 10 mL (10 mg) em dias alternados é recomendada.
O tratamento com loratadina xarope para pacientes diabéticos deve
ser avaliado pelo médico, visto que a quantidade de sacarose presente
em 5 mL (5 mg) de loratadina xarope é de 3 g.
Uso durante a gravidez e lactação
Não está estabelecido se o uso de loratadina pode acarretar riscos
durante a gravidez ou lactação. Portanto, o medicamento só deverá
ser utilizado se os benefícios potenciais para a mãe justifi carem o
risco potencial para o feto.
Considerando que a loratadina é excretada no leite materno e
devido ao aumento de risco do uso de anti-histamínicos por crianças,
particularmente por recém-nascidos e prematuros, deve-se optar
ou pela descontinuação da lactação ou pela interrupção do uso
do produto.
Categoria B para gravidez segundo o FDA.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião-dentista.
“Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos
ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem
estar prejudicadas.”
“Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve
ser usado com cautela em portadores de diabetes.”

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Quando administrado concomitantemente com álcool, loratadina não
exerce efeitos potencializadores, como foi demonstrado através de
avaliações em estudos de desempenho psicomotor.
Um aumento nas concentrações plasmáticas de loratadina tem sido
reportado em estudos clínicos controlados, após o uso concomitante
com cetoconazol, eritromicina ou cimetidina, porém sem mudanças
clinicamente signifi cativas (incluindo eletrocardiografi a). Outros
medicamentos conhecidamente inibidores do metabolismo hepático
devem ser co-administrados com cautela, até que estudos defi nitivos
de interação possam ser completados.

 

REAÇÕES ADVERSAS
A loratadina não apresenta propriedades sedativas clinicamente
signifi cantes quando utilizado na dose recomendada de 10 mg
diários. As reações adversas reportadas comumente incluem fadiga,
cefaleia, sonolência, boca seca, transtornos gastrintestinais, tais
como náusea e gastrite e também manifestações alérgicas cutâneas
(exantema ou rash).
A incidência de reações adversas com loratadina xarope tem sido
comparável à do placebo. Em estudos clínicos pediátricos controlados,
a incidência de cefaleia, sedação, nervosismo, relacionada ao
tratamento, foi similar à do placebo, além do que tais eventos foram
raramente relatados.

 

ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS
O tratamento com anti-histamínicos deverá ser suspenso aproximadamente
48 horas antes de se efetuar qualquer tipo de prova
cutânea, já que os anti-histamínicos podem impedir ou diminuir as
reações que, de outro modo, seriam positivas e portanto, indicativa
de reatividade dérmica.

 

POSOLOGIA
Crianças de 2 a 12 anos:
Peso corporal abaixo de 30 kg: 5 mL (5 mg) de loratadina xarope uma vez
por dia
Peso corporal acima de 30 kg: 10 mL (10 mg) de loratadina xarope uma
vez ao dia
Adultos e crianças acima de 12 anos: 10 mL (10 mg) de loratadina xarope
uma vez ao dia
Insufi ciência hepática ou renal crônica: a dose inicial deverá ser diminuída
para 10 mL (10 mg) em dias alternados.
No caso de esquecimento de alguma dose, oriente seu paciente a tomar a
medicação assim que possível e a manter o mesmo horário da aplicação do
medicamento pelo restante do tratamento.

 

SUPERDOSE
Sonolência, taquicardia e cefaleia têm sido reportadas com dosagens excessivas.
Uma única ingestão de 160 mg de loratadina não produziu efeitos adversos.
Em caso de superdose, o tratamento, que deverá ser imediatamente iniciado,
é sintomático e coadjuvante.
Tratamento: o paciente deverá ser induzido ao vômito, ainda que tenha
ocorrido êmese espontânea. O vômito induzido farmacologicamente, através
da administração de xarope de ipecacuanha, é o método preferido. Entretanto,
não deverão ser induzidos ao vômito pacientes com diminuição do nível da
consciência.
A ação da ipecacuanha é facilitada com atividade física e administração de 240
a 360 mililitros de água. Caso não ocorra êmese nos 15 minutos seguintes à
administração de ipecacuanha, a dose deverá ser repetida. Deverão ser tomadas
precauções contra a aspiração, principalmente em crianças. Após a êmese, podese
tentar a absorção do restante do fármaco que ainda estiver no estômago,
com a ajuda de carvão ativado administrado sob a forma de suspensão em
água. Caso o vômito não tenha sido obtido, ou esteja o mesmo contraindicado,
deverá realizar-se lavagem gástrica. O agente preferido para lavagem gástrica
em crianças é a solução salina fi siológica. Em adultos, poderá ser usada água
corrente; entretanto, antes de proceder-se à instilação seguinte, deverá ser
retirado o maior volume possível do líquido já administrado.
Os agentes catárticos salinos atraem água para os intestinos por osmose
e, portanto, podem ser valiosos por sua ação diluente rápida do conteúdo
intestinal. A loratadina não é signifi cativamente depurada por hemodiálise.
Após administrar-se tratamento de emergência, o paciente deve permanecer
sob observação clínica.

 

PACIENTES IDOSOS
Nos pacientes idosos, não há necessidade de alteração da dose, pois os
parâmetros farmacocinéticos não se modifi cam de forma signifi cativa. Devem-se
seguir as mesmas orientações dadas aos adultos.

 

“SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO
OS SINTOMAS PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.”
Data de fabricação, prazo de validade e nº do lote: vide cartucho.
Farm. Resp.: Dra. Miriam Onoda Fujisawa – CRF-SP nº 10.640
MS – 1.0181.0343
Registrado por: Medley Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Macedo Costa, 55 – Campinas – SP
CNPJ 50.929.710/0001-79
Fabricado por: Sanofi -Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papais, 413 – Suzano – SP
Indústria Brasileira