Bula do Eritrex (Antibiótico)

EritrexBula do ERITREX:
estolato de
eritromicina

 

Comprimidos em blíster de 21
Suspensão oral na concentração de 125 mg/5 ml
em frasco de 105 ml + copo medida de 10 ml
Suspensão oral na concentração de 250 mg/5 ml
em frasco de 105 ml + copo medida de 10 ml

 

USO ADULTO E PEDIÁTRICO
USO ORAL

 

Composições completas:
Cada comprimido contém:
estolato de eritromicina, equivalente a 500 mg de eritromicina base
Excipientes: estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, povidona e manitol.

 

Cada 5 ml da suspensão oral de 125 mg contém:
estolato de eritromicina, equivalente a 125 mg de eritromicina base
Excipientes: carbômer, propilparabeno, ácido cítrico monoidratado, açúcar, citrato de sódio diidratado,
cloreto de sódio, corante vermelho FDC nº 2, aroma artificial de morango, hidróxido de sódio,
metilparabeno, sacarina diidratada sódica, dimeticona e água purificada.

 

Cada 5 ml da suspensão oral de 250 mg contém:
estolato de eritromicina, equivalente a 250 mg de eritromicina base

Excipientes: carbômer, propilparabeno, ácido cítrico monoidratado, açúcar, citrato de sódio diidratado,
cloreto de sódio, corante vermelho FDC nº 2, aroma artificial de morango, hidróxido de sódio,
metilparabeno, sacarina diidratada sódica, dimeticona e água purificada.

 

INFORMAÇÃO AO PACIENTE:
ERITREX é um antibiótico utilizado no tratamento de infecções causadas por germes sensíveis à
eritromicina, especialmente infecções do aparelho respiratório.
ERITREX, quando conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C), ao abrigo
da luz e umidade, apresenta uma validade de 36 meses na forma de comprimidos e de 24 meses na
forma de suspensão oral, a contar da data de sua fabricação. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O
PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ALÉM DE NÃO OBTER O EFEITO DESEJADO, PODE PREJUDICAR
A SUA SAÚDE.

 

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: mal-estar, náusea, vômito,
diarréia e/ou cólica abdominal. Tem ocorrido insuficiência hepática com ou sem icterícia, principalmente
em adultos, relacionada com a administração de ERITREX.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

 

Não ingerir bebidas alcoólicas enquanto estiver sob tratamento com ERITREX. Não tomar antialérgicos
concomitantemente com ERITREX.
ERITREX É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES QUE APRESENTEM HIPERSENSIBILIDADE AQUAISQUER
DOS COMPONENTES DE SUA FÓRMULA.
Em vista da eritromicina ser principalmente excretada pelo fígado, devem ser tomadas precauções
na administração do antibiótico a pacientes com disfunção hepática. Informe seu médico sobre
qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. O risco/benefício
do uso de ERITREX em gestantes e lactantes deve ser avaliado por um médico, pois a segurança
de ERITREX durante a gravidez e a lactação não foi ainda estabelecida.
ERITREX 125 mg e 250 mg suspensão oral –

 

Atenção diabéticos: contém açúcar.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA
SUA SAÚDE.

 

INFORMAÇÃO TÉCNICA:
As eritromicinas são absorvidas no trato gastrintestinal e a biodisponibilidade das drogas é variável,
dependendo de uma série de fatores, tais como:
dosagem e formulação da eritromicina, estabilidade ácida do derivado, presença de alimento e tempo de
esvaziamento gástrico. O estolato de eritromicina administrado por via oral é rapidamente absorvido.
Devido à estabilidade ácida, os níveis séricos são comparáveis, seja tomado em jejum ou após a alimentação.
Após uma dose única de 250 mg, as concentrações sanguíneas médias foram de 0,29; 1,2 e
1,2 mcg/ml após 2, 4 e 6 horas, respectivamente.
Após uma dose de 500 mg as concentrações sanguíneas médias foram de 3,0; 1,9 e 0,7 mcg/ml após
2, 6 e 12 horas, respectivamente. Após a administração oral, os níveis séricos do antibiótico consistem
em eritromicina base e éster propionílico de eritromicina. O éster propionílico continua a hidrolisarse
em eritromicina base, mantendo um equilíbrio de aproximadamente 20% da base e 80% do éster do
soro. Após a absorção, a eritromicina difunde-se rapidamente pela maioria dos líquidos orgânicos.
Na ausência de inflamação das meninges, são normalmente encontradas baixas concentrações no
líquido cefalorraquidiano, porém a passagem da droga através da barreira hematoencefálica
aumenta na meningite. Na presença de função hepática normal, a eritromicina é concentrada no fígado
e excretada através da bile; o efeito da disfunção hepática sobre a excreção da eritromicina
pelo fígado na bile é desconhecido. Menos de 5% da dose administrada oralmente é excretada na
urina em forma ativa. A eritromicina atravessa a barreira placentária, porém os níveis plasmáticos
fetais são baixos. A eritromicina inibe a síntese protéica sem afetar a síntese do ácido nucléico.
Algumas cepas de Haemophilus influenzae e estafilococos têm demonstrado resistência à eritromicina.
Algumas cepas H. influenzae que são resistentes in vitro à eritromicina, são sensíveis à
associação de eritromicina e sulfas. Devem ser feitas culturas e testes de sensibilidade. Se for
usado o teste de sensibilidade pelo método de Bauer-Kirby dos discos de papel em placa, um disco
de 15 mcg de eritromicina deve produzir um diâmetro de halo de inibição de no mínimo 18 mm,
quando testado contra uma bactéria sensível à eritromicina. Aeritromicina é geralmente ativa in vitro
contra os seguintes microrganismos: Streptococcus pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A): Infecções
das vias respiratórias superiores e inferiores, da pele e tecido celular subcutâneo de leve a moderada
gravidade; Streptococcus viridans (alfa-hemolíticos):
Profilaxia a curto prazo contra endocardite bacteriana antes de intervenções cirúrgicas ou dentárias em
pacientes com histórias de febre reumática ou cardiopatia congênita ou adquirida, que sejam
hipersensíveis à penicilina; Staphylococcus aureus:
Infecções agudas da pele e tecido celular subcutâneo de leve a moderada gravidade. Pode desenvolver
resistência durante o tratamento; Streptococcus (Diplococcus) pneumoniae: Infecções das
vias respiratórias superiores (por exemplo: otite média, faringite) e infecções das vias respiratórias
inferiores (por exemplo: pneumonia) de leve a moderada gravidade; Mycoplasma pneumoniae: No tratamento
de infecções do trato respiratório causadas por este agente; Haemophilus influenzae: Infecções
das vias respiratórias superiores de leve a moderada gravidade. Nem todas as cepas deste microrganismo
são sensíveis às concentrações de eritromicina comumente alcançadas; Treponema pallidum: A eritromicina
é uma alternativa para o tratamento da sífilis primária em pacientes alérgicos à penicilina.
No tratamento da sífilis primária, devem ser efetuados exames do líquido cefalorraquidiano antes do
tratamento e como parte do seguimento pós-terapia;

 

Corynebacterium diphtheriae: Como auxiliar à antitoxina, para evitar o aparecimento de portadores e
para erradicar a bactéria nos já portadores;

 

Corynebacterium minutissimum: No tratamento do eritrasma; Entamoeba histolytica: Somente no tratamento
de amebíase intestinal, uma vez que a amebíase extra-entérica requer tratamento com outros
agentes; Listeria monocytogenes: Infecções causadas por este microrganismo; Bordetella pertussis:
Aeritromicina é eficaz para eliminar o microrganismo da nasofaringe de pessoas infectadas, tornando-as
não-infectantes. A eritromicina pode ajudar também na profilaxia da coqueluche em indivíduos sensíveis
expostos à doença; Legionella pneumophila (doença dos legionários): Embora nenhum estudo
controlado de eficácia clínica tenha sido realizado, dados in vitro e clínicos preliminares demonstram
que a eritromicina pode ser eficaz no tratamento da doença dos legionários; Chlamydia trachomatis: As
eritromicinas são indicadas para o tratamento das seguintes infecções causadas por C. trachomatis:
conjuntivite do recém-nascido, pneumonia da infância, infecções urogenitais durante a gravidez (vide
“Precauções”). Quando as tetraciclinas são contraindicadas ou não-toleradas, a eritromicina é indicada
no tratamento de pacientes adultos com infecções uretrais não-complicadas, endocervicais
ou retais causadas por C. trachomatis.

 

Indicações:
No tratamento de infecções por germes sensíveis à eritromicina, especialmente as que se manifestam no
aparelho respiratório.

 

Contra-indicações:
O USO DE ERITREX ENVOLVE UM RISCO DE HEPATOTOXICIDADE (HEPATITE COLESTÁTICA)
COM OU SEM O APARECIMENTO DE ICTERÍCIA, QUANDO EM USO POR MAIS DE 10 DIAS, QUE O
CONTRA-INDICA EM PACIENTES COM PERTURBAÇÃO DA FUNÇÃO HEPÁTICA.

 

ERITREX É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES QUE APRESENTEM HIPERSENSIBILIDADE A
QUAISQUER DOS COMPONENTES DE SUA FÓRMULA.
ERITREX É TAMBÉM CONTRA-INDICADO EM PACIENTES QUE ESTEJAM TOMANDO TERFENADINA
OU ASTEMIZOL (VIDE INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

 

Precauções e Advertências:
ERITREX 125 MG E 250 MG SUSPENSÃO ORAL

 

ATENÇÃO DIABÉTICOS: CONTÉM AÇÚCAR.

 

A ADMINISTRAÇÃO DE ERITREX TEM SIDO  ASSOCIADA COM A OCORRÊNCIA INFREQUENTE
DE HEPATITE COLESTÁTICA. OS ACHADOS LABORATORIAIS TÊM SIDO CARACTERIZADOS
POR VALORES DE FUNÇÃO HEPÁTICA ANORMAIS, EOSINOFILIA, LEUCOCITOSE E TAMBÉM
AUMENTO DAS TRANSAMINASES HEPÁTICAS.

 

QUADROS DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA TÊM OCORRIDO COM OU SEM ICTERÍCIA PRINCIPALMENTE
EM ADULTOS, ACOMPANHADAPOR MALESTAR, NÁUSEAS, VÔMITOS, CÓLICA ABDOMINAL
E FEBRE. EM ALGUNS CASOS, DOR ABDOMINAL INTENSA PODERÁ SIMULAR A DOR DE
CÓLICA BILIAR, HEPATITE VIRAL, PANCREATITE, ÚLCERA PERFURADA OU UM QUADRO CIRÚRGICO
DE ABDÔMEN AGUDO. EM OUTROS CASOS, SINTOMAS CLÍNICOS E RESULTADOS
DE TESTES DE FUNÇÃO HEPÁTICA TÊM SE ASSEMELHADO A ACHADOS NA ICTERÍCIA
OBSTRUTIVA EXTRA-HEPÁTICA; SE OS ACHADOS ACIMA OCORREREM, DEVE-SE DESCONTINUAR
A DROGA IMEDIATAMENTE. EM ALGUNS CASOS OS SINTOMAS INICIAIS PODEM APARECER
APÓS ALGUNS DIAS DE TRATAMENTO, MAS GERALMENTE ESTES SINTOMAS SÓ APARECEM
APÓS 1 OU 2 SEMANAS DE TRATAMENTO CONTÍNUO. OS SINTOMAS REAPARECEM RAPIDAMENTE,
GERALMENTE 48 HORAS APÓS A DROGA SER READMINISTRADA A PACIENTES
SENSÍVEIS. ASÍNDROME PARECE RESULTAR DE UMA FORMA DE SENSIBILIZAÇÃO E OCORRE
PRINCIPALMENTE EM ADULTOS E TEM SIDO REVERSÍVEL QUANDO A MEDICAÇÃO É INTERROMPIDA.
COMO TODO ANTIBIÓTICO DE LARGO ESPECTRO, RAROS CASOS DE COLITE
PSEUDOMEMBRANOSA TÊM SIDO RELATADOS COM ERITREX, PODENDO VARIAR DE LEVES A
GRAVÍSSIMOS. PORTANTO, É IMPORTANTE CONSIDERAR ESTE DIAGNÓSTICO EM PACIENTES
QUE APRESENTAM DIARRÉIAAPÓS AADMINISTRAÇÃO DE DROGAS ANTIBACTERIANAS.
CASOS LEVES DE COLITES PSEUDOMEMBRANOSAS USUALMENTE RESPONDEM COM A
INTERRUPÇÃO DA DROGA. NOS CASOS MODERADOS A GRAVES, MEDIDAS APROPRIADAS
DEVEM SER TOMADAS. DEVIDO À ERITROMICINA SER EXCRETADA PRINCIPALMENTE PELO
FÍGADO, DEVE-SE TOMAR PRECAUÇÕES NA ADMINISTRAÇÃO DESTE ANTIBIÓTICO APACIENTES
COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA. QUANDO INDICADO, DEVEM SER FEITAS INCISÕES E
DRENAGEM OU OUTROS PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS EM CONJUNTO COM A TERAPIA
ANTIBIÓTICA. AATIVIDADE ANTIBACTERIANA DA ERITROMICINA É MAIOR EM MEIO ALCALINO DO
QUE NEUTRO OU ÁCIDO. TEM SIDO RECOMENDADA A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE
AGENTES URINÁRIOS ALCALINIZANTES, TAL COMO BICARBONATO DE SÓDIO, QUANDO A
ERITROMICINA FOR PRESCRITA PARA O TRATAMENTO DE INFECÇÕES URINÁRIAS.
CARCINOGÊNESE E MUTAGÊNESE: ESTUDOS DE DOIS ANOS, EFETUADOS EM RATOS COM
DOSES ORAIS DE ERITROMICINA, NÃO DEMONSTRARAM EVIDÊNCIA DE FORMAÇÃO DE TUMORES
OU MUTAGENICIDADE.
USO NA GRAVIDEZ: FORAM EFETUADOS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO EM RATOS, CAMUNDONGOS
E COELHOS USANDO ERITROMICINA E SEUS VÁRIOS SAIS E ÉSTERES EM DOSES
EQUIVALENTES A VÁRIAS VEZES A DOSE USUAL HUMANA. NENHUMA EVIDÊNCIA DE DANOS À
FERTILIDADE OU AOS FETOS RELACIONADA COM A ERITROMICINA FOI RELATADA NESTES
ESTUDOS. CONTUDO, NÃO HÁ ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS EM MULHERES
GRÁVIDAS. DEVIDO OS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO EM ANIMAIS NEM SEMPRE PREDIZEREM
A RESPOSTA EM HUMANOS, ESSA DROGA SÓ DEVE SER USADA DURANTE A
GRAVIDEZ SE ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA.
TRABALHO DE PARTO: O EFEITO DO ERITREX NO PARTO É DESCONHECIDO.
LACTANTES: A ERITROMICINA É EXCRETADA NO LEITE MATERNO; PORTANTO, DEVE-SE TER
CUIDADO AO ADMINISTRAR ESSA DROGA A MÃES QUE ESTEJAM AMAMENTANDO.
ERITREX COMPRIMIDOS DEVE SER UTILIZADO EM CRIANÇAS MAIORES DE 12 ANOS.

 

Interações medicamentosas:
Foi relatado que ERITREX altera significativamente o metabolismo dos anti-histamínicos não-sedativos,
terfenadina ou astemizol, quando administrados concomitantemente. Têm sido observados
raros casos de reações adversas cardiovasculares graves, incluindo prolongamento do intervalo
eletrocardiográfico QT/QTc, parada cardíaca, “torsade des pointes” e outras arritmias ventriculares
(vide Contra-indicações). Além disso, foram reportados raros casos de morte com a administração
concomitante de terfenadina e eritromicina.
Uma vez que a probenecida inibe a reabsorção tubular da eritromicina em animais, a manutenção
dos níveis plasmáticos da eritromicina é prolongada.
O tratamento com lincomicina ou clindamicina deve ser evitado em infecções causadas por
microrganismos resistentes ao ERITREX. O uso de ERITREX em pacientes que estejam recebendo
altas doses de teofilina pode estar associado com um aumento dos níveis séricos e do potencial de
toxicidade da teofilina. No caso de toxicidade e/ou níveis séricos elevados da teofilina, a dose desta
droga deve ser reduzida, enquanto o paciente estiver recebendo o tratamento concomitante com
ERITREX. Foi relatado que a administração concomitante de ERITREX e digoxina resultou em elevados
níveis séricos de digoxina. Houve relatos de aumento dos efeitos anticoagulantes quando
ERITREX foi usado concomitantemente com anticoagulantes orais. Os efeitos anticoagulantes aumentados
devido a essa interação de drogas podem ser mais pronunciados nos idosos. O uso concomitante
de ERITREX e ergotamina ou diidroergotamina foi associado em alguns pacientes com toxicidade
aguda do ergot, caracterizada por vasoespasmo periférico e disestesia. Tem sido reportado que
ERITREX diminui o “clearance” do triazolam e do midazolam, podendo aumentar os efeitos farmacológicos
desses benzodiazepínicos. O uso de ERITREX em pacientes que estejam tomando concomitantemente
drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P-450 pode estar associado com elevações
dos níveis séricos destas drogas. Há relatos de elevações de concentrações séricas das seguintes drogas,
quando administradas concomitantemente com ERITREX: carbamazepina, hexobarbital, fenitoína,
alfentanil, disopiramida, lovastatina e bromocriptina.
As concentrações séricas destas e de outras drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P-450 devem
ser monitoradas cuidadosamente nos pacientes que estejam recebendo ERITREX.

 

Reações adversas:
AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS FREQUENTES DOS PREPARADOS DE ERITROMICINA SÃO AS
GASTRINTESTINAIS (POR EXEMPLO: CÓLICA ABDOMINAL E MAL-ESTAR) E ESTÃO RELACIONADAS
COM A DOSE. NÁUSEAS, VÔMITOS E DIARRÉIA OCORREM INFREQUENTEMENTE
COM AS DOSES USUAIS. O INÍCIO DE SINTOMAS DE COLITE PSEUDOMEMBRANOSA PODE
OCORRER DURANTE OU APÓS O TRATAMENTO COM O ANTIBIÓTICO (VIDE “ADVERTÊNCIAS”).
DURANTE A TERAPÊUTICA PROLONGADA OU REPETIDA, HÁ POSSIBILIDADE DE SUPERINFECÇÃO
POR BACTÉRIAS NÃO-SENSÍVEIS OU FUNGOS. EM TAL CASO, A DROGA DEVERÁ SER
SUSPENSA E INSTITUÍDA TERAPÊUTICA ADEQUADA.
TÊM OCORRIDO REAÇÕES ALÉRGICAS LEVES, TAIS COMO: URTICÁRIA E OUTRAS
ERUPÇÕES CUTÂNEAS. TÊM SIDO RELATADAS REAÇÕES ALÉRGICAS GRAVES, INCLUINDO
ANAFILAXIA. HÁ RELATOS ISOLADOS DA OCORRÊNCIA DE PERDA DE AUDIÇÃO E/OU
ZUMBIDO EM PACIENTES RECEBENDO ERITROMICINA.
O EFEITO OTOTÓXICO DA DROGA É USUALMENTE REVERSÍVEL COM A INTERRUPÇÃO;
CONTUDO, EM RARAS OCASIÕES, ENVOLVENDO A ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA,
O EFEITO OTOTÓXICO FOI IRREVERSÍVEL. O EFEITO OTOTÓXICO OCORRE PRINCIPALMENTE
EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL OU HEPÁTICA E EM PACIENTES RECEBENDO
ALTAS DOSES DE ERITROMICINA.
RARAMENTE, ERITREX FOI ASSOCIADO COM A OCORRÊNCIA DE ARRITMIA VENTRICULAR, INCLUINDO
TAQUICARDIA VENTRICULAR “TORSADE DES POINTES”, EM INDIVÍDUOS COM
INTERVALOS QT PROLONGADOS.

 

ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS:
ERITREX PODE INTERFERIR COM AS DETERMINAÇÕES DAS TRANSAMINASES (TGO), SE
FOREM USADAS COLORAÇÕES COLORIMÉTRICAS COM DIFENILHIDRAZINA OU VIOLETA B.
INTERFERE TAMBÉM COM A DETERMINAÇÃO FLUOROMÉTRICADE CATECOLAMINAS NAURINA.

 

Posologia:
ERITREX 500 mg comprimidos:
Uso adulto e crianças acima de 12 anos:
Tomar 1 comprimido a cada 12 horas ou dose maior a critério médico, na dependência da gravidade da infecção.

 

ERITREX 125 mg / 250 mg suspensão oral:
Uso adulto e pediátrico:

 

AGITE BEM ANTES DE USAR

 

A posologia recomendada, de acordo com o peso corporal, é a seguinte:
A duração do tratamento com ERITREX comprimidos ou suspensão oral, em média, é de 7 a 10 dias,
podendo variar de acordo com o processo infeccioso e com a conduta médica.

 

Conduta na superdosagem:
Relatos indicam que a ingestão de altas doses de ERITREX pode produzir graves efeitos gastrintestinais.
Reações alérgicas acompanhadas de superdosagem podem ser tratadas com a eliminação
rápida da droga não-absorvida e medidas de suporte. Os níveis séricos de eritromicina não são
significativamente alterados por hemodiálise ou diálise peritoneal.

 

Pacientes idosos:
As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-
se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens “Precauções e
Advertências” e “Contra-indicações”.

 

MS – 1.0573.0026
Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias
CRF-SP nº 9555
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2 – Guarulhos – SP
CNPJ 60.659.463/0001-91
Indústria Brasileira
Número de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Peso corporal Dose média Tempo de Tratamento
Até 12,5 kg 10 mg/kg a cada
6h
7 a 10 dias
12,5 kg a 25 kg 125 mg a cada 6 h 7 a 10 dias
> 25 kg 250 mg a cada 6 h 7 a 10 dias