Bula do Hidrocin (Antibiótico)

Bula do HIDROCIN®:
cloridrato de nafazolina
fosfato dissódico de
dexametasona
sulfato de neomicina

 

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Solução nasal – frasco nebulizador com 20 ml

 

USO NASAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

 

COMPOSIÇÃO COMPLETA

Cada ml contém:
cloridrato de nafazolina …………………………………………….0,75 mg
fosfato dissódico de dexametasona …………………………..0,5 mg
sulfato de neomicina ………………………………………………..5 mg
Excipientes: cloreto de benzalcônio, dimeticona, edetato dissódico
diidratado, fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio
dibásico, cloreto de sódio, sorbitol e água

 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
HIDROCIN® deve ser utilizado somente sob orientação médica.

 

– O que é e para que serve HIDROCIN®?
HIDROCIN® é um medicamento utilizado para o tratamento de
afecções nasais de origem alérgica, inflamatória ou infecciosa.

 

– Como HIDROCIN® deve ser guardado?
Como todo medicamento, HIDROCIN® deve ser mantido na sua
embalagem original até sua total utilização. Conservar em temperatura
inferior à 25°C. Proteger da luz.

 

– Qual o prazo de validade de HIDROCIN®?
O prazo de validade de HIDROCIN® é de 24 meses após a data de
fabricação impressa na embalagem do produto.
Ao utilizar o medicamento confira sempre o prazo de validade.

 

NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE
VENCIDO. Além de não obter o efeito desejado, as substâncias
podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde.

 

– HIDROCIN® pode ser utilizado durante a gravidez e lactação?
O uso de HIDROCIN® durante a gravidez e a amamentação é
contra-indicado, salvo sob orientação médica.
A dexametasona é excretada no leite materno.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se está
amamentando.

 

– Como HIDROCIN® deve ser utilizado?
Introduzir na narina o bico do frasco nebulizador voltado para cima
e apertar as paredes do frasco.
Limpar bem o bico do frasco nebulizador após cada utilização.
A duração do tratamento dependerá da gravidade do quadro
clínico, ficando a mesma a critério do médico. Em tratamento
prolongado, recomenda-se avaliação periódica do estado geral.
Pacientes cujas condições não melhorarem dentro de 7 dias
devem procurar o seu médico para orientação. O uso do produto
deve ser limitado para no máximo 2 semanas.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários,
as doses e a duração do tratamento.

 

– O tratamento com HIDROCIN® pode ser interrompido?
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Somente ele poderá avaliar a evolução de seu tratamento e
decidir quando e como este deverá ser interrompido.

 

– Quais são as possíveis reações adversas com o uso de
HIDROCIN®?
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis,
como por exemplo: secura e irritação nasal. Menos freqüentemente
podem ocorrer: muco sanguinolento ou sangramento
nasal inexplicado, congestão nasal de rebote, dor de garganta,
reações alérgicas ou asma brônquica (fôlego curto, dificuldade
respiratória, aperto no peito, urticária e respiração ruidosa), tosse,
tontura, dor de cabeça, rouquidão, cansaço ou fraqueza, perda
do paladar e olfato, náusea, vômito, nariz escorrendo, olhos úmidos
continuamente e dores estomacais.
O uso crônico pode ocasionar efeitos sistêmicos causados pelo
uso de corticosteróides (como por exemplo, aumento do apetite,
obesidade, indigestão, nervosismo ou inquietação, dificuldade
para dormir), eventualmente com supressão adrenal.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE
DAS CRIANÇAS

 

– HIDROCIN® pode ser utilizado com outros medicamentos?
Medicamentos que podem interagir com HIDROCIN®: barbitúricos,
fenitoína, rifampicina, derivados cumarínicos, antiinflamatórios nãoesteróides,
maprotilina e antidepressivos tricíclicos. Mais informações
veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS.

 

– Quando HIDROCIN® não deve ser utilizado?
HIDROCIN® não deve ser utilizado: por pacientes com história de
hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula, nos casos
de sífilis, varicela, reações vacinais, micoses, herpes simples e infecções
cutâneas.
Este medicamento não deve ser utilizado por crianças com menos
de 7 anos de idade.

 

– Quando o uso de HIDROCIN® requer cuidados especiais?
No caso do não desaparecimento de infecções já existentes ou
de ocorrência de infecções durante o uso do medicamento,
informe seu médico.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja
usando, antes do início, ou durante o tratamento.

 

– Pacientes diabéticos podem fazer uso de HIDROCIN®?
HIDROCIN® não contém açúcar. Certifique-se com seu médico sobre
o uso do produto.
– Em caso de ingestão acidental que providências tomar?
Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um
pronto-socorro informando a quantidade exata ingerida, horário
da ingestão e os sintomas.

 

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉ-
DICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS
HIDROCIN® solução nasal associa o efeito antiinflamatório da dexametasona
ao efeito antibacteriano da neomicina, eliminando simultaneamente
a congestão nasal através do cloridrato de nafazolina.
O fosfato dissódico de dexametasona é um corticosteróide com atividade
glicocorticóide. No tratamento dos sintomas nasais a ação
principal do corticosteróide, aplicado via nasal, é antiinflamatória. Os
corticosteróides nasais inibem a IgE e a fase precoce da reação
alérgica mediada pelos mastócitos. Eles também inibem a migração
das células antiinflamatórias para os tecidos nasais (a fase tardia da
reação alérgica), a qual pode desempenhar um papel significante na
patologia da rinite crônica.
Durante a fase tardia da reação alérgica, eosinófilos, neutrófilos,
basófilos e células mononucleares produzem mediadores inflamatórios,
responsáveis pelo reaparecimento dos sintomas nasais.
O sulfato de neomicina é um antibacteriano aminoglicosídico que
é transportado ativamente através da membrana da célula da
bactéria, liga-se a um receptor de proteína específico, na unidade
30 S dos ribossomos, das bactérias e interfere, inibindo a síntese
das proteínas.
O cloridrato de nafazolina é uma amina simpatomimética de ação
direta com acentuada atividade alfa-adrenérgica. É um vasoconstritor
com rápida e prolongada ação na redução da tumefação e
congestão quando aplicado em membranas mucosas.

 

Farmacocinética
O fosfato dissódico de dexametasona é rápida e extensamente
absorvido pela mucosa nasal e prontamente absorvido pela
mucosa gastrintestinal. Uma parte do medicamento administrado
via nasal é engolido. A sua meia-vida biológica no plasma é de
cerca de 190 minutos. A ligação da dexametasona às proteínas
plasmáticas é de 65 a 90% e é menor do que para a maioria dos
outros corticosteróides. Até 65% da dose é excretada na urina
dentro de 24 horas.
Apenas 3% da neomicina é absorvida pela mucosa intacta do trato
gastrintestinal. Quantidades significativas podem ser absorvidas
através de mucosa ulcerada, inflamada ou com solução de continuidade.
A quantidade absorvida é eliminada pelos rins e a nãoabsorvida
é eliminada inalterada nas fezes.
Tem sido reportada a absorção sistêmica após a aplicação tópica
de solução de nafazolina. A nafazolina é prontamente absorvida
pelo trato gastrintestinal.

INDICAÇÕES
Afecções rino-faríngeas agudas e crônicas de variadas etiologias:
alérgicas, inflamatórias e infecciosas.

 

CONTRA-INDICAÇÕES
HIDROCIN® É CONTRA-INDICADO PARA PACIENTES COM HISTÓRIA
DE HIPERSENSIBILIDADE A QUALQUER COMPONENTE
DA FÓRMULA.
É CONTRA-INDICADO EM CASOS DE SÍFILIS, VARICELA, REAÇÕES
VACINAIS, MICOSES, HERPES SIMPLES E INFECÇÕES
CUTÂNEAS BACTERIANAS.

 

QUANDO HOUVER OS SEGUINTES PROBLEMAS, O RISCO-BENEFÍCIO
DO USO DE HIDROCIN® DEVERÁ SER AVALIADO:
• INFECÇÕES FÚNGICAS, BACTERIANAS OU VIRAIS
SISTÊMICAS; TUBERCULOSE LATENTE OU ATIVA DO
TRATO RESPIRATÓRIO; HERPES OCULAR SIMPLES (CORTICOSTERÓIDES
PODEM MASCARAR INFECÇÕES);
• AMEBÍASE, LATENTE OU ATIVA, POIS A DEXAMETASONA
ASSIM COMO OUTROS CORTICOSTERÓIDES, PODE ATIVAR
AAMEBÍASE LATENTE;
• GLAUCOMA, POIS PODE AUMENTAR A PRESSÃO INTRAOCULAR;
• HEPATOPATIA OU INSUFICIÊNCIA NA FUNÇÃO HEPÁTICA;
HIPOTIREOIDISMO;
• RECENTES CASOS DE ÚLCERA SEPTAL, CIRURGIA OU
TRAUMA NASAL (CORTICOSTERÓIDES INTERFEREM NA
CICATRIZAÇÃO).

 

ESTE PRODUTO NÃO SE DESTINA AO USO OFTALMOLÓGICO.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
COM O EMPREGO DE HIDROCIN® SOLUÇÃO NASAL, NAS DOSES
RECOMENDADAS, O RISCO DE APARECIMENTO DE EFEITO
CORTICOSTERÓIDE SISTÊMICO É MÍNIMO.
O SEU USO, COMO O DE QUALQUER PRODUTO SIMILAR, PODE
MASCARAR OS SINAIS E OS SINTOMAS DE INFECÇÃO.
NO CASO DO NÃO DESAPARECIMENTO DE INFECÇÕES JÁ
EXISTENTES OU DE INTERCORRÊNCIA DE INFECÇÕES DURANTE
O USO DO MEDICAMENTO, A APLICAÇÃO DE HIDROCIN
® SOLUÇÃO NASAL DEVE SER INTERROMPIDA ATÉ QUE
TAIS INFECÇÕES SEJAM SANADAS POR OUTRAS MEDIDAS
TERAPÊUTICAS.
A DEXAMETASONA PODE AUMENTAR OU DIMINUIR O
NÚMERO OU A MOTILIDADE DOS ESPERMATOZÓIDES EM
ALGUNS PACIENTES.
OS CORTICOSTERÓIDES ATRAVESSAM A PLACENTA. APESAR
DE ESTUDOS EM HUMANOS AINDA NÃO TEREM SIDO REALIZADOS
COM DEXAMETASONA NASAL, O RISCO-BENEFÍCIO
DEVE SER CONSIDERADO, POIS ESTUDOS EM ANIMAIS TEM
DEMONSTRADO QUE OS CORTICOSTERÓIDES SÃO EMBRIOTÓXICOS,
FETOTÓXICOS E/OU TERATOGÊNICOS. ENTRETANTO,
EFEITOS TERATOGÊNICOS NÃO FORAM CONFIRMADOS
EM HUMANOS RECEBENDO CORTICOSTERÓIDES
SISTÊMICOS.
OS BEBÊS NASCIDOS DE MÃES QUE RECEBERAM DOSES
SUBSTANCIAIS DE CORTICOSTERÓIDES DURANTE A GRAVIDEZ
DEVEM SER OBSERVADOS CUIDADOSAMENTE QUANTO
AOS SINAIS DE HIPOADRENALISMO.
A DEXAMETASONA É DISTRIBUÍDA NO LEITE MATERNO. NÃO
É RECOMENDADO O USO DE HIDROCIN® POR MULHERES EM
FASE DE AMAMENTAÇÃO.
SE OCORRER SIGNIFICANTE ABSORÇÃO SISTÊMICA DO
CORTICOSTERÓIDE NASAL EM PACIENTES PEDIÁTRICOS,
PODE HAVER SUPRESSÃO ADRENAL E SUPRESSÃO DO
CRESCIMENTO. A TERAPIA PROLONGADA OU O USO DE
DOSES ALTAS DE CORTICOSTERÓIDES, ESPECIALMENTE A
DEXAMETASONA, REQUER ATENÇÃO CUIDADOSA PARA A
DOSAGEM E MONITORAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO.
AOS PACIENTES RECEBENDO TERAPIA CORTICOSTERÓIDE
POR PERÍODO PROLONGADO DEVEM SER AVALIADOS
PERIODICAMENTE PARA AVALIAR UMA POSSÍVEL SUPRESSÃO
DO EIXO HIPOTÁLAMO-PITUITÁRIO ADRENAL (HPA).
UM EXAME OTORRINOLARINGOLÓGICO PERIÓDICO DEVE
SER REALIZADO NOS PACIENTES SOB TERAPIA DE LONGA
DURAÇÃO PARA MONITORAR A MUCOSA NASAL QUANTO A
INFECÇÕES, PERFURAÇÃO DO SEPTO NASAL, ULCERAÇÃO
DA MEMBRANA NASAL OU OUTRAS ALTERAÇÕES HISTOLÓGICAS.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO
POR CRIANÇAS COM MENOS DE 7 ANOS.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O uso concomitante de barbitúricos, fenitoína ou rifampicina pode
reduzir o efeito da dexametasona.
Os corticosteróides podem reduzir o efeito anticoagulante dos
derivados cumarínicos.
Antiinflamatórios não-esteróides podem aumentar o risco de
hemorragia gastrintestinal dos corticosteróides.
O uso concomitante de maprotilina ou antidepressivos tricíclicos
podem potencializar o efeito constritor da nafazolina, se ocorrer
absorção sistêmica significativa da nafazolina.

 

REAÇÕES ADVERSAS
SECURA E IRRITAÇÃO NASAL SÃO OS EFEITOS ADVERSOS
MAIS COMUNS.
MENOR INCIDÊNCIA: IRRITAÇÃO NASAL OU EPISTAXE (MUCO
SANGUINOLENTO OU SANGRAMENTO NASAL INEXPLICADO),
CONGESTÃO DE REBOTE, DOR DE GARGANTA E ULCERAÇÃO
DA MUCOSA NASAL. REAÇÕES ALÉRGICAS OU ASMA
BRÔNQUICA (DISPNÉIA, BRONCOCONSTRIÇÃO, SIBILÂNCIA,
DESCONFORTO RESPIRATÓRIO E URTICÁRIA), TOSSE, VERTIGEM,
CEFALÉIA, DISFONIA, LETARGIA, AGEUSIA E ANOSMIA,
NÁUSEA, VÔMITO, RINORRÉIA, LACRIMEJAMENTO E
GASTRALGIA.

 

INCIDÊNCIA RARA: CANDIDÍASE NASAL E FARINGEANA,
PERFURAÇÃO DO SEPTO NASAL E HIPERTENSÃO OCULAR.
EFEITOS SISTÊMICOS INCLUINDO SUPRESSÃO DO EIXO HIPOTÁLAMO-
PITUITÁRIO ADRENAL PODEM OCORRER COM
DOSES USUAIS OU COM O USO CRÔNICO DE DEXAMETASONA
NASAL. SE O PACIENTE FOR PARTICULARMENTE
SENSÍVEL OU RECENTEMENTE TER USADO CORTICOSTERÓIDES
SISTÊMICOS ANTES DE USAR CORTICOSTERÓIDE
NASAL, O PACIENTE TAMBÉM PODE ESTAR PREDISPOSTO
AO HIPERCORTICISMO.

 

ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS
Resultado falso-negativo pode ocorrer com azul de nitrotetrazolina.

 

POSOLOGIA
Adultos e crianças acima de 7 anos:
Introduzir na narina o bico do frasco nebulizador voltado para
cima e apertar as paredes do frasco. Fazer 3 a 5 nebulizações em
cada narina, 3 a 4 vezes ao dia.
Limpar bem o bico do frasco nebulizador após cada utilização.
Duração do tratamento: a duração do tratamento dependerá da
gravidade do quadro clínico, ficando a mesma a critério do médico.
De acordo com a dose, freqüência e duração da terapia, a medicação
deverá ser descontinuada, reduzindo-se a dose gradualmente.
Pacientes cujas condições não melhorarem dentro de 7 dias
devem ser reavaliados. O uso do produto deve ser limitado para
no máximo 2 semanas.

 

SUPERDOSAGEM
No caso de superdosagem o tratamento deve ser sintomático e
de suporte.
Dexametasona:
Superdosagem aguda: as reações adversas são pouco prováveis
com a pequena quantidade de corticosteróide contida em cada
embalagem.
Superdosagem crônica: se os sintomas de superdosagem crônica
ocorrerem, o corticosteróide nasal deve ser descontinuado
lentamente.
Sintomas de superdosagem crônica: lesões acneiformes, Síndrome
de Cushing, hiperglicemia e alterações menstruais. Maior incidência:
queimação, ressecamento ou outro sintoma nasal, de caráter
moderado e passageiro. Menor incidência: espirros.
Nafazolina:
Sinais de superdosagem aguda e crônica: diminuição da temperatura
corporal, sonolência, bradicardia, hipertensão e fraqueza.

 

PACIENTES IDOSOS
Estudos apropriados com corticosteróides nasais não foram realizados
com idosos. Porém, problemas geriátricos específicos que possam
limitar a utilidade deste medicamento nos idosos não são esperados.

 

MS – 1.0573.0312
Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP nº 9555
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2 – Guarulhos – SP
CNPJ 60.659.463/0001-91
Indústria Brasileira
Número do lote, data de fabricação e prazo
de validade: vide embalagem externa
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
IMPRESSÃO: PRETO
PH 112 – BU 02 – CPD 2091403(D) 09/06
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